Eu não sou a melhor alternativa para introduzir o espectador, tendo ou não uma relação particular com este, a um plano. Ironicamente, este projeto é da minha autoria e, embora não seja a primeira vez trazendo-o ao mundo, e explicando a sua essência, preservo, como se estivesse enjaulada em meu embrião, a timidez ao explaná-lo. Contudo, como estou por trás de todo engrenamento, detenho a precisão de expor o que isto é, e quem sou: pois bem, prazer, meu nome é Matheus, mas podem me chamar por Methusa, o Louco no Synth.