Luciano Pires Podcasts - Café Brasil, Cafézinho e Lidercast

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By Luciano Pires & Café Brasil Editorial LtdaSociety & Culture
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Luciano Pires Podcasts - Café Brasil, Cafézinho e Lidercast episodes

  • LiderCast 210 - Sarah Rosa

    “Atriz pornô e acompanhante” como ela mesmo se define. Uma conversa fascinante sobre escolhas e a difícil vida das “mulheres de vida fácil”. 

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    1 hr 26 min
  • Cafe Brasil 745 - Superhomem

    O programa de hoje passa por igualdade de gêneros. E será a partir da obra de um de nossos maiores artistas: Gilberto Gil. Só que tem uma coisa. Se você está contaminado pela política, se não gosta do Gil político, se só consegue enxergar as opiniões erradas que ele tem sobre como deve ser a sociedade, do pessoal com quem ele anda, cara! Olha: para por aqui tá? Neste episódio, estou interessado no poeta, no sujeito que teve a coragem de trazer a público, quase 50 anos atrás, um debate que hoje é considerado moderno.

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    35 min
  • Cafezinho 336 – Dê uma chance pra sorte

     

    Em Rondonópolis, eu fui comprar um cabo para celular. Chegando ao shopping descobri que esquecera a carteira. Voltei para o hotel e retornei ao shopping. Coisa de 15 minutos. Quando desci do carro, vi o rio ao lado e fui presenteado por um pôr do sol de tirar o fôlego. Maravilhoso, exuberante. Bati uma foto e, à noite, na palestra, contei a história e agradeci ao povo de Rondonópolis por me recepcionar com aquela cena maravilhosa. Mostrei a foto do pôr do sol e a plateia explodiu em aplausos.

    Quanto daquilo foi sorte, hein? Foi sorte eu ter esquecido a carteira? Foi sorte o hotel ficar perto? Foi sorte eu lembrar de tirar a foto? Sorte colocá-la na palestra? Se eu tivesse seguido a rotina, não tivesse esquecido a carteira, não teria visto o pôr do sol e nem tirado proveito da situação... Cara, eu sou um sujeito sortudo…

    Sorte é timing: estar no lugar certo, na hora certa. Quem tem sorte tem timing. Mas tem mais. Está no lugar certo, na hora certa... e preparado!

    Lugar certo: eu escolho onde quero estar. Quando não posso escolher, vou, mas fico em busca do melhor lugar.

    Hora certa: eu avalio os contextos para entender como e quando as coisas acontecem. E muitas vezes consigo escolher a hora certa para me fazer presente.

    Preparado: opa! Aí é comigo mesmo. Se eu tenho um plano, eu sei o que quero e como quero, acabo descobrindo o que preciso fazer para me preparar caso a sorte chegar. E quando ela aparece, eu estou lá, prontinho pra pegar…Sacou?

    Não dá pra provocar a sorte. Mas dá pra dar uma chance pra ela.

     

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    5 min
  • Cafezinho 335 - Identidade

    Que povo eu sou

    que senta comigo no sofá

    e que assiste a tv embasbacado?

    Que povo eu sou

    se não sou um

    mas muitos nós?

    Que povo eu sou

    que vai à missa

    e pede perdão e pede clemência

    e salvação pelos erros

    que cometem comigo?

    Que povo eu sou

    incompleto e perdido?

    Que povo eu sou

    que vivo olhando

    para o meu próprio umbigo

    e não me encontro em mim

    mesmo nos outros eus?

    Que povo eu sou

    se não sou eu?

     

    Esse pequeno poema chama-se Identidade, e é de autoria de Heraldo Montenegro. Usei-o num podcast Café Brasil bem, antigo e me lembrei dele hoje, quando dava uma olhada nas notícias dos grandes portais. Estou a um passo de não reconhecer mais que povo eu sou, sabia?

    Sim, a gente vive um momento único na história, de pressões angustiantes, com uma ameaça contínua que não poupa ninguém. Este era exatamente o momento para estarmos unidos, combatendo um inimigo comum. Como já fizemos em alguns momentos da história.

    Mas não. Não me reconheço mais neste povo incompleto e perdido, olhando para o próprio umbigo.

    Mudou o povo ou mudei eu?

     

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    Versão do Youtube em https://www.youtube.com/watch?v=T_VNfliUk1U&feature=youtu.be

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    5 min
  • LiderCast 209 - Gabriel Lima

    CEO da Enext e uma das mais jovens referências nos negócios digitais no Brasil. Autor do livro Líderes Digitais, um ensaio sobre como gerir negócios digitais na visão de 21 líderes brasileiros.

