Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #119 | O cenário “Trump 2.0” no radar
    No último domingo, Joe Biden anunciou que não vai mais concorrer à reeleição nos Estados Unidos. O novo candidato democrata, que será indicado até agosto, deverá testar o favoritismo de Donald Trump, cuja candidatura se fortaleceu desde o atentado a tiros que o ex-presidente sofreu no último dia 13.      Enquanto não há definição do lado democrata, vale analisar as propostas de Trump. Medidas como o corte de impostos para empresas, aumento de tarifas para importação e restrição a imigrantes já foram citadas pelo republicano.   Quais seriam os impactos de tais propostas para a economia americana?
    Entenda também:  - Até quando as exportações vão ajudar a China a crescer?;  - Uma pausa nos cortes de juros europeus; - Governo brasileiro em busca do equilíbrio do orçamento; - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management. 
    No minuto 08:15, Marina Valentini, estrategista de mercados globais do J. P. Morgan Asset Management, conta como anda a percepção dos investidores em relação ao cenário econômico americano e faz uma análise do desempenho dos diferentes setores da bolsa de valores.
    19 min
  • #118 | Eleições na Europa e as mudanças na economia
    As eleições para o parlamento no Reino Unido e na França concretizaram uma importante mudança no cenário político europeu. Na França, uma frente de esquerda conquistou maioria do parlamento, contrariando as previsões de vitória da ala de direita. Já no Reino Unido, o Partido Trabalhista voltou ao governo após 14 anos de liderança dos conservadores.  O poder trocou de mãos, mas as preocupações econômicas e fiscais seguem. O que os novos governos prometem para o futuro de duas das mais relevantes economias europeias?
    Entenda também: - Sinais positivos para os juros dos EUA; - Na inflação brasileira, um ligeiro alívio; - O impacto das chuvas no Rio Grande do Sul na atividade.
    No minuto 05:58, a Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura de internacional na equipe de economia do C6 Bank, explica por que as contas públicas no vermelho podem ser um problema para o crescimento das economias da França e Reino Unido.
    15 min
  • #117 | O que está acontecendo com o dólar?
    Nas últimas semanas, o dólar tem registrado um comportamento bastante volátil. O câmbio, que estava abaixo dos R$ 5 até o final de março, alcançou os R$ 5,70 na semana passada.  Embora a cotação tenha recuado na metade final da última semana, acreditamos que o real deve seguir pressionado. As preocupações em relação às contas públicas continuarão influenciando o comportamento da moeda americana no futuro próximo. Por quê?     Entenda também: - Emprego americano esfriando devagar; - Troca de governo no Reino Unido; -  A inflação na zona do euro e os sinais para os juros; - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management.   No minuto 09:44, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, fala um pouco sobre essa movimentação do dólar e faz um panorama geral do mercado financeiro global neste primeiro semestre do ano.
    18 min
  • #116 | A nova meta de inflação contínua e os 30 anos do Plano Real
    Vigente desde 1999, o regime de metas de inflação teve papel fundamental no controle definitivo do quadro inflacionário que penalizou a economia brasileira por décadas. Na última semana, esse regime teve uma importante mudança oficializada. A partir de 2025, o Banco Central deverá perseguir uma meta de inflação contínua. O alvo estabelecido para o horizonte à frente é de 3% ao ano. Seria essa meta adequada para o Brasil? O novo regime de metas pode contribuir para a queda de juros no futuro?  Entenda também:
    • Especial: o legado de três décadas do Plano Real;   
    • A visão quase unânime do Copom;   
    • Inflação americana: tão perto, tão longe da meta. 
    No minuto 05:34, Claudia Moreno, responsável pela cobertura de Brasil no C6 Bank, explica por que 3% parece ser um patamar adequado para a meta contínua e mostra como outros países emergentes também têm buscado esse mesmo nível de inflação.
    16 min
  • #115 | Por que a Selic parou de cair?
    Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros em 10,5%. A decisão esquentou um debate que já corria no noticiário: por que o ciclo de queda da Selic foi interrompido?          No comunicado, o BC justificou a decisão. Segundo a autoridade, essa é a justa medida para cumprir a meta de inflação no ano que vem.          Até quando a Selic deve ficar no patamar atual? Como as mudanças na composição do Banco Central podem determinar o caminho dos juros?         Entenda também:    - Reino Unido: juros estacionados lá no alto    - O “chumbo trocado” no comércio global de carros elétricos           No minuto 05:58, Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica por que o momento de flexibilização da Selic vai depender não apenas do cenário doméstico, mas também das próximas decisões do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.
