(Live com participação do J.P. Morgan Asset Management.) Este é o áudio da live transmitida no dia 28 de junho de 2022 no canal do C6 Bank no YouTube. Caso queira ver o vídeo, clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=FQwuWOWZ1sE&t=457s. Participantes: Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank Gabriela Santos, estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management A alta de preços tem batido recorde em diferentes cantos do mundo. Nos Estados Unidos, a inflação passa dos 8% no acumulado de 12 meses, o maior salto em 40 anos. Na zona do euro, a história se repete: o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) da região está em 8,1% em 12 meses, a maior variação desde que a área da moeda única europeia foi criada, há duas décadas. A inflação canadense não vem muito atrás, com uma elevação de 7,7% para o mesmo período de tempo. Por que até países com histórico de inflação baixa estão sofrendo agora com a variação dos preços? Quais são os fatores comuns (ou não) que estão puxando a inflação para cima? E qual é a terapia anti-inflacionária mais adequada? O remédio, como sabemos, são os juros. Mas quando exatamente começar a tomá-lo e em que medida? E se, ao subir a dose, a consequência for a recessão, como recentemente muitos têm discutido quando o assunto é Estados Unidos? Olhando para o próprio bolso, com as previsões de que um furacão econômico está por vir, de que forma encarar os investimentos? As bolsas e os índices americanos recuaram de forma expressiva diante das notícias de aumento de juros por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O S&P 500, por exemplo, que reúne os papéis das 500 maiores empresas americanas, chegou ao “bear market”, nível que indica desvalorização de 20% em relação à alta mais recente. O que esperar, então, de um cenário global tão turbulento? E como isso afeta países emergentes como o Brasil? Importante: se você é produtor de conteúdo e deseja reproduzir o conteúdo da conversa acima no seu veículo de comunicação, pedimos que solicite autorização ao C6 Bank.