Macro Review

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By C6 BankBusinessInvesting
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Macro Review episodes

  • #109 | Selic: decisão dividida e nova rota para os juros
    Em uma mudança de rota, o Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual. Em março, a autoridade monetária havia sinalizado que faria um corte maior, de 0,5 p.p.   A decisão final foi mais cautelosa, mas os votos dos membros do BC que levaram a esse caminho ficaram divididos. O placar final, de 5 a 4, deixou dúvidas sobre o posicionamento do Copom a partir do ano que vem.    Quais pistas, afinal, a decisão da última semana dá para o futuro da Selic?      Entenda também:  - Os impactos da tragédia no Rio Grande do Sul;   - Inflação de serviços preocupa;   - Reino Unido: economia em recuperação e corte de juros à vista;   - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management. 
    No minuto 10:33, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, conta como os mercados reagiram à divulgação dos números da economia americana e faz uma análise dos resultados financeiros divulgados pelas empresas da bolsa de valores dos Estados Unidos.
    20 min
  • #108 | O mercado à espera do “maestro” Fed
    Não há assunto mais importante no mundo financeiro do que o corte de juros nos Estados Unidos.  Até o começo do ano, a grande questão era quando o Federal Reserve começaria a reduzir as taxas. Mas a persistência da inflação e o mercado de trabalho aquecido em solo americano colocaram outra pergunta na equação: será mesmo que os juros vão cair?    Nesta edição de Macro Review, uma análise sobre a última reunião do Fed e sobre como as decisões de política monetária americana impactam os outros países (inclusive o Brasil).     Entenda também: 
    • Novos números de emprego nos EUA
    • Europa: PIB positivo e preços desacelerando
    • O dilema do emprego e da inflação no Brasil 
    No minuto 05:34, a Claudia Rodrigues, head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, vai explicar por que a inflação americana ainda deve ficar bem distante da normalidade.
    14 min
  • #107 | Reforma tributária: um sistema mais simples e transparente
    Na semana passada, o governo apresentou a primeira proposta de regulamentação da reforma tributária para o Congresso.  O projeto representa o maior avanço para o sistema de impostos do país em décadas. Além de simplificar regras que estão entre as mais complexas do mundo, a reforma dará mais transparência para a carga tributária brasileira.   O que o novo sistema de impostos propõe? Quais ganhos a reforma tributária deve trazer para a economia do país?  Entenda também:  
    • Trégua nos preços e Copom cauteloso 
    • Inflação e consumo elevados nos EUA 
    • Economia em recuperação na zona do euro e Reino Unido 
    • O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management 
    No minuto 10:45, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, conta como os mercados reagiram à divulgação dos números da economia americana e faz uma primeira análise dos resultados financeiros divulgados pelas empresas da bolsa de valores dos Estados Unidos.
    19 min
  • #106 | O arcabouço fiscal fica de pé?
    Apresentado em abril de 2023, o arcabouço fiscal estabeleceu um caminho para o equilíbrio das contas públicas no Brasil. Um ano depois, o alcance desse objetivo e a própria execução da nova regra orçamentária se mostram desafiadores.  A revisão da meta fiscal de 2025 pelo governo e o crescimento acelerado de gastos obrigatórios já colocam o arcabouço em risco. A regra fiscal vai se mostrar sustentável?    Entenda também:  
    • PIB da China surpreende; 
    • Inflação ainda elevada no Reino Unido.  
    No minuto 05:31, o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, explica por que o Brasil discute regras fiscais com tanta frequência e como é possível chegar a um cenário mais equilibrado para as contas públicas.
    13 min
  • #105 | O dólar alto veio para ficar
    Nas últimas semanas, o dólar firmou território acima do patamar de R$ 5. Desde o início do ano, a moeda americana acumula alta de mais de 5%.  No cenário global, a persistência da inflação americana e as dúvidas quanto aos cortes de juros nos EUA indicam que o dólar não deve dar trégua.    Até onde vai o câmbio? Quais fatores podem pressionar mais ou aliviar a desvalorização do real?   
    Entenda também:    
    • Alívio passageiro na inflação brasileira 
    • O consumo aquece os motores do PIB
    • Juros europeus a caminho do corte
    • O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management   

