Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #99 | O PIB vai continuar a crescer?
    Depois de crescer de forma surpreendente na primeira metade de 2023, a economia brasileira estagnou. Essa pausa no crescimento foi temporária: em 2024, o aumento das despesas do governo e das exportações devem impulsionar o crescimento do PIB. Mas o longo prazo preocupa. Com os investimentos em queda, dificilmente o Brasil vai manter o vigor sem causar desequilíbrios. Qual deve ser a radiografia do crescimento brasileiro em 2024? O que pode sustentar o avanço do PIB nos próximos anos? Entenda também:  - Passagens aéreas dão alívio para IPCA-15 - Inflação ainda resistente nos EUA - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management No minuto 10:19, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa o desempenho do mercado americano em fevereiro e conta como está o termômetro dos investidores em relação à decisão de corte de juros nos Estados Unidos.
    17 min
  • #98 | A bomba relógio da dívida americana
    Os Estados Unidos nunca estiveram tão endividados. Primeiro, o crescimento de gastos durante a pandemia de covid-19 elevou a dívida de forma inédita. Agora, o cabo de guerra entre republicanos e democratas no Congresso é um obstáculo para o controle do orçamento nos próximos anos. Não há melhora das contas públicas à vista na próxima década.  O que significa a dívida em trajetória de alta da maior economia do mundo? Quais as implicações disso para o Brasil e para o mundo? Entenda também: - Europa e Reino Unido têm avanço morno - PIB do Brasil pode ter sido melhor em 2023 No minuto 06:04, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, explica como funciona a regra para a dívida pública nos EUA e avalia os riscos de um calote pelo governo americano.
    15 min
  • #97 | Por que há menos brasileiros dispostos a trabalhar?
    O mercado de trabalho brasileiro vive uma aparente contradição. Por um lado, uma ótima notícia: há um número recorde de pessoas trabalhando (são mais de 100 milhões de empregados no Brasil). Por outro lado, a taxa de participação, que mede a proporção de pessoas dispostas a trabalhar, está abaixo do nível pré-pandemia. Por que a taxa de participação está menor? Por que essa taxa é mais baixa entre mulheres? E quais as implicações disso para o crescimento futuro do país? Entenda também: - O dilema da inflação americana - Reino Unido: preços elevados e economia em recessão No minuto 04:54, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa os caminhos possíveis para aumentar a participação no mercado de trabalho brasileiro e explica como a redução da desigualdade entre homens e mulheres pode ser uma boa saída.
    13 min
  • #96 | Crise, inflação e greve: o que há com a França?
    A França está em maus lençóis. A inflação do país é uma das maiores entre as grandes economias europeias, o PIB está a passos lentos e o governo francês, pressionado por protestos de uma população insatisfeita, voltou atrás em medidas que melhorariam a situação fiscal do país.  O que está acontecendo na França? Como a situação da economia francesa afeta a Europa e o mundo?  Entenda também:  - Inflação brasileira pior que o esperado  - A ata do Copom e a preocupação com preços de serviços  No minuto 06:45, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica como o acordo entre a União Europeia e o Mercosul virou tema de protestos na França e avalia o que o Brasil tem a ganhar com o acordo, caso ele finalmente seja aprovado.
    14 min
  • #95 | Quando, afinal, os juros vão cair nos EUA?
    A possível queda de juros nos Estados Unidos está movimentando os mercados. Na semana passada, o Federal Reserve (banco central dos EUA) decidiu manter as taxas paradas e sinalizou que um corte não deve acontecer na próxima reunião, em março. Mas a porta para o corte de juros na reunião seguinte (em maio) não está fechada.  Quando os juros americanos devem começar a cair, afinal? O trabalho de controle da inflação foi concluído?  Entenda também: - Emprego ainda forte nos EUA - O sinal de previsibilidade do Copom - Déficit de R$ 231 bilhões nas contas públicas - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management No minuto 10:54, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, analisa os impactos da mensagem do Fed para o mercado de renda fixa e para as bolsas.
