Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #146 | Selic em alta (e a dívida pública também)
    O Banco Central elevou a taxa de juros brasileira em 1 ponto percentual, para 13,25%. A decisão não surpreendeu, uma vez que a autoridade já havia avisado em dezembro que continuaria elevando a Selic.  O ciclo de aperto não está perto do fim. Existe uma expectativa entre analistas de mercado de que a Selic subirá para 15% até o final do ano, mas até mesmo uma taxa de juros tão elevada não seria suficiente para controlar a inflação.  Afinal, o que é necessário para a inflação recuar para a meta de 3%?   Entenda também:  - O recado mais duro do BC americano;  - PIB fraco colabora para o corte de juros na Europa;  - EUA anunciam tarifas a México, Canadá e China.  No minuto 11:22, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, fala sobre a decisão de juros dos Estados Unidos.  Observação: após a gravação deste episódio, o México anunciou que firmou acordo com os EUA para suspender as novas tarifas por um mês.
    19 min
  • #145 | EUA: Os primeiros dias do novo governo
    Desde que tomou posse, na última semana, Donald Trump já publicou diversas ordens executivas, decretos que têm força de lei e efeito imediato.  As medidas alcançam questões como imigração e planejamento energético. Por ora, no entanto, não foram anunciadas mudanças em relação às tarifas de importação e corte de impostos – dois temas bastante presentes na campanha do novo chefe de Estado americano.  Quais os impactos econômicos dos primeiros decretos de Trump? Entenda também:
    • Uma nova realidade para o Japão: juros em alta;
    • Inflação dá trégua no Brasil, mas não por muito tempo. 
    No minuto 06:30, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura de internacional na equipe econômica do C6 Bank, vai falar sobre como as medidas do novo governo podem mexer com a inflação americana.
    16 min
  • #144 | Sobre a China e o risco da desglobalização
    A China conseguiu alcançar a meta de crescimento econômico de estabelecida pelo governo, em 2024: o PIB do país avançou exatamente os 5% estipulados como alvo.  Mas essa meta de crescimento, que deve se manter em 2025, parece ser cada vez mais difícil de alcançar. Um dos motivos é o crescente protecionismo do mundo, que tem colocado a palavra “desglobalização” na pauta das discussões econômicas.   Para uma economia mais dependente de exportações isso é um grande problema. O que será da China no futuro?  Entenda também:  - A posse de Trump e os números da inflação americana;  - No Reino Unido, o fiscal preocupa;  - Economia brasileira perde força no final de 2024;  No minuto 11:18, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, diz como estão as expectativas pelas primeiras medidas do governo Trump e pelas decisões de política monetária nos EUA.
    20 min
  • #143 | Inflação fora da meta (mais uma vez)
    De 2021 para cá, o descumprimento da meta de inflação brasileira se tornou recorrente. O limite estipulado para a variação de preços foi estourado em três dos quatro últimos anos (em 2021, em 2022 e, agora, em 2024).   Divulgados na última semana, os números do IPCA mostraram que a inflação ao final do ano passado ficou em 4,8%, acima do limite de tolerância da meta (4,5%) e bem distante do alvo a ser perseguido pelo Banco Central (3%).  O que esperar para 2025, ano em que entra em vigor o novo regime de meta contínua de inflação?
    Entenda também:  - EUA: emprego forte é obstáculo para corte dos juros;  - Inflação europeia dentro do esperado. 
    No minuto 06:13, Heliezer Jacob, analista na equipe de economia do C6 Bank, vai falar sobre a nova meta contínua de inflação.
    13 min
  • #142 | Os desafios para a economia em 2025
    Em 2025, a política monetária brasileira seguirá na contramão de boa parte do mundo. Nos Estados Unidos e na Europa, o caminho mais provável é de continuidade do corte de juros. Aqui, a Selic deve subir a 15%.    Os bancos centrais americano e europeu trilham a “última milha” do controle da inflação – por lá, a variação de preços está contida, mas ainda ligeiramente acima da meta. No Brasil, as expectativas sugerem que o quadro inflacionário deve permanecer.   Como plano de fundo, aqui e lá fora, existem preocupações fiscais.  Entenda nesta edição especial: 
    • Retrospectiva Brasil: inflação alta, economia aquecida e câmbio enfraquecido 
    • Retrospectiva internacional: juros em queda e novos governos nos EUA e Europa 
    • Nossas expectativas para a economia brasileira e global em 2025 
    No minuto 07:38, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, explica por que a política monetária brasileira parece ter perdido potência e o que é a dominância fiscal.