    14 min
  • #114 | E se os juros americanos não caírem?
    Na última semana, o Federal Reserve decidiu manter a taxa de juros americana no mesmo lugar. Até aí, não houve novidade. O que mudou – e o que realmente importa – foi a visão dos membros do banco central americano para o futuro.  Agora, o Fed vê apenas um corte de juros em 2024. Na última reunião, em março, a autoridade americana ainda acreditava que poderia fazer três cortes nas taxas neste ano. O que levou o banco central dos EUA a essa postura mais cautelosa?    Entenda também:    - O xadrez político na França;    - Dólar em alta no Brasil;    - Os impactos das chuvas no Rio Grande do Sul para o IPCA. No minuto 05:32, Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica por que os movimentos do Fed são acompanhados tão de perto e diz o que esperar nesse cenário de juros americanos ainda apertados nos próximos meses.
    14 min
  • #113 | PIB: crescer 2% é o bastante?
    Os três primeiros meses de 2024 foram de crescimento da economia brasileira. Com alívio, o PIB saiu do quadro de estagnação visto no último semestre do ano passado.   As notícias são boas, mas é preciso colocar esse crescimento em perspectiva. Primeiro porque o restante de 2024 deve ser mais desafiador para a economia. Segundo porque o PIB precisa acelerar mais para o Brasil se tornar um país desenvolvido.  O que esperar para os meses à frente? E como pavimentar o caminho de um crescimento sólido? Entenda também:      - Selic: o fim do ciclo de cortes em 2024; - Juros europeus têm a primeira queda; -  Emprego volta a acelerar nos EUA; - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management No minuto 12:29, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica como o corte de juros na Europa e os dados de emprego dos Estados Unidos mexeram com os mercados e faz uma análise sobre as eleições recentes no México e na Índia.
    21 min
  • #112 | Inflação à deriva
    Depois de alcançar patamares estratosféricos durante a pandemia de covid-19, a inflação ainda não voltou para o campo da normalidade.  No Brasil e nos Estados Unidos, as projeções para os índices de preços continuam distantes das metas de inflação. Isso preocupa, e muito.   Nesta edição, analisamos os fatores que levaram à piora das expectativas e explicamos por que isso acende um sinal de alerta.   Entenda também:     - Os números da prévia da inflação brasileira;  - EUA: preços ainda no alto;  - Juros europeus a caminho do corte?  No minuto 07:05, Claudia Moreno, head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, explica por que as expectativas de inflação mexem com os preços no presente.
    16 min
  • #111 | O elefante na sala
    Em 2024, de cada R$ 100 que devem ser gastos pelo governo federal, cerca de R$ 95 já estão comprometidos. São despesas que, faça chuva ou faça sol, devem ser executadas conforme definido pela lei.  O número mostra quão engessado é o orçamento público brasileiro. O problema (que não é novo) está se agravando nos últimos tempos, em razão do crescimento acelerado das despesas obrigatórias.  Nesse cenário, como preservar a capacidade de planejamento do Estado? E, principalmente, como garantir o cumprimento das regras fiscais que dão credibilidade para as finanças do país?    Entenda também: - EUA: a queda de juros ainda distante; - Inflação elevada e novas eleições no Reino Unido; - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management     No minuto 10:58, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, faz um balanço dos três principais acontecimentos que mexeram com os mercados lá fora na última semana.
    19 min
  • #110 | A Argentina sob as reformas de Milei
    Há pouco mais de cinco meses, Javier Milei assumiu a presidência da Argentina. O economista ficou conhecido por suas propostas ambiciosas para reerguer a economia do país.    Por ora, parte das propostas tem tido efeito. Com o corte de despesas públicas, a inflação argentina ficou em um dígito pela primeira vez desde outubro de 2023. Mas o custo social das medidas é elevado – o número de argentinos vivendo na pobreza aumentou nos últimos meses.            Quão duro será o remédio para tirar a Argentina da crise?      Entenda também:     - Inflação americana ainda persistente;    - Ata do Copom: as explicações do corte da Selic;    - Números da economia brasileira no 1º trimestre;    - O socorro ao Rio Grande do Sul.   
    No minuto 06:36, a Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, explica a desvalorização recente do peso argentino.
    18 min

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