Luciano Pires Podcasts - Café Brasil, Cafézinho e Lidercast

Luciano Pires Podcasts - Café Brasil, Cafézinho e Lidercast

By Luciano Pires & Café Brasil Editorial LtdaSociety & Culture
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Luciano Pires Podcasts - Café Brasil, Cafézinho e Lidercast episodes

  • Café Brasil 690 – Vale quanto?

    Cara, você aceita pagar pelo ingresso de um show a metade do salário mensal de um professor ou policial militar? Ou 9 mil reais por um iPhone? Por que tem tanta gente ganhando tanto quando tantos outros ganham tão pouco? O que é que faz alguém ou algo valer mais ou menos?

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    27 min
  • Cafezinho 226 – O MCSC

    No ano em que nasci, em 1956, enquanto fabricávamos nossos primeiros automóveis no Brasil, os chineses andavam de carro de boi; os indianos, de elefante; os coreanos, a pé.

    E andavam em estradas destruídas pelas guerras.

    Aqueles países eram conhecidos pela miséria industrial, política e econômica. Gigantescos fracassos, que se apagavam diante da exuberância de um Brasil emergente.

    Qualquer um apostaria em nós!

    Pois é... Levamos quase setenta anos para inverter as apostas.

    E hoje importamos automóveis da China, da Índia e da Coréia.

    A expectativa dos loucos chineses, indianos e coreanos é de conquistar o mundo, como queriam os brasileiros de sessenta, setenta anos atrás.

    A expectativa dos normais brasileiros de 2019 é ter um dinheirinho pra comprar um carrinho. De preferência chinês, que é mais baratinho. E até bonitinho.

    É a expectativa de quem vive na média, acostumado com o que é meio-bom, meio-suficiente, meio-competente, meio-confortável, meio-saudável.

    A expectativa de quem é meia-boca, de quem não percebe que meio-bom é meio-ruim, meio-honesto é meio-desonesto, meio-competente é meio-incompetente.

    Com que metade você fica?

    Mas uma pequena chama de esperança se acende. Nunca falamos tanto de política. Nunca explicitamos de forma tão clara nossa insatisfação.

    Nunca tantos figurões estiveram na cadeia. Nunca ficou tão explícita a falácia do "país dividido!".

    Nunca a mentira foi exposta com tanta clareza. Nunca se aplaudiu como hoje o combate à corrupção.

    Nunca ficou tão claro que o mal feito, seja da cor, partido, sexo, ideologia que for, merece punição.

    Apesar da gritaria de uma minoria perigosa e infeliz, que luta desesperadamente pelo retrocesso, parece que o movimento na direção do país que queremos é irreversível.

    Um movimento que independe de partidos, de políticos, de líderes visionários, de gurus salvadores da humanidade.

    Um movimento de quem está de saco cheio com o meia-boca.

    Pois vou lançar a hashtg: #AquiNão pra gente usar quando ouvir o nhémnhémnhém do "sempre foi assim", "mas", "e o fulano?".

    E lançar também o MCSC - Movimento dos Com Saco Cheio, composto dos que não se contentam com o meio, dos que querem o Brasil inteiro.

    Mas é bom andar logo, viu?

    Os chineses também querem.

     

    De onde veio este Cafezinho tem muito mais, como palestras, podcasts, videocasts e textos. Acesse lucianopires.com.br e mergulhe no fitness intelectual.

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    4 min
  • Cafezinho 225 – O Meu Everest

    Em 1953, Edmund Hillary e Tenzing Norgay pela primeira vez colocaram os pés de um ser humano no topo da montanha mais alta do mundo, o Everest, com 8850 metros de altura!

    Um feito gigantesco, em nome do qual pelo menos duas centenas de pessoas já morreram.

    Que força terá aquela montanha para marcar dessa forma a vida das pessoas?

    Ou não será a montanha?

    Pois em abril do ano 2000, resolvi que partiria atrás de um sonho antigo: chegar até o Campo Base do Everest, passando por altitudes de até 5.700 metros, na Cordilheira do Himalaia, no Nepal.

