Luta e Coragem

Luta e Coragem

By Berço de Maria de NazaréReligion & SpiritualityReligion
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Luta e Coragem episodes

  • Canção do Natal, Casimiro Cunha
    Canção do Natal
    Mestre Amado, agradecemos,
    Em teu Natal de alegria,
    A paz que nos anuncia
    A vida superior...
    Por nossa esperança em festa,
    Pelo pão, pelo agasalho,
    Pelo suor do trabalho,
    Louvado sejas, Senhor!...
    Envoltos na luz da prece,
    Louvamos-te os dons supremos,
    Nas flores que te trazemos,
    Cantando de gratidão!.
    Felizes e reverentes,
    Rogamos-te, Doce Amigo,
    A bênção de estar contigo
    No templo do coração.
     
    CASIMIRO CUNHA
     
    Do livro Antologia Mediúnica do Natal, de Francisco Cândido Xavier, edição da Federação Espírita Brasileira.
    Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    2 min
  • O espiritismo, Alan Kardec
    O Espiritismo.
    5. O Espiritismo é a ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e as suas relações com o mundo corpóreo. Ele no-lo mostra, não mais como coisa sobrenatural, porém, ao contrário, como uma das forças vivas e sem cessar atuantes da natureza, como a fonte de uma imensidade de fenômenos até hoje incompreendidos e, por isso, relegados para o domínio do fantástico e do maravilhoso. É a essas relações que o Cristo alude em muitas circunstâncias e daí vem que muito do que ele disse permaneceu ininteligível ou falsamente interpretado. O Espiritismo é a chave com o auxílio da qual tudo se explica de modo fácil.
    6. A lei do Antigo Testamento teve em Moisés a sua personificação; a do Novo Testamento tem-na no Cristo. O Espiritismo é a terceira revelação da lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, sim pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, com o concurso de uma multidão inumerável de intermediários. É, de certa maneira, um ser coletivo, formado pelo conjunto dos seres do mundo espiritual, cada um dos quais traz o tributo de suas luzes aos homens, para lhes tornar conhecido esse mundo e a sorte que os espera.
    7. Assim como o Cristo disse: “Não vim destruir a lei, porém cumpri-la”, também o Espiritismo diz: “Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução.” Nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo; mas desenvolve, completa e explica, em termos claros e para toda gente, o que foi dito apenas sob forma alegórica. Vem cumprir, nos tempos preditos, o que o Cristo anunciou e preparar a realização das coisas futuras. Ele é, pois, obra do Cristo, que preside, conforme igualmente o anunciou, à regeneração que se opera e prepara o reino de Deus na Terra.
    Evangelho Segundo Espitismo, capítulo 1, item 5 a 7. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    4 min
  • O Cristo, Alan Kardec
    O Cristo. 3. Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de Deus; veio cumpri-la, isto é, desenvolvê-la, dar-lhe o verdadeiro sentido e adaptá-la ao grau de adiantamento dos homens. Por isso, é que se nos depara, nessa lei, o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina. Quanto às leis de Moisés, propriamente ditas, ele, ao contrário, as modificou profundamente, quer na substância, quer na forma. Combatendo constantemente o abuso das práticas exteriores e as falsas interpretações, por mais radical reforma não podia fazê-las passar, do que as reduzindo a esta única prescrição: “Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo”, e acrescentando: aí estão a lei toda e os profetas.
    Por estas palavras: “O céu e a Terra não passarão sem que tudo esteja cumprido até o último iota”, quis dizer Jesus ser necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral, isto é, fosse praticada na Terra inteira, em toda a sua pureza, com todas as suas ampliações e conseqüências. Efetivamente, de que serviria haver sido promulgada aquela lei, se ela devesse constituir privilégio de alguns homens, ou, mesmo, de um único povo? Sendo filhos de Deus todos os homens, todos, sem distinção nenhuma, são objeto da mesma solicitude.
