Mamãe não curte

Mamãe não curte

By Capelo SilvaNewsPolitics
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Mamãe não curte episodes

  • Quais são as lendas urbanas contemporâneas?

    Lendas urbanas modernas guardam um passado bem longo. Você sabe de onde vêm as histórias que nos tiram o sono?

    Por que nós temos a mania de ensinar pelo medo? A tática vem de bem longe e parece que, até hoje, ela não deixou de ser efetiva. Mas, alguém consegue entender o que há por trás dessas lendas urbanas?
    A loira do banheiro, o homem do saco, o zé tapuru. Todo mundo tem uma história para contar sobre algo assustador que aconteceu com um amigo de um conhecido de um vizinho, não é mesmo? Então, vamos nessa explorar mais desse folclore moderno!
    Se você perdeu, tem conversa também sobre deep fake
    https://youtu.be/z-e8VqJLVRY
    Trabalho escravo moderno
    https://youtu.be/dZvrTRw9HWY
    e mobilidade social
    https://youtu.be/9M5VbzvHFG0

    32 min
  • Entenda como o trabalho escravo marcou (e marca!) a formação do Brasil

    A escravidão foi declarada ilegal no Brasil há apenas 136 anos. Isso quer dizer que, por 388 anos, nosso país conviveu com o regime escravocrata. Mas o fim do regime não significa, necessariamente, o fim da prática: só no último ano, 3190 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão.

    O trabalho escravo contemporâneo foi o tema deste debate. A conversa abordou desde a caracterização de trabalho análogo ao escravo, até o peso que isso tem na nossa formação.

    Você pode nos acompanhar também no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=dZvrTRw9HWY&t=509s

    29 min
  • É possível ficar rico no Brasil? Qual o papel da educação na mobilidade social?

    O rendimento domiciliar per capita médio, segundo o sexo, em 2022, foi de R$ 1586 mensais para o total da população. Para ter mais clareza sobre a realidade por trás dessa média, vale ressaltar que os 10% mais pobre da população viviam, em média, com uma renda per capita de R$ 163,00 mensais. Do outro lado, os 10% mais ricos tinham uma renda domiciliar per capita de R$ 6448,00. Uma diferença de quase 40 vezes.

    A distância entre quem está na extrema pobreza e quem habita o mundo distante da riqueza é bem longo. Para aqueles que vivem uma situação mais vulnerável, o papel do estado é fundamental para garantir a melhoria da qualidade de vida, e a possibilidade de ascensão social. Para quem está ali no meio, na famosa classe meedia, existe uma ascensão real? Ou pelo menos a possibilidade real de mudar de classe para cima?
    Desde o início da década de 1990, o Banco Mundial trabalha na produção de metodologias para a mensuração da pobreza global.
    A primeira dessas medidas, publicada no World development report (1990) considerava como extremamente pobres as pessoas que dispusessem de menos de US$ 1,00 por dia. Hoje em dia, esse valor foi atualizado para US$ 2,15, por dia. Para ser considerado pobre, o valor é de US$ 6,85 diários, por pessoa.

    Você pode nos acompanhar também no YouTube: https://www.youtube.com/@mamaenaocurte

    36 min
  • Entenda o que é deep fake e do que ela é capaz

    Venha conosco aprender como destruir máquinas no século 21.

