Marcus Rosa - Reflexões Diárias

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Marcus Rosa - Reflexões Diárias episodes

  • Prece antes e depois / Emmanuel
    Antes de observar a presença do mal, roga ao Senhor para que os seus olhos se habituem à fixação do bem, a fim de que depois não se te converta a oração em requerimento desesperado.
    Antes de assinalar a frase caluniosa ou irrefletida, pede ao Senhor para que teus ouvidos saibam escutar para o auxílio fraterno, a fim de que depois não se te transforme a prece em apelo sombrio.
    Antes de caminhar em direção do poço em que se adensam as águas turvas da crueldade, implora ao Senhor para que os seus pés se mantenham na movimentação do trabalho digno, a fim de que depois não se te transfigure a petição em grito blasfematório.
    Antes de considerar a ofensa do próximo, solicita ao Senhor te ilumine o coração para que saibas exercer a caridade genuína do entendimento e do perdão sem reservas, a fim de que depois não se te expresse a rogativa por labéu de remorso e maldição.
    Todos fazemos preces, depois que o sofrimento nos convoca à expiação regenerativa, quando o processo de nossas defecções morais já coagulou em torno de nosso espírito o cáustico da aflição com que havemos de purificar os tecidos da própria alma.
    Todavia , quão raras vezes oramos antes da luta, vacinando o sentimento contra a sombra da tentação!...
    Saibamos louvar a Bondade e a Sabedoria de Deus, em todos os passos da vida, rendendo graças pela flor e pelo espinho, pela facilidade e pelo obstáculo, pela alegria e pela dor, pela fartura e pela carência.
    Agradecendo ao Céu as lições diminutas de cada instante da marcha, aprenderemos a tecer com as pequeninas vitórias de cada dia o triunfo sublime que, na grande angústia, erguer-nos-á para a alegria soberana capaz de levantar-nos para sempre à plena luz da imortalidade.
    Por: Emmanuel, Do livro: Mãos Marcadas. Médium: Francisco Cândido Xavier
    3 min
  • A prece recompõe / Emmanuel
    A Prece Recompõe
    "E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos." - (ATOS, 4:31.)
    Na construção de simples casa de pedra, há que despender longo esforço para ajustar ambiente próprio, removendo óbices, eliminando asperezas e melhorando a paisagem.
    Quando não é necessário acertar o solo rugoso, é preciso, muitas vezes, aterrar o chão, formando leito seguro, à base forte.
    Instrumentos variados movimentam-se, metódicos, no trabalho renovador.
    Assim também na esfera de cogitações de ordem espiritual.
    Na edificação da paz doméstica, na realização dos ideais generosos, no desdobramento de serviços edificantes, urge providenciar recursos ao entendimento geral, com vistas à cooperação, à responsabilidade, ao processo de ação imprescindível. E, sem dúvida, a prece representa a indispensável alavanca renovadora, demovendo obstáculos no terreno duro da incompreensão.
    A oração é divina voz do espírito no grande silêncio.
    Nem sempre se caracteriza por sons articulados na conceituação verbal, mas, invariavelmente, é prodigioso poder espiritual comunicando emoções e pensamentos, imagens e idéias, desfazendo empecilhos, limpando estradas, reformando concepções e melhorando o quadro mental em que nos cabe cumprir a tarefa a que o Pai nos convoca.
    Muitas vezes, nas lutas do discípulo sincero do Evangelho, a maioria dos afeiçoados não lhe entende os propósitos, os amigos desertam, os familiares cedem à sombra e à ignorância; entretanto, basta que ele se refugie no santuário da própria vida, emitindo as energias benéficas do amor e da compreensão, para que se mova, na direção de mais alto, o lugar em que se demora com os seus.
    A prece tecida de inquietação e angústia não pode distanciar-se dos gritos desordenados de quem prefere a aflição e se entrega à imprudência, mas a oração tecida de harmonia e confiança é força imprimindo direção à bússola da fé viva, recompondo a paisagem em que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior.
    XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz. Pelo Espírito Emmanuel. 14.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1996. Capítulo 98.
    3 min
  • Prece ante o perdão/ Emmanuel
    Senhor Jesus!