    4. Mas, o papel de Jesus não foi o de um simples legislador moralista, tendo por exclusiva autoridade a sua palavra. Cabia-lhe dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento; a autoridade lhe vinha da natureza excepcional do seu Espírito e da sua missão divina. Ele viera ensinar aos homens que a verdadeira vida não é a que transcorre na Terra e sim a que é vivida no reino dos céus; viera ensinar-lhes o caminho que a esse reino conduz, os meios de eles se reconciliarem com Deus e de pressentirem esses meios na marcha das coisas por vir, para a realização dos destinos humanos. Entretanto, não disse tudo, limitando-se, respeito a muitos pontos, a lançar o gérmen de verdades que, segundo ele próprio o declarou, ainda não podiam ser compreendidas. Falou de tudo, mas em termos mais ou menos implícitos. Para ser apreendido o sentido oculto de algumas palavras suas, mister se fazia que novas idéias e novos conhecimentos lhes trouxessem a chave indispensável, idéias que, porém, não podiam surgir antes que o espírito humano houvesse alcançado um certo grau de madureza. A Ciência tinha de contribuir poderosamente para a eclosão e o desenvolvimento de tais idéias. Importava, pois, dar à Ciência tempo para progredir. 
    Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo I, itens 3 e 4 CRISTO. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    4 min
  • Nos Encargos da Vida, Emmanuel
    NOS ENCARGOS DA VIDA
    Emmanuel
    Recorda: Deus nos criou para a execução de determinados encargos, em
    que nos façamos felizes.
    Não digas que a Terra é um mundo exclusivamente de provações.
    Em qualquer degrau da evolução, podes instalar-te no lugar próprio à
    criação de tuas próprias alegrias.
    Necessário reconhecer que te encontras na condição certa e com as
    criaturas mais adequadas para a tarefa a cumprir.
    Conscientiza-te de que ninguém consegue realizar algo sem o apoio de
    alguns, competindo-nos a todos adquirir paciência e tolerância de uns para com os outros
    Aprendamos a viver sem reclamações e sem queixas.
    Os obstáculos e problemas, em maioria, com que somos defrontados na
    desincumbência
    de nossos deveres partem de nós e não dos outros
    Adaptarmo-nos às exigências do trabalho a realizar, sem perder altura no
    ideal superior que
    abraçamos, é norma de triunfo em nossas obrigações.
    Lembremo-nos de que todos aqueles que sabem desculpar as dificuldades
    e faltas alheias
    estão criando fatores de base ao próprio êxito.
    Quem se consagra a servir, serve para viver, honrando a vida em qualquer
    posição.
    CALMA - FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (EMMANUEL). Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    2 min
  • Moisés, Alan Kardec
    CAPÍTULO I
    NÃO VIM DESTRUIR A LEI
    As três revelações: Moisés, Cristo, Espiritismo. — Aliança da ciência e da religião.
    — Instruções dos Espíritos: A nova era.
    1. Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas: não os vim destruir, mas cumpri-los: — porquanto, em verdade vos digo que o céu e a Terra não passarão, sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único iota e um único ponto.
    (S. Mateus, 5:17 e 18.)
    Moisés.
    2. Na lei moisaica, há duas partes distintas: a lei de Deus, promulgada no monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar, decretada por Moisés. Uma é invariável; a outra, apropriada aos costumes e ao caráter do povo, se modifica com o tempo.
    A lei de Deus está formulada nos dez mandamentos seguintes:
    I. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis, diante de mim, outros deuses estrangeiros. — Não fareis imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo na Terra, nem do que quer que esteja nas águas sob a terra. Não os adorareis e não lhes prestareis culto soberano.
    II. Não pronunciareis em vão o nome do Senhor, vosso Deus.
    III. Lembrai-vos de santificar o dia do sábado.
    IV. Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará.
    V. Não mateis.
    VI. Não cometais adultério.
    VII. Não roubeis.
    VIII. Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.
    IX. Não desejeis a mulher do vosso próximo.
    X. Não cobiceis a casa do vosso próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem qualquer das coisas que lhe pertençam.
    É de todos os tempos e de todos os países essa lei e tem, por isso mesmo, caráter divino. Todas as outras são leis que Moisés decretou, obrigado que se via a conter, pelo temor, um povo de seu natural turbulento e indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos, adquiridos durante a escravidão do Egito. Para imprimir autoridade às suas leis, houve de lhes atribuir origem divina, conforme o fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus; mas, só a ideia de um Deus terrível podia impressionar criaturas ignorantes, em as quais ainda pouco desenvolvidos se encontravam o senso moral e o sentimento de uma justiça reta. É evidente que aquele que incluíra, entre os seus mandamentos, este: “Não matareis; não causareis dano ao vosso próximo”, não poderia contradizer-se, fazendo da exterminação um dever. As leis moisaicas, propriamente ditas, revestiam, pois, um caráter essencialmente transitório.