    Mas eu tinha um problema: era um executivo de uma grande empresa global. Sedentário. Casado. Com filhos. Estressado. Sem tempo...

    Minha experiência com caminhadas com mochilas às costas? Nenhuma.

    Com altitudes? Bariloche, por volta dos 3 mil metros.

    Mas eu resolvi que ia e parti atrás de meu sonho. Coloquei como objetivo viajar em abril de 2001, assim eu teria um ano para me preparar.

    E acabei fazendo a maior viagem da minha vida, uma aventura transformadora, que determinou o que aconteceria comigo no futuro.

    Um dos pontos altos da viagem foi quando cheguei no mosteiro de Tengboche.No meu diário escrevi assim:

    "Quanto tempo passei imaginando este momento... Assistindo aos raios de sol mudando a cor da montanha.

    É só um pedaço de pedra, mas deixa todo mundo hipnotizado.

    Vejo todos em pé, assistindo em silêncio. De trás das nuvens, vem a lua cheia... Flocos de neve caem sobre a gente.

    Agora o sol baixou e a única montanha iluminada é o Everest.

    Estou morto de cansaço, com dores pelo corpo, nariz entupido, saudades de casa, mas nada disso impede que eu me deslumbre aos pés do Ama Dablam."

    É tudo isso que pretendo contar no dia 20 de novembro próximo, quando farei a minha palestra O Meu Everest dentro do Positive-se Talks, em São Paulo.

    Falarei sobre onde queremos chegar, como vamos para lá e o que é preciso para ir até lá.

    Nos livros, isso tem o nome de planejamento estratégico.

    Completa-se com motivação e com a capacidade de praticar a “acabativa”, que é sair do sonho e do blábláblá para a ação.

    Vamos nessa?

    Acesse bit.ly/meueverest19 e participe de uma noite de inspiração, provocação e ação.

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    3 min
  • LíderCast 176 – Willians Fiori
    Professor, podcaster e profissional de marketing e vendas da área de saúde, que se especializou em Gerontologia. Uma conversa fascinante sobre aquilo que alguns chamam de “melhor idade”, mas que é na verdade a envelhescência.
    0 min
  • LíderCast 176 – Willians Fiori
    Professor, podcaster e profissional de marketing e vendas da área de saúde, que se especializou em Gerontologia. Uma conversa fascinante sobre aquilo que alguns chamam de “melhor idade”, mas que é na verdade a envelhescência.
    0 min
  • LíderCast 176 – Willians Fiori

    Professor, podcaster e profissional de marketing e vendas da área de saúde, que se especializou em Gerontologia. Uma conversa fascinante sobre aquilo que alguns chamam de “melhor idade”, mas que é na verdade a envelhescência.

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    1 hr 23 min
  • Café Brasil 689 – A Missão

    De quando em quando publicamos no Café Brasil a íntegra de algum bate-papo que realizamos no LíderCast. Fazemos isso sempre que encontramos conversas tão inspiradoras que precisam ser ouvidas por mais gente.  É o caso do programa de hoje, com Henrique Prata, que está à frente do Hospital de Amor de Barretos.

    Que história inspiradora... que missão.

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    2 hr 1 min
  • Cafezinho 224 – Sobre Doação de Órgãos