    20 min
  • #141 | Para onde vai o dólar?
    O dólar vive dias de grande volatilidade no Brasil. Na última quarta-feira, a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 6,30. No final da semana, a cotação recuou e voltou para perto dos R$ 6,10. Apesar do alívio temporário, o dólar continua em um patamar que, até pouco tempo atrás, parecia distante. As preocupações fiscais e a perspectiva de juros americanos mais elevados devem manter a moeda americana nas alturas. O que pode mudar esse quadro?
    Entenda também:  - Banco Central reforça a mensagem de aperto na Selic;  - Menos cortes de juros nos EUA em 2025.
    No minuto 05:07, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, explica por que uma Selic mais elevada não tem sido suficiente para conter a desvalorização do real.
    15 min
  • #140 | Selic subindo de elevador
    Os juros brasileiros estão em trajetória de alta. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a taxa Selic em 1 ponto percentual (p.p.), para 12,25% ao ano.  Foi um movimento importante. No comunicado, a autoridade monetária afirmou ver um cenário mais adverso para a política monetária e sinalizou levar a Selic para 14,25% até março.  Por que tal dose de aperto nos juros está em discussão? 
    Entenda também:  - EUA: a inflação sob controle. - Na Europa, juros em queda.
    - Novo primeiro-ministro na França.
    No minuto 09:51, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, comenta a inflação americana e fala sobre as duas grandes reuniões do governo da China.
    19 min
  • #139 | Por que o PIB vai melhor que o esperado?
    A economia brasileira continuou aquecida no terceiro trimestre. Não só isso: no acumulado de 2024, o PIB está mais forte do que o esperado por nós e pelos analistas de mercado. É um bom momento – que deve perdurar até 2025, ainda que a expectativa seja de um crescimento um pouco mais moderado no ano que vem. No entanto, isso pode significar uma inflação mais alta no horizonte próximo.   Qual é a razão para uma economia mais aquecida do que o previsto? Por que isso pode pressionar os preços no Brasil?
    Entenda também: - Dólar firme e perto dos R$ 6;  - Emprego forte nos Estados Unidos;  - Acordo entre União Europeia e Mercosul é assinado;  - O que está acontecendo na França?
    No minuto 05:15, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe econômica do C6 Bank, explica por que estamos enxergando uma Selic mais alta em 2025.
    15 min
  • ESPECIAL 'VISÃO GLOBAL' | O QUE ESPERAR DOS INVESTIMENTOS E DOS MERCADOS EM 2025?
    Em 2025, o mundo deve acompanhar o desdobramento de novos fatos econômicos e políticos. No horizonte está o segundo governo de Donald Trump, as possíveis mudanças nas relações comerciais americanas, o pacote de estímulo ao crescimento da China e as tensões ainda causadas pela guerra na Ucrânia. Como todos esses fatos impactam os mercados? E como o investidor pode se preparar para esses eventos? Quem responde a essas perguntas é a Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Outros tópicos do bate-papo: perspectivas para o dólar e valorização das empresas de tecnologia no mercado americano.
    58 min
  • #138 | O dólar e o pacote fiscal
    Depois de um longo período de negociação, o governo federal mostrou o desenho do corte de gastos planejado para 2025 e 2026. São diversas medidas que, se aprovadas à risca, trarão uma economia de R$ 71,9 bilhões nos próximos dois anos, segundo os cálculos da Fazenda.  Ao contrário do esperado, a reação ao pacote não foi a melhor possível. O dólar chegou a superar os R$ 6,10 nos dias que sucederam o anúncio do corte.  O que explica a volatilidade do câmbio? E qual a raiz para a preocupação em relação às contas públicas no Brasil?   Entenda também:  
    • EUA: a inflação sob controle.  
    • Na Europa, os preços vão bem, mas a economia não tanto.

    No minuto 09:02, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, faz um balanço deste ano e destaca três motivos para ser otimista com a economia em 2024.
    18 min

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