Louco no Synth

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Louco no Synth episodes

  • Sophie: “Oil of Every Pearl's Un-Insides”

    Synthonia #9: lançado em 15 de junho de 2018, sob o selo da Transgressive, Oil of Every Pearl's Un-Insides é o 1º álbum de estúdio de Sophie Xeon; com produção assinada por ela, e forte participação de Cecile Believe na musicalização e composição, o début se alimenta das fortes descargas da música industrial e experimental, em acordo com o estilo avant-garde.

    Referências da capa:

    • A Bolinha Azul, de Apollo 17 (1972);

    • O Castelo dos Pirineus, de René Magritte (1959);
    • Oil of Every Pearl's Un-Insides, de Sophie (Transgressive, 2018);
    • Via Láctea (panorama), de NASA (2005).

    19 min
  • Raveena: “Lucid”

    Synthonia #8: lançado em 31 de maio de 2019, sob o selo da Empire, Lucid é o 1º disco de estúdio de Raveena Aurora; com letras assinadas por ela, e musicalizadas e coescritas principalmente por Everett Orr, o álbum é cingido majoritariamente pela nostálgica e leve essência do R&B.

    Referências da capa:

    • Batismo de Jesus, de Almeida Júnior (1895);
    • Buquê de Rosas, de Pierre-Auguste Renoir (1879);
    • Grupo de Cisnes, de Abraham Bloemaert (1635–1670);
    • Lucid, de Raveena (Moonstone, 2019);
    • Manhã nas Montanhas dos Gigantes, de Caspar David Friedrich (1810–1811);
    • O Nascimento de Vênus, de John Bulloch Souter (circa séc. XX);
    • Rosa Meditativa, de Salvador Dalí (1958).
    • 13 min
    • Carne Doce: “Tônus”

      Synthonia #7: lançado em 17 de julho de 2018, sob o selo da Natura Musical, Tônus é o 3º disco de estúdio de Carne Doce; com composições predominantemente assinadas pelo casal Salma Jô e Macloys Aquino — vocalista e letrista, e um dos guitarristas da banda, respectivamente —, e produção trabalhada por João Victor Santana, o álbum eclode mediante o ventre do indie rock.

      Referências da capa:

      • Borboleta Morpho Azul (retrato), de Martin Johnson Heade (1865);
      • Brincadeira, de Carne Doce (Tônus; Natura Musical, 2018);
      • Copo de Leite com Borboleta e Lagarta, de Matilda Conyers (circa século XVIII);
      • Flores e Frutos (natureza-morta), de Helen Augusta Hamburger (1862);
      • Dinâmica Circular, de Marina Apollonio (1968);
      • O Nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli (1483);
      • Poente, de Frederic Edwin Church (1863);
      • Tônus, de Carne Doce (Natura Musical, 2018).
      • 10 min
      • Kate Bush: “Hounds of Love” + “The Ninth Wave”

        Synthonia #6: lançado em 16 de setembro de 1985, sob o selo da EMI, Hounds of Love é o 1º amplo projeto de Kate Bush; com letras e musicalização assinadas por ela, o trabalho emana principalmente entre o art pop e art rock, páreos à influência do folk irlandês; além disto, a sua construção se embasa no mini-álbum levando o nome do todo, Hounds of Love, e a suíte conceitual, batizada como The Ninth Wave.

        Referências da capa:

        • A Condição Humana, de René Magritte (1935);
        • A Vitória, de René Magritte (1939);
        • A Nona Onda, de Ivan Konstantinovich Aivazóvski (1850);
        • Coração (estudos), de Leonardo da Vinci (circa 2ª metade do século XV);
        • Híbridas de Chá e Rosas Vermelhas num Copo, de Henri Fantin Latour (circa século XIX);
        • Hounds of Love, de Kate Bush (EMI, 1985);
        • Kate Bush (retrato), de Clive Arrowsmith (1984);
        • O Balão, de Pál Szinyei Merse (1878);
        • O Pesadelo, de Johann Heinrich Füssli (1781);
        • Relógio com Cabeça de Profetas, de Paolo Uccello (1443);
        • The Ninth Wave, de Kate Bush (EMI, 1985).
        • 19 min
        • Silva: “Vista pro Mar”

          Synthonia #5: lançado em 17 de março de 2014, sob o selo da Slap, Vista pro Mar é o 2º disco de estúdio de Silva; com musicalização assinada por ele, e composições com a colaboração do seu irmão, Lucas Silva, o álbum imerge em um jovial e contemporâneo synthpop, ao mesmo tempo que se banha com influências do MPB e dream pop.

