Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #127 | Inflação americana fora do holofote
    A inflação americana deve ser um tema secundário – mas ainda relevante – nas discussões da próxima reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, em setembro. Com a melhora dos preços vista nos últimos meses, os olhos do Fed e da sociedade americana se voltam para outro fator: o aumento do desemprego. Por que os dados do mercado de trabalho dos EUA se tornaram fundamentais para entender o próximo movimento dos juros nos EUA?
    Entenda também: - Europa: Juros em queda e economia a passos lentos; - Inflação brasileira dá trégua, mas por quanto tempo?
    No minuto 05:22, Claudia Rodrigues, head de internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica por que, na nossa visão, o banco central americano deve cortar os juros paulatinamente.
    15 min
  • #126 | PIB de vento em popa. O que vem a seguir?
    A economia brasileira continua em plena expansão. O resultado do PIB no segundo trimestre de 2024 veio mais forte que o esperado por nós e pelos analistas de mercado.  A economia deve crescer mais do que no ano passado, e isso é uma ótima notícia para o país. Mas, na nossa visão, há elementos que indicam que esse bom momento não de se estender na segunda metade de 2024. Por que a economia brasileira deve perder força nos próximos meses? Como garantir um crescimento sólido no futuro?  
    Entenda também:  - O plano do governo para equilibrar o orçamento de 2025;  - Menos vagas de emprego nos EUA. 
    No minuto 09:14, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J. P. Morgan Asset Management, fala sobre o mau humor do mercado no início de setembro e como os ativos se comportaram em meio ao temor sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos.
    17 min
  • #125 | O novo presidente do BC e o que esperar dos juros
    Gabriel Galípolo é o indicado para presidir o Banco Central a partir de janeiro de 2025. Atual diretor de política monetária da autoridade, ele era o principal cotado ao cargo.   Se aprovado em sabatina no Senado, Galípolo será o primeiro presidente do BC que iniciou o mandato sob a lei de autonomia da autoridade. É uma mudança relevante para a história da política monetária brasileira.  Quais serão os desafios para a nova composição do BC? E por que, na nossa visão, o caminho parece aberto para a retomada dos cortes da Selic em 2025? Entenda também: 
    • Inflação americana é “empurrão final” para o corte de juros; 
    • Inflação na Europa e dúvida para BCE. 
    No minuto 08:39, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J. P. Morgan Asset Management, faz uma análise do desempenho dos ativos financeiros em agosto.
    17 min
  • #124 | Selic: o que pode determinar a alta dos juros?
    As discussões em torno da trajetória dos juros brasileiros voltaram a esquentar.  Está sobre a mesa a chance de a taxa Selic voltar a subir nos próximos meses. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) mencionou esse possível cenário, que foi endossado por discursos recentes dos membros do BC.  Afinal, o aperto dos juros pode acontecer? Quais são os fatores que devem influenciar a próxima decisão do Copom, em setembro?  Entenda também:       
    • Nos EUA, "chegou a hora” do corte dos juros; 
    • As propostas de Kamala Harris para a economia dos EUA.
    No minuto 05:58, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil na equipe de economia do C6 Bank, explica por que, na nossa visão, o ganho de credibilidade do Copom não depende do aumento da Selic.
    15 min
  • #123 | Inflação mais alta à vista
    Os preços de insumos e materiais básicos voltaram a subir no Brasil – e isso é uma má notícia não só para o produtor, mas também para o consumidor.  Geralmente, um aumento de custos para os empresários tende a ser repassado para os consumidores. Dessa forma, pressões inflacionárias sofridas pelos produtores podem antecipar o aumento de preços ao cliente final.   Com a alta dos preços ao produtor, qual a perspectiva para a inflação brasileira?  Entenda também:
    • Os números do comércio e do varejo no Brasil;
    • Mais sinais do corte de juros nos EUA;
    • No Reino Unido, PIB em alta e inflação esfriando.
    No minuto 05:00, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil no time de economia do C6 Bank, explica por que os preços de serviços também estão mais elevados.
    14 min
  • #122 | O risco de recessão nos EUA é real?
