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Você tem a impressão que a vida está passando acelerada? Que cada vez mais coisas estão acontecendo ao mesmo tempo? Que não vai conseguir ler todos os livros que deseja, visitar os lugares de sonho, fazer as loucuras que almeja? Bem, eu me sinto assim, sabe? O tempo passa....
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Um “nerd” fascinado por matemática e por big data, que fica cismado com as informações desencontradas sobre a epidemia da Covid e decide preparar seus próprios gráficos, lançando um pouco de bom senso na gritaria.
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Comemorando o Dia do Podcast 2020, damos a largada na Temporada 16 do Lídercast, com dois programas que vão dar o que falar.
Lançamento ao meio dia do dia 21/10:
LíderCast 205 – Lorenzo Rivoli – um “nerd” fascinado por matemática e por big data, que fica cismado com as informações desencontradas sobre a epidemia da Covid e decide preparar seus próprios gráficos, lançando um pouco de bom senso na gritaria.
Lançamento às 15 horas do dia 21/10:
LíderCast 206 – Alessandro Loiola – Médico, segunda aparição no LíderCast, por conta de seu trabalho incansável em interpretar os dados sobre a Pandemia com ceticismo saudável, tentando jogar um pouco de lucidez num cenário de histeria.
Na sequência:
207 – Danilo Balu – escritor, formado em educação física, corredor, que decide contestar certos dogmas sobre alimentação e emagrecimento e traz uma nova perspectiva sobre os processos para perda de peso.
208 – Alon Lavi – bacharel em Engenharia Biotecnológica na Universidade Ben-Gurion, em Israel, Alon é diplomata de carreira e Cônsul Geral de Israel em São Paulo. Uma conversa fascinante sobre Israel, Brasil e o mundo.
209 – Gabriel Lima – CEO da Enext e uma das mais jovens referências nos negócios digitais no Brasil. Autor do livro Líderes Digitais, um ensaio sobre como gerir negócios digitais na visão de 21 líderes brasileiros.
210 – Sarah Rosa – “atriz pornô e acompanhante” como ela mesmo se define. Uma conversa fascinante sobre escolhas e a difícil vida das “mulheres de vida fácil”.
211 – Luis Grottera – um nome importante do mundo da propaganda brasileira, especializado em “branding” e com muita história para contar.
212 – Felipe Oliva – empreendedor, fundador da Squid, empresa que organiza a comunicação utilizando micro influenciadores digitais, usando para isso a big data.
213 – Brunna Farizel e Lucas Moreira – empreendedores, criadores de um franquia inovadora, que cresce rapidamente, mesmo em tempos de pandemia. Uma conversa excelente sobre as dificuldades da vida de empreendedores. No caso, em casal.
214 – Bianca Oliveira – jornalista e apresentadora, hoje vivendo na Europa, onde produz o podcast Coisas Sobre Você. Um daqueles programas que já no início traz uma baita surpresa.
215 – Marco Antonio Villa – historiador, professor, comentarista polêmico em rádio e televisão. Um papo delicioso sobre as raízes históricas e o cenário atual do Brasil... e sobre futebol!
216 – Denise Pitta – Empreendedora digital, dona do site Fashion Bubbles, pioneiro no segmento da moda na internet. Uma estudiosa de tendências, que fala muito mais do que moda, mas de comportamento e estilo de vida.
Assinantes do Café Brasil recebem a temporada inteira de uma vez só até o final do mês, com as transcrições. Não assinantes, receberão um episódio por semana.
Assine em http://confraria.cafe
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Cafezinho 326 – O atalho
Cara, é ligar a televisão para ter certeza que o mundo vai acabar amanhã. Queimado, infectado, envenenado, asfixiado, olha, eu não sei como, mas acaba amanhã. Somos afogados em muitos dados, poucas informações e nenhum conhecimento.
E como fazer quanto temos de tomar decisões tendo pouca informação, hein? Usamos um sistema chamado heurístico, que é composto por regras simples e eficientes que usamos para fazer nossos julgamentos e tomar decisões. Essas regras são atalhos que simplificam a análise e tomada de decisão, e na maioria das vezes dão certo. Por exemplo, você vai numa pizzaria com oito amigos. Como é que você faz para pedir as pizzas na quantidade certa? Tem o jeito complexo, que é perguntar para cada um quantos pedaços de pizza vai comer e calcular o pedido. E tem o atalho: da última vez vocês pediram seis pizzas, é só pedir a mesma quantidade de novo e tá tudo resolvido.