    No minuto 10:24, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, comenta como os dados recentes de inflação nos EUA mexeram com as expectativas dos investidores.
    17 min
  • #104 | A indústria americana enfim respira
    Depois de 16 meses, a atividade de manufaturas dos Estados Unidos voltou para o campo positivo.    Desde a chegada da pandemia de covid-19, as fábricas americanas passaram por uma trajetória repleta de altos e baixos – começando pela quebra das cadeias produtivas no início da crise até o esfriamento do consumo de bens industriais com a reabertura da economia. Agora, há uma melhora em curso.   Mas a recuperação atual deve ser duradoura? Quais são os efeitos da possível retomada da indústria para o restante da economia dos EUA?   Entenda também:  
    • Emprego volta a surpreender nos EUA  
    • Corte de juros à vista na Europa  
    • A intervenção do Banco Central do Brasil no dólar  
    No minuto 05:31, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica por que essa melhora que vem com a normalização da atividade pode atrapalhar a queda da inflação nos EUA.
    16 min
  • #103 | Até onde vai a queda da Selic?
    O ciclo de corte de juros no Brasil pode estar perto do fim. O Comitê de Política Monetária (Copom) sinalizou apenas mais uma redução de 0,5 ponto percentual em maio e deixou aberta a possibilidade de os cortes seguintes serem em uma dose menor, de 0,25 ponto percentual.   Afinal, até onde vai a queda da Selic? O que pode levar o Copom a encurtar o ciclo de cortes?     Entenda também: - Alta nos preços de serviços preocupa o Copom - Dívida dos EUA em trajetória explosiva - Inflação americana estacionando acima da meta - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management No minuto 10:56, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, faz um balanço do desempenho dos mercados globais no primeiro trimestre e analisa quais pontos podem mexer com os rendimentos dos investidores nos próximos meses.
    19 min
  • #102 | Juros nos EUA: três cortes em 2024?
    Em reunião na semana passada, o Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos) reforçou a intenção de cortar os juros três vezes neste ano, mesmo com a economia crescendo em ritmo forte e mesmo com a piora das perspectivas para a inflação. A mensagem foi interpretada (inclusive por nós) como dovish, termo usado quando o tom do recado dado é mais ameno. Quais as chances de os três cortes de juros acontecerem em 2024? Os EUA correm o risco de conviver com uma inflação elevada por mais tempo?    Entenda também: - Os próximos passos da política monetária britânica - Juros japoneses na contramão do mundo - Copom em busca de mais flexibilidade - O necessário equilíbrio fiscal brasileiro  No minuto 05:25, a head de internacional da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Rodrigues, explica que o relatório de projeções econômicas divulgado na semana passada deixa claro que existe uma divergência sobre os próximos passos do Fed.
    17 min
  • #101 | Japão: enfim, a volta da inflação
    Depois de décadas juros negativos e de inflação abaixo da meta (ou até de deflação), o Japão vive um momento diferente na economia. A recente alta de preços (que é uma dor de cabeça para o resto do mundo) pode ser uma boa notícia por lá. A alta da inflação deve levar a um reajuste de salários como não se via há décadas no país. A taxa básica de juros também pode subir pela primeira vez desde 2007. Como o Japão se tornou um país de juros e inflação negativos? A economia japonesa está mesmo diante de um ponto de inflexão? Entenda também: - Corte de juros nos EUA pode estar mais distante - IPCA melhor, mas longe do ideal - A boa surpresa do PIB brasileiro - O movimento nos mercados globais, por J.P. Morgan Asset Management No minuto 11:29, Marina Valentini, estrategista de Mercados Globais do J. P. Morgan Asset Management, explica como estão as expectativas para as decisões de juros nos Estados Unidos e no Japão.
    19 min
  • #100 | Sem sossego para as contas públicas
    Com um tom de comemoração, foi anunciado o superávit primário de R$ 102 bilhões nas contas públicas em janeiro – resultado de uma arrecadação um pouco maior de impostos no mês, mas também de um padrão sazonal.    Mas há de se manter a atenção para que o bom resultado de janeiro não seja interpretado como uma garantia de cumprimento da meta fiscal em 2024. Zerar o déficit (diferença entre receitas e despesas), como prevê o governo, será muito desafiador, mesmo com a melhor arrecadação no início do ano.   Afinal, o que é necessário para a meta ser cumprida? E o que pode acontecer se o déficit zero não for alcançado?   Entenda também: 
    • Nos EUA, emprego em lenta desaceleração 
    • Europa: a primeira pista de corte de juros 
    • China tem nova meta de crescimento
    No minuto 06:09, a head de Brasil da equipe econômica do C6 Bank, Claudia Moreno, analisa os possíveis obstáculos para o governo atingir a arrecadação que é necessária para o cumprimento da meta fiscal de 2024.
    16 min

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Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o…