Após os ataques conjuntos de Israel e dos Estados Unidos ao Irão, que se seguem a um longo conflito que opôs o exército israelita ao Hamas, na Faixa de Gaza, o mundo está em suspenso face aos perigos que estão a provocar na economia mundial.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, defendem que o mundo ficaria melhor sem o Irão, a quem acusam de querer enriquecer urânio para poder fabricar armas nucleares, com Teerão a negar e a garantir que pretende utilizá-lo apenas para fins civis.
A Europa, a NATO e os países árabes pouco respaldo têm dado à ofensiva israelo-norte-americana, estranhando-se o quase silêncio da China e Rússia, países tradicionalmente próximos do Irão, numa altura em que Reza Pahlavi, filho do último xá do Irão, deposto na Revolução Islâmica de 1979, parece ter deixado de ser uma solução para o país.