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Quedas estão entre os eventos mais críticos na vida de pessoas idosas, não apenas pelo risco de fraturas, mas por funcionarem como marcadores de fragilidade, vulnerabilidade e perda de autonomia. Evitar a primeira queda é um dos principais desafios da gerontologia e, cada vez mais, a tecnologia aparece como aliada nesse processo.
Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Isabela Azevedo Trindade, fisioterapeuta e presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG, sobre estudos recentes que têm utilizado inteligência artificial para analisar exames de tomografia já realizados ao longo da vida e identificar marcadores precoces de risco de queda, inclusive na meia-idade.
A conversa destaca achados relevantes, como a importância da densidade muscular em relação ao risco de quedas, reforçando a ideia de que não basta ter músculo, é preciso ter músculo de qualidade. Isabela também explica que essas ferramentas não substituem a avaliação clínica, mas ampliam a capacidade de estratificação de risco, permitindo intervenções preventivas mais precoces e personalizadas.
By TEC.INSTITUTEQuedas estão entre os eventos mais críticos na vida de pessoas idosas, não apenas pelo risco de fraturas, mas por funcionarem como marcadores de fragilidade, vulnerabilidade e perda de autonomia. Evitar a primeira queda é um dos principais desafios da gerontologia e, cada vez mais, a tecnologia aparece como aliada nesse processo.
Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Isabela Azevedo Trindade, fisioterapeuta e presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG, sobre estudos recentes que têm utilizado inteligência artificial para analisar exames de tomografia já realizados ao longo da vida e identificar marcadores precoces de risco de queda, inclusive na meia-idade.
A conversa destaca achados relevantes, como a importância da densidade muscular em relação ao risco de quedas, reforçando a ideia de que não basta ter músculo, é preciso ter músculo de qualidade. Isabela também explica que essas ferramentas não substituem a avaliação clínica, mas ampliam a capacidade de estratificação de risco, permitindo intervenções preventivas mais precoces e personalizadas.

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