    Ensina-nos a perdoar, conforme nos perdoaste e nos perdoas, a cada passo da vida.
    Auxilia-nos a compreender que o perdão é o poder capaz de extinguir o mal.
    Induze-nos a reconhecer nos irmãos que a treva infelicita filhos de Deus, tanto quanto nós, e que nos cabe a obrigação de interpretá-los na condição de doentes, necessitados de assistência e de amor.
    Senhor Jesus, sempre que nos sintamos vítimas das atitudes de alguém, faze-nos entender que também somos suscetíveis de erros e que, por isso mesmo, as faltas alheias poderiam ser nossas.
    Senhor, sabemos o que seja o perdão das ofensas, mas compadece-te de nós e ensina-nos a praticá-lo.
    Assim seja! ”
    2 min
  • Prece ao Centro Espírita/ Emmanuel
    Prece ao Centro Espírita
    Senhor Jesus, abençoa, por misericórdia, o lar que nos deste ao serviço da oração.
    Reúne-nos aqui em teu amor e ensina-nos a procurar-te para que não nos percamos à margem do caminho.
    Nos instantes felizes, sê nossa força, para que a alegria não nos torne ingratos e insensíveis.
    Nos momentos amargos, sê nosso arrimo, para que a tristeza não nos faça abatidos e inúteis.
    Nos dias claros, concede-nos a benção do suor no trabalho digno.
    Nas noites tempestuosas, esclarece-nos o espírito para que te entendamos a advertência.
    Inclina-nos a pensar sentindo, para que não guardemos gelo no cérebro, e induze-nos a sentir pensando para que não tenhamos fogo no coração.
    Ajuda-nos para que a caridade em nossa existência não seja vaidade que dilacere os outros e para que a humildade em nossos dias não seja orgulho rastejante! ...
    Auxilia-nos para que a nossa fé não se converta em fanatismo e para que o nosso destemor não se transforme em petulância.
    Amorável Benfeitor, perdoa as nossas faltas.
    Mestre Sublime, reergue-nos para a lição.
    E, sobretudo, Senhor, faze que entendamos a Divina Vontade, a fim de que, aprendendo a servir contigo, saibamos dissolver a sombra de nossa presença na glória de tua luz!
    Emmanuel pelo médium Chico Xavier
    Do livro “O Espírito da Verdade”, de Chico Xavier
    2 min
  • Carta às Famílias/ Casimiro Cunha
    É certo que sobre a Terra,
    Nas lutas de expiação,
    Muita vez o lar se forma
    Para a dor da redenção.
    Por vezes, os inimigos
    Das existências passadas
    Recebem o mesmo sangue
    Em lutas amarguradas.
    É o resgate doloroso,
    A algema que, no futuro,
    Transforma o ódio tigrino
    Em tesouros do amor puro.
    Eis aí por que, não raro,
    Nessa prova que redime,
    Irmãos surgem contra irmãos,
    Raiando até pelo crime.
    Mas a dor, a grande dor
    Que reforma toda a gente,
    Recolhe-os no seu regaço,
    Fraterniza-os novamente.
    Por essa razão, amigos,
    Todo o ensino em substância
    É que a paz do lar terrestre
    Depende da tolerância.
    Falando em particular,
    Peço-te, pois, meu irmão,
    Que faças de tua casa
    O instituto da afeição.
    Não te esqueças que em família
    A mais santa autoridade
    É a que nasce da energia
    Que não desdenha a bondade.
    A fim de seres ouvido,
    Recorda que o verbo dar
    Na caravana efetiva
    Precede o verbo ensinar.
    Jamais te queixes dos teus,
    Seja em qualquer confidência.
    Muita vez, nos desabafos,
    Há muita maledicência.
    Sem que repartas no mundo
    A fé e o amor com os teus,
    Não pode dar no caminho
    Os sublimes dons de Deus.
    Há lutas em tua casa,
    Atritos e desavenças?
    Isso é a sombra em que se prova
    A claridade da crença.
    Na noite de cada dia,
    Nas luzes das orações,
    Envia a Deus os apelos
    De tuas inquietações.
    Quanto ao mais, teu sacrifício
    É a santa expressão de dor,
    Purificando a família
    No plano eterno do Amor.
