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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (16/12/2025):
Projeções indicam que o governo Lula deve encerrar 2026 com endividamento maior do que o prometido no lançamento do arcabouço fiscal. À época, o cenário-base da equipe econômica era de que a regra para as contas públicas estabilizaria a dívida do País em 76,54% do PIB no último ano de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Hoje, porém, a previsão dos analistas é de que a dívida brasileira vai se aproximar de 84% do PIB. O elevado endividamento do País preocupa investidores. Mais do que o crescimento da dívida previsto, não há indicação, por ora, de que o Brasil vai conseguir estancar esse aumento nos próximos anos. Procurado, o Ministério da Fazenda informou que as previsões para a dívida mudaram “devido a diversos fatores não previstos à época do lançamento” do arcabouço fiscal e ressaltou que “é nítido o processo de consolidação fiscal”.
E mais:
Política: PF pericia aparelho usado na Lava Jato por suspeita de grampo ilegal
Economia: Toffoli autoriza retomada do caso Master
Metrópole: Cinco dias após ventania, 50 mil casas seguem sem luz
Internacional: Herói que desarmou atirador na Austrália é muçulmano sírio
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By Estadão4.3
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (16/12/2025):
Projeções indicam que o governo Lula deve encerrar 2026 com endividamento maior do que o prometido no lançamento do arcabouço fiscal. À época, o cenário-base da equipe econômica era de que a regra para as contas públicas estabilizaria a dívida do País em 76,54% do PIB no último ano de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Hoje, porém, a previsão dos analistas é de que a dívida brasileira vai se aproximar de 84% do PIB. O elevado endividamento do País preocupa investidores. Mais do que o crescimento da dívida previsto, não há indicação, por ora, de que o Brasil vai conseguir estancar esse aumento nos próximos anos. Procurado, o Ministério da Fazenda informou que as previsões para a dívida mudaram “devido a diversos fatores não previstos à época do lançamento” do arcabouço fiscal e ressaltou que “é nítido o processo de consolidação fiscal”.
E mais:
Política: PF pericia aparelho usado na Lava Jato por suspeita de grampo ilegal
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