    A rápida popularização da inteligência artificial colocou todos em alerta: o avanço da tecnologia utilizada para enganar as pessoas avança numa velocidade muito maior do que as técnicas para identificar os truques.
    Empresas de tecnologia, pesquisadores, agências fotográficas e organizações de notícias estão lutando para se atualizar, tentando estabelecer padrões de origem e propriedade de conteúdo. E o cidadão comum, como fica no meio dessa guerra entre real e fake!?
    Os avanços já são usados para alimentar a desinformação e alimentar divisões políticas.
    A OpenAI já disse que está trabalhando para evitar abusos durante as eleições, em parte proibindo pessoas de usarem o chatbox para fingirem ser pessoas reais ou instituições. O Google também já disse que vai limitar os usos do seu próprio chatbox, o Bard, de responder a prompts relacionados a eleições. No Meta, a promessa é de melhorar a indicação sobre qual conteúdo postado foi gerado com IA.
    Segundo o último Reuters Digital News Report, o conteúdo baseado em vídeo distribuído em plataformas como TikTok, Instagram e Youtube estão se tornando mais importante para notícias, especialmente no sul global.
    O mesmo relatório indica que, no Brasil, 41% das pessoas preferem não se manter informadas, sendo que apenas 43% confia nas notícias que lê.
    Quando se trata de inteligência artificial, o relatório aponta que 56% das pessoas se preocupam em saber a diferença entre o que é real ou fake na internet.
    Mamãe não curte deep fake. No terceiro episódio dessa temporada não numerada, o debate foi sobre os usos da inteligência artificial na produção de conteúdo e o impacto que isso tem na disseminação de informações falsas.
    Vem entender melhor esse debate, sem complicação e na linguagem que todos entendem.

    Você pode também acompanhar a gente no YouTube: https://www.youtube.com/@mamaenaocurte

    #deepfakebrakence #deepfakeviralvideo #deepfaketomcruise #deepfaketechnology #deepfakeexample #deepfakeandai #deepfakeandvoiceai

    34 min
  • Mamãe não curte 5,7 bilhões

    A LDO que foi enviada para a sanção nessa segunda-feira prevê uma regra bem generosa para o cálculo do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o chamado Fundo Eleitoral. Criado em 2017 com o fim do financiamento privado de campanha, ele deveria ser referenciado pelo valor  da renúncia das propagandas de rádio e TV, que também acabaram. 

    Uma das questões importantes que está por trás do debate é o debate sobre qual seria a melhor forma de financiar o processo eleitoral. Se o modelo é o financiamento público, quais deveriam ser os limites e os parâmetros para não tornar a eleição uma despesa desproporcional? Num país onde falta dinheiro até para o Censo, é razoável falar em um fundo de 5,7 bilhões para financiar o processo eleitoral? 

    Ainda que o valor real seja o de 4 bilhões de reais, como tem sido negociado, ele é mais do que o dobro do fundo real, ou seja: um aumento bem acima da inflação da do período.

    O financiamento público de campanha também impõe outra questão: o uso racional dos recursos. Será que os partidos estão prontos para encarar essa realidade?

    Esses são alguns pontos que o episódio da semana aborda. Vamos nessa.




    Participaram:


    Mariana Capelo - jornalista

    Luiz Eudásio - linguista

    Antônio Abdias - bacharel em ciência política



    Você ouviu:

    Evidências - Chitãozinho e Xororó.

    As vinhetas são do músico Dante Accioly.

    21 min
  • Mamãe não curte semipresidencialismo

    Recentemente, o debate sobre o semipresidencialismo voltou a ganhar força no Brasil. O pivô da discussão é o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. De um lado, ele vem sendo pressionado para aceitar um dos pedidos de impeachment contra Bolsonaro; do outro, tem de lidar com declarações nada democráticas ditas por representantes do governo. No meio do fogo cruzado, Lira trouxe à tona o debate sobre o novo sistema político. Pode ser uma coincidência, mas toda vez que o chefe do executivo enfraquece, o tema volta à pauta. O semipresidencialismo é um sistema híbrido entre presidencialismo e parlamentarismo, em que o presidente eleito escolhe um primeiro ministro para ficar responsável pelos assuntos de governo. O personalismo do sistema presidencialista faz com que todas as crises se tornem crises institucionais.  O Brasil, dono de um apelo político personalista, se adaptaria ao novo modelo? Como diria Tancredo Neves ( único primeiro ministro do país): "sistema sem respaldo popular está fadado ao desaparecimento". 


    20 min
  • Mamãe não curte Golpe (2)

    Golpe revolução, os dois movimentos envolvem mudanças abruptas na lógica de poder de um estado. o que diferencia um do outro? Nesse episódio a gente fez um raio-x sobre os elementos que formam um golpe de estado e analisamos quais as possibilidades de o atual presidente dar um golpe para chamar de seu. A conversa foi entre mim, Mariana, e meus irmãos Luiz e Antônio.