          Referências da capa:

          • 80 e 18, de John William Godward (1898);
          • Pão de Açúcar, de Eliseu Visconti (1901);
          • Silva (retrato), de Rui Aguiar (2014);
          • Vista pro Mar, de Silva (SLAP, 2014).
          • 8 min
          • Rina Sawayama: “Sawayama”

            Synthonia #4: lançado em 17 de abril de 2020, sob o selo da Dirty Hit, Sawayama é o 1º disco de estúdio de Rina Sawayama; com letras e musicalização assinadas por ela, Clarence Clarity — pseudônimo de Adam Crisp —, e Bram Inscore, o álbum se esparge ativamente em meio ao pop e ao rock, enquanto resgata com êxito a estilística sonora no início dos anos 2000.

            Referências da capa:

            • Akira, de Katsuhiro Otomo (Toho, 1988);
            • Beleza Asiática, de Rina Sawayama e John Yuyi (2016);
            • Elementos (Marrom e Cinza), de Shozo Nagano (1974);
            • Final Fantasy IX, de Square (2000);
            • Gato Preto Ameaçador, de Hiroaki Takahashi (1929);
            • O Pássaro num Galho de Flores de Ameixeira, de Álbum de Caligrafia e Pintura do Estúdio Ten Bamboo (Cultura Chinesa, circa 1625);
            • Paprika, de Satoshi Kon (Madhouse, 2006);
            • Paradisin', de Rina Sawyama (Sawayama; Dirty Hit, 2020);
            • Rina Sawayama (retrato), de Hendrik Schneider (2020);
            • Sawayama, de Rina Sawayama (Dirty Hit, 2020);
            • XS, de Rina Sawyama (música) e Ali Kurr (clipe) (2020).
            • 15 min
            • Arca: “@@@@@”

              Synthonia #3: lançada em 21 de fevereiro de 2020, sob o selo da XL Recordings, @@@@@ é a 1ª suíte de Arca — nome artístico de Alejandra Ghersi; com letras e musicalização assinadas por ela, o conjunto eclode e se desenvolve em um excêntrico experimental eletrônico, findado com a sonoridade ambiente que constantemente perpassa por sua estrutura.

              Referências da capa:

              • @@@@@, de Arca (XL, 2020);
              • Arca (retrato), de Frederik Heyman (2020);
              • Arca (nu artístico), de Leo Adeft (Glamcult, 2020);
              • Borboleta Morpho Azul (estudos), de Martin Johnson Heade (1865);
              • Copo de Leite com Borboleta e Lagarta, de Matilda Conyers (circa século XVIII);
              • Paisagem Isolada ao Poente, de Frederic Edwin Church (1860).
              • 9 min
              • Sofia Freire: “Romã”

                Synthonia #2: lançado em 26 de outubro de 2017, sob selo Joinha Records, com apoio da Natura Musical, Romã é o 2º disco de estúdio de Sofia Freire; com poemas assinados por poetisas brasileiras — sendo elas, Micheliny Verunschk, Mariana Teixeira, Clarice Freire, Luna Vitrolira e Piera Schnaider  —, e produção divida entre ela, na musicalização, e Homero Basilio, produção, o álbum se situa essencialmente sob influência do art pop, com ilustre presença do dream pop.

                Referências da capa:

                • Buquê de Rosas, de Pierre-Auguste Renoir (1879);
                • Híbridas de Chá e Rosas Vermelhas num Copo, de Henri Fantin Latour (circa século XIX);
                • Mosaico Bizantino, de Basílica de Santo Apolinário em Classe (Ravena, 549);
                • Flores e Frutos (natureza-morta), de Helen Augusta Hamburger (1862);
                • O Jardim do Poeta, de Vincent van Gogh (1888);
                • O Nascimento de Vênus, de John Bulloch Souter (circa século XX);
                • O Pássaro num Galho de Flores de Ameixeira, de Álbum de Caligrafia e Pintura do Estúdio Ten Bamboo (Cultura Chinesa, circa 1625);
                • Romã (retrato), de Guilherme Moraes (2017);
                • Romã, de Sofia Freire (Natura Musical, 2017);
                • Sofia Freire (retrato), de Duda Portella (2017).
                • 6 min
                • FKA twigs: “M3LL155X”

                  Synthonia #1: lançada em 13 de agosto de 2015, sob o selo da Young Turks, M3LL155X é a 3ª peça estendida de FKA twigs — nome artístico de Tahliah Debrett Barnett; com letras e musicalização assinadas por ela, Boots — pseudônimo de Jordan Asher—, e Tic — pseudônimo de Timmaz Zolleyn —, o EP se situa no espectro experimental do pop, avant-garde do R&B, além do eletrônico.