    Hoje quero reproduzir um texto do poeta norte americano Robert Noel Test, que morreu em 1994. Ele foi um dos pioneiros na promoção da doação de órgãos e escreveu em 1976 assim:   Numa hora qualquer, um médico determinará que meu cérebro parou de funcionar e que, para todos efeitos, minha vida acabou.   Quando isso acontecer, não tente enfiar vida artificial em meu corpo usando uma máquina. E não chame isto de meu leito de morte. Chame de leito de vida, e deixe que meu corpo seja levado para ajudar que outras pessoas vivam suas vidas plenamente.   Dê minha visão para um homem que nunca viu um nascer do sol, o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma mulher.   Dê meu coração para uma pessoa cujo coração causou nada além de dias de sofrimento.   Dê meu sangue para o jovem que foi retirado dos destroços de seu carro, para que ele viva para ver seus netos brincarem.   Dê meus rins para alguém que depende de uma máquina para existir, semana após semana.   Pegue cada osso, cada músculo, cada fibra e nervo de meu corpo e descubra uma forma de fazer uma criança aleijada caminhar. Explore cada canto de meu cérebro. Pegue minhas células, se necessário e faça-as se reproduzirem para que um dia um garoto mudo grite ao ver um morcego e uma menina surda ouça o barulho da chuva em sua janela.   Pode cremar o que sobrar de mim e espalhe minhas cinzas ao vento para ajudar as flores a crescer.   Se você tiver de enterrar alguma coisa, que sejam minhas falhas, minhas fraquezas e meus preconceitos contra meus amigos.   Dê meus pecados para o diabo. Dê minha alma para Deus. E se, por acaso, você desejar se lembrar de mim, faça isso com um ato ou palavra de bondade para alguém que precisa de você.   Se você fizer tudo que eu pedi, eu viverei para sempre.   Ouça o Podcast Café brasil 668 – Sobre doação de órgãos. Doar órgãos é doar vida.       Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, um MLA – Master Life Administration, que ajuda a refinar sua capacidade de julgamento e tomada de decisão. www.cafebrasilpremium.com.br

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    3 min
  • Cafezinho 223 – Sobre pesos e contrapesos

    O advogado, poeta e dramaturgo francês François Andrieux escreveu um poema chamado “O Moleiro de Sans-Souci”, que ilustra muito bem as ideias de outro francês, o Barão de Montesquieu que, em sua obra “O Espírito das Leis”, consagrou a Teoria da Separação dos Poderes, também conhecida como Sistema de Freios e Contrapesos.

    Montesquieu acreditava que para evitar governos absolutistas e tirânicos, seria fundamental estabelecer a autonomia e os limites dos poderes. O Legislativo, o Executivo e o Judiciário sendo autônomos em suas funções, mas um contendo os abusos do outro de forma que se equilibrassem.

    Funções distintas, mas harmônicas e independentes.

    No poema, Andrieux conta que Frederico II, rei da Prússia, construiu um belo palácio numa região chamada Sans-Souci, que significa “sem preocupação”, próxima a Berlim. Imagine a maravilha que um lugar chamado “sem preocupação” deve ser...

    Mas havia no local um velho moinho de vento que impedia a visão do rei e atrapalhava a ampliação de seu palácio. O rei tentou demolir o moinho, oferecendo compensações para o moleiro, mas sem sucesso. Chamado para uma conversa, o moleiro disse que ele, seu pai e seu avô trabalharam a vida toda naquele moinho, e que seu filho faria o mesmo. Não venderia o moinho de jeito nenhum.

    Frederico II, disse então: “Sabes que se eu quisesse, poderia expropriar o moinho, sem lhe dar nenhuma compensação, não sabes?”

    E o moleiro respondeu: “O senhor? Tomar-me o moinho? Só se não existissem juízes em Berlim!”

    Encantado que, sob seu reinado, alguém acreditasse em justiça, o monarca riu, se voltou para alguns súditos e disse: "Bem, meus senhores, eu acho que devemos mudar nossos planos. Vizinho, mantenha o seu bem. Eu amo sua resposta. "

    Dessa história veio a frase “Ainda existem juízes em Berlim”, como símbolo da independência, isenção e equilíbrio da Justiça, que não veria diferença alguma entre o humilde moleiro e o poderoso monarca.

    A Justiça verdadeira limita o poder absoluto dos governantes.

    Por isso estamos assistindo nestes dias o Supremo Tribunal Federal dando ordens ao Executivo e legislando no lugar do Legislativo.

    São os freios e contrapesos.

    Mas quem é que controla os juízes de Brasília?

     

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    3 min

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