    Evangelho segundo Espiritismo, Capítulo 1. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    4 min
  • Mensagem de uma criança, Meimei
    CAPÍTULO I
    NÃO VIM DESTRUIR A LEI
    As três revelações: Moisés, Cristo, Espiritismo. — Aliança da ciência e da religião.
    — Instruções dos Espíritos: A nova era.
    1. Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas: não os vim destruir, mas cumpri-los: — porquanto, em verdade vos digo que o céu e a Terra não passarão, sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único iota e um único ponto.
    (S. Mateus, 5:17 e 18.)
    Moisés.
    2. Na lei moisaica, há duas partes distintas: a lei de Deus, promulgada no monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar, decretada por Moisés. Uma é invariável; a outra, apropriada aos costumes e ao caráter do povo, se modifica com o tempo.
    A lei de Deus está formulada nos dez mandamentos seguintes:
    I. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis, diante de mim, outros deuses estrangeiros. — Não fareis imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo na Terra, nem do que quer que esteja nas águas sob a terra. Não os adorareis e não lhes prestareis culto soberano.
    II. Não pronunciareis em vão o nome do Senhor, vosso Deus.
    III. Lembrai-vos de santificar o dia do sábado.
    IV. Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará.
    V. Não mateis.
    VI. Não cometais adultério.
    VII. Não roubeis.
    VIII. Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.
    IX. Não desejeis a mulher do vosso próximo.
    X. Não cobiceis a casa do vosso próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem qualquer das coisas que lhe pertençam.
    É de todos os tempos e de todos os países essa lei e tem, por isso mesmo, caráter divino. Todas as outras são leis que Moisés decretou, obrigado que se via a conter, pelo temor, um povo de seu natural turbulento e indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos, adquiridos durante a escravidão do Egito. Para imprimir autoridade às suas leis, houve de lhes atribuir origem divina, conforme o fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus; mas, só a ideia de um Deus terrível podia impressionar criaturas ignorantes, em as quais ainda pouco desenvolvidos se encontravam o senso moral e o sentimento de uma justiça reta. É evidente que aquele que incluíra, entre os seus mandamentos, este: “Não matareis; não causareis dano ao vosso próximo”, não poderia contradizer-se, fazendo da exterminação um dever. As leis moisaicas, propriamente ditas, revestiam, pois, um caráter essencialmente transitório.
    Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    2 min
  • Rainha do Lar, Meimei
    Rainha do lar
    1 Doce Rainha do Lar, quem te relacionará os sacrifícios? Que concha sublime te guardará na Terra, as pérolas do coração, vertidas em forma de lágrimas, para definir-te o salário no Céu?
    2 Todos te devem carinho, raros te conhecem no esplendor de tua renúncia. Embora desconhecidas, porém, as tuas mãos de luz alimentam a vida…
    3 Teces a renda do berço e guardas a nossa existência no ninho acolhedor de teus braços, orvalhando-nos de ternura para que venhamos a crescer no entendimento. Isolada no pequenino reino doméstico, sustentaste-nos os passos primeiros, ensinando-nos a pronunciar o nome de Deus.
    4 Quando todos se fatigavam, à frente de nossos caprichos, era teu coração nosso invariável refúgio.
    5 Desapegaste a ti mesma de todos os adornos, para que nos enfeitássemos de ilusão, quanta vez esquecendo-te à distância de nossos triunfos! Nem por isso te revoltaste, Anjo Amigo!
    6 Bastava que a dor nos anuviasse os olhos para que as tuas mãos desfalecessem de amor, acariciando-nos a face tristonha e arrebatando-nos, de novo, à música do sorriso.
    7 Muitos se ergueram aos clarins da fama, relegando-te à obscuridade e outros muitos atingiram as culminâncias do ouro e do poder, olvidando-te no infortúnio… Entretanto, mãezinha, teus lábios sorriam felizes, abençoando-lhes a vitória!…
    8 Vives na base de todos os monumentos do mundo, no entanto, quão poucos se lembram de ti, crucificada no sofrimento para que a alegria e o progresso assinalem o esforço das criaturas distraídas da Terra!