    17 min
  • Especial 'Visão Global' | O que esperar dos mercados globais em 2024?
    2024 será o ano do corte de juros. A perspectiva de redução das taxas pelos bancos centrais dos EUA e Europa já tem animado os investidores. Por outro lado, as eleições americanas e a instabilidade no Oriente Médio podem trazer mais volatilidade para os mercados. Como o investidor pode se preparar para esses eventos? Quais devem ser as oportunidades do mercado neste ano? Quem responde a essas e outras perguntas é Gabriela Santos, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management. Outros tópicos do bate-papo: alta das bolsas americanas, valorização das empresas de tecnologia no mercado e expectativas para as eleições dos EUA.
    49 min
  • #94 | Ano recorde para o comércio exterior
    O Brasil marcou, em 2023, um recorde na balança comercial. O saldo entre exportações e importações foi o maior da série histórica. Há um lado bom e um lado ruim nesse recorde. O país está exportando mais, o que é uma boa notícia. Por outro lado, parte da melhora do saldo comercial ocorre porque estamos importando menos máquinas e equipamentos, e isso pode ser um mau sinal para a competitividade brasileira no futuro. O que o saldo da balança significa para a economia? E quais são as perspectivas para o comércio em 2024? Entenda também: - O novo pacote de incentivo à indústria  - Juros ainda em pausa na Europa  - Inflação americana: o que esperar do Fed? No minuto 04:56, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, explica como o resultado da balança impacta outros fatores da economia, como PIB, câmbio e inflação.
    14 min
  • #93 | Uma China que cresce menos
    Nos últimos 20 anos, a China experimentou um crescimento acelerado. O PIB do país mais do que quadruplicou desde 2004, em um período de intensa urbanização e de modernização da economia chinesa. As próximas décadas devem ser diferentes. A produtividade da China estacionou, a população está envelhecendo e as questões geopolíticas são um entrave para o país seguir evoluindo. A segunda maior economia do mundo conseguirá reverter esse quadro para voltar a crescer como antes? Entenda também: - Crise no Mar Vermelho: qual o risco para a inflação global? - A surpresa positiva de varejo e serviços no Brasil - Reajuste no ICMS em 11 estados brasileiros No minuto 09:55, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica por que o mercado americano teve uma semana de volatilidade, depois do otimismo visto nos primeiros dias do ano.
    16 min
  • #92 | Sinal amarelo para a inflação
    A inflação brasileira encerrou 2023 dentro do teto estabelecido para a meta, o alvo a ser perseguido pelo Banco Central para a variação de preços. Foi a primeira vez desde 2020 que o limite para o índice foi cumprido. Mas há um sinal de alerta no horizonte. Fatores que contribuíram para que a inflação fosse mais baixa em 2023 não estarão presentes em 2024. Os alimentos, que ficaram mais baratos no ano passado, devem voltar a subir, por exemplo.
    Quais são os riscos para a inflação nos próximos meses? Como isso pode influenciar os rumos dos juros?
    Entenda também: - Inflação americana estabilizando acima da meta  - Crise no Mar Vermelho e o preço do petróleo
    No minuto 04:41, o analista na equipe de economia do C6 Bank, Heliezer Jacob, analisa os riscos que podem puxar os preços para cima nos próximos meses.
    12 min
  • #91 | Menos otimismo, mais cautela
    A ata da última decisão de juros nos Estados Unidos passou uma mensagem de que as expectativas do mercado financeiro sobre a trajetória das taxas de juros parecem otimistas demais. No documento, os membros do comitê de política monetária americano reconheceram que o ciclo de cortes de juros deve começar em 2024, mas não deram pista alguma de que isso acontecerá nas próximas reuniões, como esperam os investidores. Por que o recado foi mais cauteloso? Quais fatores podem levar os juros americanos a caírem antes (ou depois) do esperado?
    Entenda também: - Déficit fiscal brasileiro piorando - Indústria segue estagnada
    No minuto 05:27, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, analisa os efeitos dos juros elevados para o crescimento da economia dos EUA.
    14 min

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