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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (03/12/2025):
Em telefonema de cerca de 40 minutos para Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se disse preocupado com a iminente ação militar americana na Venezuela. De acordo com relatos obtidos pelo Estadão, Lula afirmou esperar uma saída diplomática o mais rapidamente possível. Lula afirmou a Trump que uma ofensiva dos EUA teria efeitos sobre Brasil, Colômbia e países vizinhos. Trump teria sido evasivo. Não confirmou que vai atacar nem prometeu um acordo. O Brasil acredita que os EUA não tenham apoio de União Europeia, Rússia ou China para uma intervenção na Venezuela. Em conversas reservadas, auxiliares do presidente brasileiro afirmaram que, por trás da disputa, está o interesse americano no petróleo venezuelano, visão compartilhada pelo governo colombiano e pela ditadura de Nicolás Maduro.
E mais:
Política: Alcolumbre cancela sabatina de Messias e acusa governo Lula de ‘omissão grave’
Economia: Tesouro exige juro menor para dar aval a empréstimo aos Correios
Metrópole: Governo contrata empresa de suspeito de corrupção para obra em presídio
Cultura: ‘Stranger Things’ chega ao final depois de dez anos
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By Estadão4.3
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (03/12/2025):
Em telefonema de cerca de 40 minutos para Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se disse preocupado com a iminente ação militar americana na Venezuela. De acordo com relatos obtidos pelo Estadão, Lula afirmou esperar uma saída diplomática o mais rapidamente possível. Lula afirmou a Trump que uma ofensiva dos EUA teria efeitos sobre Brasil, Colômbia e países vizinhos. Trump teria sido evasivo. Não confirmou que vai atacar nem prometeu um acordo. O Brasil acredita que os EUA não tenham apoio de União Europeia, Rússia ou China para uma intervenção na Venezuela. Em conversas reservadas, auxiliares do presidente brasileiro afirmaram que, por trás da disputa, está o interesse americano no petróleo venezuelano, visão compartilhada pelo governo colombiano e pela ditadura de Nicolás Maduro.
E mais:
Política: Alcolumbre cancela sabatina de Messias e acusa governo Lula de ‘omissão grave’
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