    Do livro Cartas do Evangelho, de Casimiro Cunha, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
    3 min
  • Carta aos cegos / Casimiro Cunha
    Na romagem dolorosa
    Da vida de provação,
    Também trazia os meus olhos
    Iguais aos teus, meu irmão.
    Mas, se a estrada era obscura,
    Se a noite era tão sombria,
    Guardava, como tu guardas,
    As vibrações de alegria.
    É que, entre as sombras terrestres,
    Na tua meditação,
    Sabes ver os resplendores
    Das luzes da redenção.
    Talvez que de olhos sadios
    Deixastes o teu sensório
    Perder-se pelo caminho
    Do sentimento ilusório.
    Todo aquele que recebe
    A provação da cegueira,
    Sabe orar, sabe esperar,
    Vendo a vida verdadeira.
    Não percas a tua fé.
    A crença é a grande conquista
    De quem resgata no mundo
    O abuso dos dons da vista.
    Guarda a esperança em Jesus,
    Na dor, não te desanimes...
    A cegueira é o resultado
    De muitos dos nossos crimes...
    Nos tempos que já se foram,
    Muitos de nós, meu irmão,
    Fomos verdugos terríveis,
    Plantando a desolação.
    Os grandes desvios dalma,
    No erro amargo e mesquinho,
    São reparados na sombra
    Que nos envolve o caminho.
    A cegueira é uma estação
    De corrigenda ou de cura,
    Onde o espírito se aclara
    Visando a estrada futura...
    Portanto, as horas de sombra,
    No curso de uma existência,
    São nossa reintegração
    No amor e na inteligência.
    Meu amigo, continua
    Alegre na fé, no amor;
    Quem não sente a Luz de Deus
    É um cego mais sofredor.
    Também fui cego do corpo,
    Na senda de expiação,
    Mas nunca guardei comigo
    As trevas do coração.
    Depois das sombras espessas
    Nas lutas da humanidade,
    Verás a alvorada eterna
    Da luz da Imortalidade.
    Por: Casimiro Cunha, Médium: Francisco Cândido Xavier
    3 min
  • Sem Desânimo / André Luiz
    Se você deixou de trabalhar, entrando em desânimo, examine o tráfego numa rua simples.
    Ônibus, automóveis, caminhões, ambulâncias e viaturas diversas passam em graus de velocidade diferente, cumprindo as tarefas que lhes foram assinaladas.
    Nenhum veículo segue sem objetivo e sem direção.
    Observe, porém, o carro parado, fora da pista. Além de constituir uma tentação para malfeitores e um perigo no trânsito, é também um peso morto na economia geral, porquanto foge do bem que lhe cabe fazer. Entretanto, se o dono resolve recuperá-lo, aparecem de pronto, motoristas abnegados, que se empenham a socorrê-lo.
    Considera a lição e não gaste o seu tempo, acalentando enguiços na própria alma, que farão de você um trambolho para os corações queridos que lhe partilham a marcha.
    Qual acontece ao veículo mais singelo, você pode perfeitamente auxiliar nos caminhos da vida, arrancar um companheiro dessa ou daquela dificuldade, carregar um doente, transportar uma carta confortadora, entregar um remédio ou distribuir alimento.
    Se você quiser, realmente, largar o cantinho da inércia, rogue amparo aos Espíritos Benevolentes e Sábios que funcionam, caridosamente, na condição de mecânicos da Providência Divina, e eles colocarão você, mas para que isso aconteça, é preciso, antes de tudo, que você pense em servir, dispondo-se a começar.
    Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
    Livro: Paz e Renovação. Lição nº 30. Página 89
    3 min
  • A escola de Jesus convida / Casimiro Cunha
    Se desejas luz e paz,
    Eis, meu amigo, que insisto,
    Na tua vinda, hoje mesmo,
    A Escola de Jesus Cristo.
    Ruge ainda a tempestade?
    Não te perturbes, não temas.
    O Evangelho é o templo vivo
    Que nos resolve os problemas.
    Perdeste tudo em derrotas
    Da ambição arrasadora?
    Vem renovar teus caminhos,
    Partindo da Manjedoura.
    Tens aflições, amargura,
    Tristezas, enfermidade?
    Vem ouvir os pareceres
    Do Médico de Verdade.