                  Referências da capa:

                  • FKA twigs (retrato), de Matthew Stone (2015);
                  • M3LL155X, de FKA twigs (Young Turks, 2015);
                  • Michèle Lamy (retrato), de Chadwick Tyler (AnOther Magazine, 2017);
                  • Peixe e Borboletas, de Winslow Homer (1900);
                  • Quadrado Negro sobre Fundo Branco, de Kazimir Malevich (1915);
                  • Vaso de Flores, de Juan de Arellano (circa século XVII).
                  • 6 min
                  • Quem é o Louco no Synth?

                    Olá, visitante. Prazer, sou Methusa, o Louco no Synth — um lugar tão plástico quanto a sonoridade temática ao redor da qual orbitam minhas discussões.

                    Referências da capa:

                    • 80 e 18, de John William Godward (1898);
                    • A Vaca e o Frango, de David Feiss (Hanna-Barbera Cartoons, 1995);
                    • Castelo no Céu, de Hayao Miyazaki (Studio Ghibli, 1986).
                    • O Filho do Homem, de René Magritte (1964);
                    • Rosa Meditativa, de Salvador Dalí (1958).
                    • Aladdin Sane, de David Bowie (RCA, 1973);
                    • American Life, de Madonna (Maverick, 2013);
                    • Apple, de A. G. Cook (PC Music, 2020);
                    • Blue, de iamamiwhoami (TWIMC, 2014);
                    • Bounty, de iamamiwhoami (TWIMC, 2010–2013);
                    • Chromatica, de Lady Gaga (Interscope, 2020);
                    • Corpo sem Juízo, de Jup do Bairro (Tratore, 2020);
                    • Currents, de Tame Impala (Modular, 2015);
                    • Fantôme, de Utada Hikaru (Virgin, 2016);
                    • Fetch the Bolt Cutters, de Fiona Apple (Epic, 2020);
                    • Homogenic, de Björk (One Little Independent, 1997);
                    • Hopelessness, de Anohni (Rough Trade, 2016);
                    • How Big, How Blue, How Beautiful, de Florence + The Machine (Island, 2015);
                    • In Colour, de Jamie xx (Young Turks, 2015);
                    • Ison, de Sevdaliza (Twisted Elegance, 2017);
                    • Kick I, de Arca (XL, 2020);
                    • Kin, de iamamiwhoami (TWIMC, 2012);
                    • La Vita Nuova, de Christine and the Queens (Because Music, 2020);
                    • Magdalene, de FKA twigs (Young Turks, 2019);
                    • Mahmundi, de Mahmundi (Skol Music, 2016);
                    • Masseduction, de St. Vincent (Loma Vista, 2017);
                    • Melodrama, de Lorde (Republic, 2017);
                    • Moth, de Chairlift (Columbia, 2016);
                    • Oil of Every Pearl's Un-Insides, de Sophie (Transgressive, 2018);
                    • Pang, de Caroline Polachek (Sony, 2019);
                    • Róisín Machine, de Róisín Murphy (Skint, 2020);
                    • Romã, de Sofia Freire (Natura Musical, 2017);
                    • Sawayama, de Rina Sawayama (Dirty Hit, 2020);
                    • Selected Ambient Works, de Aphex Twin (R&S–Warp, 1992–1994);
                    • Technique, de New Order (Factory, 1989);
                    • Tem Conserto, de Clarice Falcão (Chevalier de Pas, 2019);
                    • The ArchAndroid, de Janelle Monáe (Wondaland, 2010);
                    • The Dreaming, de Kate Bush (EMI, 1982);
                    • The Kick Inside, de Kate Bush (EMI, 1978);
                    • The Memory of Trees, de Enya (Warner, 1995);
                    • The Velvet Underground & Nico, de The Velvet Underground com Nico (Verve, 1967)
                    • Visions, de Grimes (4AD, 2012);
                    • What's Your Pleasure?, de Jessie Ware (PMR, 2020);
                    • Wonder Where We Land, de SBTRKT (Young Turks, 2014).
                    • 5 min

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                    From the publisher's feed

                    Olá, ouvinte. Sou Methusa, o Louco no Synth. E neste espaço, disserto sobre alguns projetos musicais da seara eletrônica, alternativa ou experimental.