O risco dos atalhos é que eles nos deixam vulneráveis para o viés cognitivo, a tendência que a gente tem de acreditar em determinadas coisas, independente dos fatos, né?
Isso provoca desvios da lógica, da probabilidade e das escolhas racionais. Escolhemos aquilo que gostamos, e não aquilo que é certo ou que precisamos.
E aí é isso que estamos vendo: torcidas pra todo lado. Torcida de time de futebol, torcida de gosto, torcida de políticos, torcida de remédios, cara.
É surreal.
O que fazer então? Bem, não acho que vale a pena abandonar os atalhos, o que eu tenho tentado fazer é enriquecer meu processo de julgamento e tomada de decisão. Faço isso me expondo a ideias, experiências, pessoas e situações múltiplas. Cada vez mais. Exercendo minha curiosidade genuína, sem me prender às modinhas da hora.
Olha, nada disso garante que pegarei o atalho preciso, mas com certeza garante que estarei na direção certa.
O que, neste mundo maluco, cara, é uma baita vantagem.
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https://www.youtube.com/watch?v=2KfO5TnaDmI&feature=youtu.be
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Quem acompanha meu trabalho sabe que eu lancei alguns meses atrás o curso on-line Produtividade Antifrágil. Foi um sucesso, com 900 alunos e uma avaliação espetacular.
Bem, agora eu dou largada num projeto mais ambicioso que chamei de MLA – Master Life Administration, nome em inglês porque é chique no úrtimo. Não tem MBA? Pois eu lanço o MLA, um programa de 18 meses e seis módulos com vídeos, lives e muito material de apoio exclusivo. Vamos questionar, provocar e oferecer aos alunos um pouco de luz sobre Planejamento, Comunicação, Inovação, Liderança, Produtividade e Moral e Ética, de forma prática e com base na experiência de quem há pelo menos 40 anos, atua liderando equipes e empreendendo no Brasil.
Um ponto chave é a interação com os alunos, e desta vez radicalizamos. O programa nascerá com um grupo que chamei de os 35 MLA. Serão os primeiros 35 alunos que aderiram ao programa, e que atuarão como um Conselho, opinando no desenvolvimento do projeto, participando de lives exclusivas e tendo acesso vitalício, total e irrestrito a todos os materiais criados para o curso. E aos bastidores e mais uns mimos que surgirão durante o processo. A assinatura do 35MLA dará direito também a um curso preparatório, o CAMP, que antecederá os seis módulos.
A proposta dos 35 MLA tem cota. 30 vagas são para nosso grupo de assinantes e alunos, e 5 vagas para o público. São essas 5 que restam...
Para já garantir o seu lugar no grupo dos 35 MLA, ou tirar dúvidas pelo Whatsapp, acesse o link 35mlacafebrasil.com.
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https://www.youtube.com/watch?v=xI3soe0PTko&feature=youtu.be
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Hoje tratamos da importância de divertir-se enquanto você executa suas obrigações. Mas mais que divertir-se, o segredo é deleitar-se. O tema do programa, uma revisita ao Café Brasil 20 lááááááá de 2007, é o deleite, que quer dizer gozo íntimo e suave, prazer inteiro, pleno. E o deleite contagia!
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Em 1966 um estudo sobre o tempo que os jogadores de xadrez levavam para fazer um movimento depois que o oponente fazia o dele, mostrou que jogadores classe C levavam poucos segundos para reagir. Especialistas, levavam sete minutos. Mestres, levavam dez minutos. E Grandes Mestres, vinte minutos. A razão é que os movimentos do oponente davam oportunidade para reconsiderar todas as opções do tabuleiro e aprimorar as escolhas para vitória.
Percebeu? QuanTo mais o jogador conhecia, mais tempo levava para decidir a jogada. Por isso era Grande Mestre.
Pois é isso que tenho percebido nos jogos de análise política e social: quanto mais o sujeito ignora o assunto, mais rápido tira conclusões e dá sua opinião. Quem conhece o assunto, demora para se pronunciar.
Por isso criei uma regra: quando chega uma notícia bombástica, eu só me pronuncio depois de 48 horas. É o tempo necessário para que informações complementares apareçam, outros lados sejam ouvidos e reflexão seja aplicada sobre as informações. Sem isso, só resta superficialidade. E confesso que EU fico fascinado com a facilidade com que um povo aí sai cantando certezas sobre assuntos que ignora.