    O sofrimento, o cansaço,
    Parecem longos, sem fim?
    Escuta o convite eterno,
    Repetindo: – “Vinde a Mim!...”
    Tens sede de compreensão
    Carinhosa e compassiva?
    Recorda que, há dois mil anos,
    Corre a Fonte da Água Viva.
    Queres a vida risonha
    Num mar de alegria e flores?
    Procura a simplicidade
    Dos filhos dos Pescadores.
    Sentes dúvidas, anseias,
    Quanto à luz dos fins supremos?
    Volve ao Messias, embora
    No impulso de Nicodemos.
    Caíste? Esquece a mentira
    Com que ainda te aconselhas.
    Coloca os pés noutro rumo,
    Busca a Porta das Ovelhas.
    Se te envolve a sombra extensa
    Da lágrima tormentosa,
    Lembra os bens que floresceram
    Sobre a Via Dolorosa.
    Se padeces a tortura
    Do espírito solitário,
    Console-te a glória eterna
    Que resplendeu no Calvário.
    A luta tem sido um fardo
    Para a tua alma oprimida?
    Atende a Cristo e acharás
    Caminho, Verdade e Vida.
    Vem à Escola do Evangelho
    Da caridade e da luz,
    O livro é teu coração,
    O Mestre Amado é Jesus.
    Apenas recomendamos
    Que, antes de entrar, meu irmão,
    Deixes, lá fora, as sandálias
    Com que adoraste a ilusão.
    Por: Casimiro Cunha, Do Livro: Cartas do Evangelho, Médium: Francisco Cândido Xavier
    3 min
  • Carta aos pais / Casimiro Cunha
    CARTA AOS PAIS
    (Casimiro Cunha)
    “Não podes viver a esmo,
    Numa estrada indefinida.
    Um pai tem obrigações
    Das mais nobres que há na vida.
    Meu irmão, em tua casa,
    Nas ternuras dos filhinhos,
    Personifica o bom-senso,
    Entre os beijos e os carinhos.
    Por enquanto, a Terra inteira
    Ainda é um mar agitado.
    Se não dominas a onda
    Virás a ser dominado.
    Entende a luz do caminho.
    A tua finalidade
    Não é somente a da espécie,
    Nas lutas da Humanidade.
    Exige-se muito mais
    Dos teus esforços no mundo;
    Recebeste de Jesus
    Um dom sagrado e profundo.
    Se a missão das mães terrestres
    É conduzir e ensinar,
    O teu trabalho é de agir
    No esforço de transformar.
    Não esqueças teus deveres
    Na esfera da educação,
    Fazendo de tua casa
    A escola de redenção.
    Um pai que deixa os filhinhos
    Abandonados ao léu,
    Não corresponde no mundo
    À confiança do céu.
    Cuida bem dos pequeninos.
    A educação tem segredos
    Que devem ser estudados
    Desde os tempos dos brinquedos.
    A tua função no lar
    Não é somente prover,
    Mas adotar providências,
    Procurando esclarecer.
    Ensina os teus a gastar.
    Quem vive muito à vontade
    Pode encontrar a miséria
    No fim da ociosidade.
    Gastar somente o que é justo
    É ser prudente e cristão.
    Quem gasta o que não é seu
    Faz dívidas de aflição.
    Luta sempre, mas se os teus
    Não te seguirem os trilhos,
    Esperemos nesse Pai
    De que todos somos filhos.
    Na pobreza ou na fortuna,
    Esforça-te, meu amigo.
    Exemplifica o trabalho
    E Deus estará contigo.
    Uma poema de Casimiro Cunha chamando os pais à responsabilidade doméstica. Do livro Luz no Lar – de Espíritos diversos, por Chico Xavie - Ed. FEB.
    3 min
  • Todos podemos / Albino Teixeira
    Marcus Rosa traz reflexões de espíritos
    diversos nesse projeto diário cuja proposta é inspirar e iluminar. Vídeo disponível no canal Marcus Rosa no YouTube: Segue o link: https://youtube.com/channel/UC-8WBboOCJ4wP4y6ft3eQUg
    2 min

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Marcus Rosa traz reflexões de espíritos diversos nesse projeto diário cuja proposta é inspirar e iluminar.