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    1 hr 15 min
  • Cafe Brasil 744 - A sinalização de virtude

    Você já ouviu alguns ditados como “faça o que digo, não faça o que eu faço” ou “muito papo, pouca ação” ou ainda “walk the talk”? Tudo isso tem a ver com se comprometer com aquilo que você diz que é. E um fenômeno curioso tem sido cada vez mais observado na sociedade. É antigo, mas ganhou nome novo: sinalização de virtude. É por aí que vamos hoje.

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    26 min
  • Cafezinho 334- Eu vi Rivellino jogar

    Cafezinho 334 – Eu vi Rivellino jogar

    E o algoritmo do Youtube me traz um vídeo chamado “Roberto Rivellino was incredible”. Dezessete minutos de tirar o fôlego, cara.

    Olha, ao mesmo tempo, na TV, eu vejo que a Seleção Brasileira joga. Se bobear, a gente nem sabe que jogou, muito menos os nomes dos jogadores. Cara, estou falando da seleção pentacampeã do mundo. Uma entidade, que hoje vive da memória da mítica camisa amarela que um dia teve Rivellino na 11.

    Eu vi Rivellino jogar. E isso me afastou do futebol.

    Os psicólogos definem dois tipos de orgulho: o orgulho autêntico, de sentir-se bem consigo próprio, confidente e produtivo; e o “orgulho hubrístico“, que envolve a egolatria, a arrogância, o descaso… a vaidade. Hubrístico vem de húbris, conceito criado pelos antigos gregos para sinalizar um comportamento desmedido, que contrariava ou desafiava os deuses e causava o declínio e a ruína de quem se comportava daquela forma. Húbris é o excesso de orgulho.

    Rivellino brilhou numa sociedade de escassez, sem puxação de saco, viajando de ônibus por horas, jogando duas, três vezes por semana, com chuteira e bola de couro. De capotão. Foi forjado na dificuldade, e tinha o orgulho autêntico de quem sabe quanto custou cada degrau conquistado.

    A molecada de hoje joga essa coisa que chamam de futebol, tem o orgulho hubrístico. Preocupa-se com o cabelinho, com a tatoo, com o fone de ouvido e com as redes sociais. O gol... é acessório.

    Por isso, toda vez que ligo a TV e vejo um jogo, lembro que vi Rivellino jogar. Aí mudo pro MMA. Pelo menos lá os caras dão o sangue.

     

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    6 min
  • Cafezinho 333- O mentor

    A Odisséia, o relato feito por Homero das façanhas de Ulisses em seu retorno à ilha de Ítaca, é uma continuação da Ilíada, o grande poema épico que relata o cerco à cidade de Tróia. Para recuperar Helena, raptada pelo príncipe Páris, os gregos com 1.186 barcos e 50 mil guerreiros, mantiveram Tróia, a cidade do Rei Príamo, num cerco de dez anos. Ao conseguirem finalmente tomar a cidade, submeteram-na a um impiedoso saque e a incendiaram. Com isso insultaram Poseidon, o deus do mar, que a protegia.

    Desde então a desgraça abateu-se sobre muitos dos comandantes gregos.

    E Ulisses, responsável pelo cavalo de madeira que os troianos pensaram ser um presente e ingenuamente levaram para dentro das muralhas, decretando o fim da cidade, levou a pior. Foi condenado a vagar pelos mares ameaçado de jamais voltar a ver sua esposa, seu filho e seu pai

    Mas Ulisses havia tomado um cuidado. Quando partiu para a guerra de Tróia, confiou a um sábio, um velho amigo chamado Mentor, seu filho Telêmaco e sua esposa Penélope.  Mentor foi responsável pela educação da criança, formação de seu caráter, valores e, por fim, pela sabedoria de suas decisões.  A presença de Mentor era fundamental quando decisões práticas ou escolhas críticas tinham de ser feitas.

    Mentor foi uma importante figura de transição na vida de Telêmaco durante sua jornada da infância à maturidade. Veio daí o termo "mentor", que designa uma espécie de educador.

    E você, hein? Tem seu mentor? Ou sua mentora?

     

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    Versão do Youtube em

    https://www.youtube.com/watch?v=RcF14lPjT7A&feature=youtu.be

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    5 min
  • LiderCast 208 - Alon Lavi

    Bacharel em Engenharia Biotecnológica na Universidade Ben-Gurion, em Israel, Alon é diplomata de carreira e Cônsul Geral de Israel em São Paulo. Uma conversa fascinante sobre Israel, Brasil e o mundo.

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    1 hr 23 min

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