“Dar e receber são um só na verdade.”
A prática desse pensamento conduz a atenção do observador e do tomador de decisão para aceitação da unidade da Criação de Deus na totalidade.
“Dar e receber são um só na verdade”, é um novo convite para os fragmentos da consciência unificada separada para o autoreconhecimento da santidade através da observação sobre o sistema de pensamento que nos identificamos no mundo.
“Dar e receber são um só na verdade”, é a certeza e a confiança praticada na autoidentificação da consciência de que a sua existência verdadeira é Cristo.
Ao aceitar e praticar que Cristo é um único Filho de Deus, todas as outras aparentes imagens derivadas das consciências imaginando-se humanas unir-se-ão em uma única mente.
O Espírito Santo é o ponto de encontro para os separados reconhecerem-se na imutabilidade da Criação de Deus.
“Dar e receber são um só na verdade”.
Ao perceber o irmão verdadeiramente, através da unidade do Espírito Santo de Deus, aceitamos a imutabilidade do Ser. Permitindo na mente a correção do erro da separação.
“Dar e receber são um só na verdade”.
Ao reconhecer a santidade no irmão, relembramos na consciência que permanecemos um Espírito Santo na totalidade.
Sendo assim, as consciências deixam de retroalimentar na consciência unificada separada a culpa, tornando-a a mente certa.
Sendo assim, primeiro vem a visão verdadeira e em seguida o conhecimento.
Dar e receber são aspectos da escolha de um único sistema de pensamento.
O foco do observador perceberá a forma através dos pensamentos ajustados para unidade ou para a separação. Um sistema de pensamento exclui automaticamente o outro.
Então, o que o personagem chama de inconsciente está sempre manifestado em seu cenário em formas de tipos de relacionamentos, trabalhos que escolhemos, preferências pessoais que parecemos ter.
Tudo estará sempre expressando a autoidentificação do observador que tomará as suas decisões a partir da falta e a busca, ou a integridade e a confiança.
“Dar e receber são um só na verdade.”
A manifestação do sistema de pensamento escolhido é sempre percebida e sentida a partir da fonte da autoidentificação de ser.
“Dar e receber são um só na verdade”.
Praticar essa declaração não somente com pessoas, mas a tudo que percebemos.
Porque o que percebemos não tem relação com a visão do corpo, mas sim com os nossos pensamentos.
A consciência usa as imagens percebidas pela visão do corpo para projetar sobre ela as opiniões das crenças que classifica como o eu.
O cenário é um efeito e demonstra o sistema de pensamento que estamos escolhendo para identificar como existência: a separação, a busca, a falta, e a insegurança, ou a unidade, a confiança, a abundância e a realidade.
Só é possível dar o que pensa sobre si próprio. E não recebe-se nada além do que deu.
“Dar e receber são um só na verdade. Hei de receber o que estou dando agora.”
“A todos eu ofereço quietude.
A todos eu ofereço a paz da mente. A todos eu ofereço gentileza.”
“Dar e receber são um só na verdade”, conduz para a clareza do perdão.
O perdão a partir da metafísica de Jesus não é dado ao outro, ou ao mundo. Porque a forma como percebe-se o mundo está intrinsicamente unida a como autodefine-se a identidade.
O perdão verdadeiro é oferecido ao sistema de pensamento equivocado aceito na consciência para definir como a sua existência. O perdão é a decisão por aceitar como o Eu um sistema de pensamento único, alinhado com os pensamentos de Deus.
“Dar e receber são um só na verdade.”
Recordar a unidade do Cristo é o objetivo de Jesus com a metafísica de um Curso em Milagres. Esses exercícios reposicionam o foco do observador para decidir-se
Um com a sua Fonte Criadora.
“Dar e receber são um só na verdade.”
No efeito da separação, refletimos a verdade da nossa unidade, ou atacamos em nossa na mente a impecabilidade da Criação de Deus.
“Dar e receber são um só na verdade.”
Inspiração - Um Curso em Milagres.