    22 min
  • Mamãe não curte Revolta das Sardinhas

    No começo deste ano, uma mobilização no Reddit fez as ações da loja de jogos GameStop disparar. O caso ficou famoso, e se tornou o maior símbolo da revolta das sardinhas, quando usuários de um fórum se unem para valorizar papéis de empresas em dificuldades e causar prejuízos nos fundos tradicionais. Essas ações ficaram conhecidas como ações memes.

    O Mercado pode ser entendido como a alocação racional dos recursos. Quando varejistas começam a desacreditar do mercado ao ponto de intitular seus investimentos como 'aposta',  ainda podemos pensar o mercado como racional?

    Será que esse movimento que envolveu a GameStop, o Reddit e a Mervel pode ser entendido como uma mudança nas perspectivas do capitalismo financeiro?

    Nesse episódio discutimos o que aconteceu com a GameStop. O Matheus Rauber, que é analista no Banco Central se uniu a nós para nos ajudar a entender todo esse imbróglio.



    Participaram:


    Mariana Capelo - jornalista

    Luiz Eudásio - linguista

    Antônio Abdias - Cientista Político

    Matheus Rauber - economista.

    20 min
  • Mamãe não curte fraude eleitoral

    Voto impresso voltou à pauta!

    De tempos em tempos o voto impresso volta a ser discutido. O Congresso Nacional já aprovou 3 leis para implantar a impressão do voto na urna eletrônica. Em 2002, em 2009 e em 2015. A primeira lei foi revogada 2003, depois que o TSE concluiu que o voto impresso comprometeu a votação. As outras duas leis foram declaradas inconstitucionais pelo STF sob os argumentos de risco à garantia constitucional do sigilo do voto e violação aos princípios de economia e eficiência na gestão do dinheiro público. Agora, está na vez da extrema direita adotar o discurso do voto impresso. A Bia Kicis, deputada federal, apresentou o texto e o assunto voltou à tona.

    Neste episódio você escutou um levantamento dos 10 tweets políticos mais populares das últimas 6 horas. Esse projeto é muito interessante e é desenvolvido pela IJ-NET rede de jornalistas internacionais. Para conhecer, é só clicar aqui e aqui.



    Nesse episódio você escutou:

    • Carlos Lupi em propaganda partidária do PDT
    • Bolsonaro, numa live presidencial.
    • Luís Roberto Barroso, Ministro do STF e presidente do TSE numa entrevista ao blog do Josias.
    • Participaram:

      • Mariana Capelo - Jornalista
      • Luiz Eudásio- Linguista
      • Antônio Abdias - Cientista político.
      • 20 min
      • Mamãe não curte nazista
        No depoimento do Pazuello, em certo momento, o senador Alessandro Vieira comparou o ex-ministro da saúde ao Adolf Eichmann, um burocrata na alemanha nazista responsável durante a 2ª Guerra pela deportação de centenas de milhares de judeus para campos de concentração. Para quem não sabe, o Eichmann foi um burocrata no partido Nazista que, depois da Segunda Guerra Mundial, fugiu para a Argentina, onde vivia escondido até ser encontrado pela Mossad e deportado para ser julgado em Israel.
        Esse julgamento foi acompanhado pela Hannah Arendt, que depois escreveu um livro chamado Eichman em Israel e a banalidade do mal.
        Bom, a gente quis discutir melhor essa comparação, e o resultado está nesse novo episódio.
        Nesse episódio você escutou:
        um trecho da fala do Bolsonaro num comunicado oficial à nação, por televisão
        um trecho do discurso do Pazuello na manifestação de motociclistas no rio, no dia 23 de maio
        trechos da fala do Senador Alessandro Vieira à CPI da pandemia no interrogatório do Pazuello
        Participaram:
        Mariana Capelo - jornalista
        Antônio Abdias - Cientista político
        Luiz Eudásio - linguista.
        20 min

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