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Olá, amantes da cultura, estamos aqui com mais um episódio do nosso Macuxicast, para conversarmos sobre a arte, as manifestações culturais e os costumes do povo roraimense e amazônida. Neste programa, eu, o Edgar Borges e a Zanny Adairalba conversamos sobre poesia e literatura com o nosso convidado mais do que especial, Aldenor Pimentel.
E quem é Aldenor Pimentel? Nosso entrevistado de hoje é natural de Boa Vista, capital de Roraima, jornalista, poeta e escritor. Aldenor foi o primeiro colocado no 5º Prêmio Literário Sérgio Farina, categoria Prata da Casa, da Prefeitura de São Leopoldo (RS), e segundo colocado no 1º Concurso Literário Internacional ‘Escritores Malditos’, da Editora Illuminare.
Além disso, ele também ficou na terceira colocação no I Concurso Literário ICBIE 2015, do Instituto Cultural Brasil Itália Europa. Você acha que é tudo. Não. Tem mais. Ele recebeu ainda outros 30 prêmios e menções honrosas em concursos literários nacionais e internacionais.
No ano de 2017, o poema ‘Sem Razão’, de sua autoria, fez parte da exposição Poesia Agora, na Caixa Cultural Rio de Janeiro. Aldenor Pimentel é autor dos livros Deus para Presidência (2015) e Livrinho da Silva (2017).
Além de escrever o blog O Estado da Arte de Aldenor Pimentel, ele colabora também com a coluna Letras Políticas, do Portal da Escrita, e é colaborador da Revista Pacheco, revista literária on-line. Ainda organiza o Concurso Literário Internacional Palavradeiros.
O cantor e intérprete Halisson Crystian, 43 anos, já esbanjava talento aos 13 anos, numa época pré-shows de calouros badalados da TV.
Revestido do seu timbre de voz inconfundível e armado com seu inseparável violão, ele participava de festivais de música na Boa Vista de 1995, chegando à finalíssima com cantores já renomados no cenário artístico local.
Filho de pai e mãe cantores, Halisson tem as notas musicais viajando na sua corrente sanguínea e impressas no seu DNA.
Foi dele a primazia de eternizar tons e melodia aquela que é considerada o hino extraoficial de Boa Vista, a música Cidade do Campo, composição de Eliakin Rufino. Não há outra interpretação que tenha criado uma identidade tão forte com a cidade, como a de Halisson.
Vivendo num ambiente peculiar, composto por um estado (ex-Território Federal) encravado no Extremo Norte do Brasil, no meio da ilha das Guianas, na Amazônia Brasileira - um lugar um tanto esquecido do resto do Brasil, mas rico em natureza exuberante, minérios preciosos e joias da arte musical - o menino se tornou homem e o homem se fez um artista completo.
Halisson Crystian fez da música sua profissão de fé. “A música nunca me deu fortuna, mas me deu o prazer de ser quem eu sou e de viver do que eu gosto”, diz ele neste episódio do Macuxicast.
Aperta o play e confere a conversa que eu, Luiz Valério, Edgar Borges e Zanny Adairalba tivemos com esse grande artista roraimense.
Dennis Martins é um jornalista talentoso em cuja vida a música entrou ainda criança, num coral da Igreja Assembleia de Deus, em Manaus (AM).
Anos depois de se mudar para, Boa Vista, capital de Roraima, lugar para onde sua mãe foi atraída pelo garimpo de ouro, na década de 1990, Dennis começou a trilhar seu caminho de aprendizagem musical com bons e talentosos músicos e maestros roraimenses.
Adulto, já conceituado como apresentador de televisão, decidiu seguir o caminho que o seu coração mandava. E assim, há três anos, ele criou, junto com amigos, a Banda Tamurá. Passou então a fazer apresentações cantando toadas de Boi.
Não tardou para que logo se tornasse amigo do lendário David Assayag, que recentemente o coroou como o "Príncipe da Toada de Boi" em Roraima,
No episódio de estreia do Macuxicast - o podcast de cultura Amazônida - nós vamos traçar esse perfil do artista Dennis Martins, numa conversa onde ele se revela como homem musical e toadeiro dos bons.
Aperta o play e curte aí.
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