Vivemos a República da Superficialidade. E isso não seria problema se a superficialidade não determinasse políticas públicas, investimento de recursos, e cerceamento de nossas liberdades.
Aprenda com os Grandes Mestres: avaliação, repertório, bom senso e nenhuma pressa.
Além de aumentar as chances de vencer a partida, você não paga mico.
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https://www.youtube.com/watch?v=QBRVRCCVgdM&feature=youtu.be
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Em 1973, sonhando em ser cartunista, eu conheci um garoto que havia passado um período de estágio nos estúdios do Mauricio de Souza. O que me chamou a atenção foi que seus desenhos lembravam a turma da Mônica. Ele foi tão influenciado pelo estilo Mauricio de Souza que perdeu a personalidade. Seus desenhos não eram dele, mas um cover do Cebolinha. Aquilo me impactou profundamente. E naquele momento, aos 17 anos de idade, tomei a decisão de jamais permitir que aquilo acontecesse comigo. Eu nunca ficaria na sombra de ninguém. E fui assim a vida toda.
Quando comecei a trabalhar com a Internet, aquela decisão prevaleceu. Nunca aceitei ficar debaixo de qualquer grande portal. Não. Eu não queria ficar como eles. Isso implicou diretamente no formato do Podcast Café Brasil, por exemplo, que nasceu com a missão de tocar músicas que não tocavam nas rádios. Eu queria liberdade, e isso me custou caro. Como independente, meu alcance sempre foi muito mais baixo, o impacto idem e a remuneração, nem se fala.
Aí as mídias sociais surgiram, oferecendo aos geradores de conteúdo plataformas para que seu trabalho fosse divulgado. Muita gente entrou de cabeça e não demorou para que Youtube, Facebook, Instagram e outros tubarões começassem a impor suas regras. Primeiro as técnicas. Depois as ideológicas. E aí é o que estamos vendo: gente sendo cancelada, censurada e podada pelos donos das plataformas, que querem que os criadores de conteúdo pensem como eles, falem como eles, ajam como eles.
Graças àquele cartunista de 1973, eu tô fora.
Minha liberdade não tem preço.
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https://www.youtube.com/watch?v=BbXda2wUuLo&feature=youtu.be
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Todo mês, publicamos no Café Brasil Premium um Podsumário, sumário comentado de um livro que não foi lançado no Brasil. Este mês foi o livro Encantador de Millenials, que trata de choque de gerações, e explica o que é a geração que maior impacto tem na força de trabalho e de consumo mundial. A geração dos Millenials. E hoje eu vou mostrar um resumo de alguns pontos. E vou tentar fazer uma trilha sonora que vai na mesma onda, tá?
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Fiz uma Live esta semana e algumas pessoas me disseram: “Luciano, dava pra perceber que você estava se divertindo!”
Você já vivenciou isso, hein? Lidou com alguém que parece estar se divertindo com o que faz? Até algum tempo atrás eu usava essa expressão “divertindo-se”, até que eu procurei num dicionário e vi que “diversão” quer dizer recreação, distração, entretenimento. O que não era bem a definição do que eu estava sentindo. Parti em busca da palavra perfeita e achei “deleite”, que quer dizer gozo íntimo e suave, prazer inteiro, pleno. Delicia. Agora, sim!
Sempre que vejo um trabalho bem feito, que me passa um “algo mais”, uma sensação boa, eu concluo que alguém ali andou se deleitando, tendo prazer. E, acredite, esse deleite é contagioso. Ele passa pra gente, pelo brilho nos olhos, pela empolgação no falar, no gestual. E mesmo que o interlocutor não esteja presente, funciona! Sabe aquele quadro que você observa e “sente” que algo lhe toca? Aquela melodia que emociona? Aquele poema que lhe massageia a alma? Aquele texto que lhe faz refletir? Pois é. Tenha certeza que alguém andou se deleitando enquanto produzia aquilo. E você foi contagiado. Percebeu?
Então fica assim: Meu desejo é que você se deleite. No trabalho, nos estudos e no lazer. E que seja rodeado por gente que se deleita também.
Esse é o meu objetivo pessoal. Antes de fama, sucesso ou dinheiro, eu quero deleite.
O resto é consequência.
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Versão do Youtube https://www.youtube.com/watch?v=Ozlo70U0oq0&feature=youtu.be
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