    9 Enxuga, porém, o teu pranto oculto e não permitas que a flagelação e a saudade, a mágoa e o desencanto te sufoquem a alma. Ainda mesmo apunhalada de angústia, crê e espera, ama e ajuda sempre! 10 Do teu trono de humildade e aflição, alça teu pensamento ao Caminho Estrelado, porque na Glória do Céu a tua dolorosa vigília é abençoada pela Divina Soberana, cujo filho é o nosso Excelso Rei coroado de espinhos.
    Meimei
    L.ivro Mae, Psicografoa de Chico Xavier. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    5 min
  • Carta do Perdão, Maria Dolores
    Carta do Perdão
    Alma boa, onde estiveres,
    Tranqüiliza quem te escuta,
    Seja na dor ou na luta
    Da prova que envolva alguém...
    Construindo entendimento,
    Eis que a vida te deseja
    A palavra benfazeja
    Na garantia do bem.
    Recorda: às vezes, o incêndio
    Que se amplia, cresce e arrasa
    É uma faísca de casa,
    Mantida em desatenção;
    Vemos também grandes males,
    Surgindo de bagatela
    Que a sombra desenovela
    Num pingo de irritação.
    Fita os Céus... De estrela a estrela,
    O Universo brilha e avança
    Com garbos de segurança
    Que não se sabe explicar;
    É Deus que nos lembra à vida,
    Desde os Paramos Supremos,
    O dever que todos temos
    De servir e edificar.
    Onde estiveres, atende
    Ao nosso claro programa:
    Desculpa, trabalha e ama
    Em qualquer senda a transpor;
    Onde a discórdia apareça,
    Aí é que Deus te eleva
    Por luz que dissipe a treva
    Na benção do Eterno Amor.
    Por: Maria Dolores, Do Livro: Maria Dolores, Médium: Francisco Cândido Xavier. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    3 min
  • Perante Deus, Emmanuel
    Perante Deus
    1 Deus nos assegura a compreensão para que compreendamos os outros, amparando, tanto quanto possível, aos irmãos incompreendidos.
    2 Deus nos concede possibilidades, um tanto maiores do que aquelas de que tenhamos necessidade, a fim de que possamos socorrer aos companheiros sem recursos.
    3 Deus nos concede o privilégio de trabalhar, a fim de agir por nós mesmos e para que tenhamos a bênção de substituir aqueles que ainda não entendem a felicidade de trabalhar.
    4 Deus nos sustenta de pé, aguardando a nossa cooperação destinada a reerguer os irmãos caídos.
    5 Deus nos releva as faltas, na certeza de que aprenderemos igualmente a perdoar as ofensas e os erros alheios.
    6 E Deus não sai do silêncio para se promover, esperando que cada um de nós, frente uns aos outros, possa também fazer isso.
    Emmanuel
    . Mensagem livro paciência, psicografia de Chico Xavier. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    2 min
  • O Ódio, Fénelon com Comentários
    10. Amai-vos uns aos outros e sereis felizes. Tomai sobretudo a peito amar os que vos inspiram indiferença, ódio, ou desprezo. O Cristo, que deveis considerar modelo, deu-vos o exemplo desse devotamento. Missionário do amor, ele amou até dar o sangue e a vida por amor. Penoso vos é o sacrifício de amardes os que vos ultrajam e perseguem; mas, precisamente, esse sacrifício é que vos torna superiores a eles. Se os odiásseis, como vos odeiam, não valeríeis mais do que eles. Amá-los é a hóstia sem mácula que ofereceis a Deus sobre o altar de vossos corações, hóstia de agradável aroma e cujo perfume lhe sobe até o seio. Se bem a lei de amor mande que cada um ame indistintamente a todos os seus irmãos, ela não couraça o coração contra os maus procederes; esta é, ao contrário, a prova mais angustiosa, e eu o sei bem, porquanto, durante a minha última existência terrena, experimentei essa tortura. Mas Deus lá está e pune nesta vida e na outra os que violam a lei de amor. Não esqueçais, meus queridos filhos, que o amor aproxima de Deus a criatura e o ódio a distancia dele. – Fénelon. (Bordeaux, 1861.). O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo XII - Amai os vossos inimigos » Instrucões dos Espíritos » O ódio. Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.
    4 min

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