    No começo da última semana, a temperatura aumentou nos mercados. Dados mais fracos de emprego nos Estados Unidos e um aumento de juros no Japão alimentaram uma onda de volatilidade dos ativos globais. Nos dias seguintes, a tensão diminuiu, mas existem sinais no mercado de trabalho americano que reforçam a percepção de que a economia do país não anda tão bem quanto antes. Afinal, qual o risco de uma recessão? Quais são os sinais de preocupação no horizonte? Entenda também:
    • Por que o “carry trade” ajuda a entender a queda da bolsa no Japão;
    • Os efeitos da volatilidade nos mercados para o Brasil;
    • A surpresa da ata do Copom.
    No minuto 05:28, Claudia Rodrigues, head de internacional na equipe econômica do C6 Bank, analisa os riscos de a inflação voltar a acelerar nos EUA.
    15 min
  • Especial 'Visão Global' | Eleições e queda de juros nos EUA
    As eleições nos Estados Unidos têm trazido incerteza para os mercados. As pesquisas indicam que o resultado do pleito não está totalmente definido: tanto os republicanos quanto os democratas têm chances de assumir a Casa Branca. No meio do caminho, há ainda a discussão sobre o início do corte de juros nos EUA. Como o cenário eleitoral e a política monetária americana afetam o mundo? Quais são as oportunidades para o investidor? Quem responde a essas perguntas é a Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Outros tópicos do bate-papo: perspectivas para o dólar, posicionamento dos mercados emergentes nesse cenário e valorização das empresas de tecnologia no mercado americano.
    54 min
  • Especial 'Visão Global' | Eleições e queda de juros nos EUA
    As eleições nos Estados Unidos têm trazido incerteza para os mercados. As pesquisas indicam que o resultado do pleito não está totalmente definido: tanto os republicanos quanto os democratas têm chances de assumir a Casa Branca. No meio do caminho, há ainda a discussão sobre o início do corte de juros nos EUA. Como o cenário eleitoral e a política monetária americana afetam o mundo? Quais são as oportunidades para o investidor? Quem responde a essas perguntas é a Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Outros tópicos do bate-papo: perspectivas para o dólar, posicionamento dos mercados emergentes nesse cenário e valorização das empresas de tecnologia no mercado americano.
    56 min
  • #121 | A importância dos detalhes na mensagem do Copom
    Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a taxa de juros brasileira em 10,5%.          Havia grande expectativa quanto a uma possível sinalização de aumento da Selic no curto prazo, por causa da piora das expectativas de inflação dos próximos anos. O comunicado do Copom, no entanto, não deu pistas de que isso deve acontecer – a mensagem foi mais suave.          Qual deve ser a trajetória dos juros no futuro próximo? E por que é importante ler as entrelinhas do comunicado do Copom?
    Entenda também:    - Emprego recorde no Brasil;    - Contagem regressiva para o corte de juros nos EUA;    - Economia europeia e o “copo meio cheio”;    - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management. 
    No minuto 09:48, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J. P. Morgan Asset Management, conta como os dados de emprego americano e as mensagens do Federal Reserve impactaram as bolsas e outros investimentos nos Estados Unidos.
    16 min
  • #120 | Fiscal: por que a conta não fecha?
    O desempenho esperado das contas públicas em 2024 tem piorado. Na última semana, o governo federal ampliou a projeção de déficit primário (receitas menos gastos) de R$ 27 bilhões para R$ 61 bilhões neste ano.  O crescimento acelerado das despesas públicas impõe desafios ao cumprimento do arcabouço fiscal. A conta não fecha – e isso indica que a regra pode ser flexibilizada no seu primeiro ano de pleno funcionamento.  Quais são os desafios para o equilíbrio das contas públicas? Por que o compromisso fiscal tem importância para outros indicadores da economia, como o dólar? 
    Entenda também: - Inflação brasileira volta a acelerar; - Economia americana segue robusta.
    No minuto 06:00, o Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, dá um panorama de como devem ficar as contas públicas no ano que vem e quais soluções estão em pauta para melhorar esse quadro.
    15 min

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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o…