“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”
Essa é mais uma lição em que será necessário recebê-la e aceita-la através do observador e o tomador de decisão na consciência.
Ao ser recebida e sentida pela consciência identificada com personagem e a sua personalidade identificada com a pequenez e o medo de Deus, poderá imaginar essa lição como uma promessa a acontecer depois de algum tempo, alguma prática, alguma purificação ou alguma experiência de cura no efeito das suas crenças de indivíduo.
Ou seja, depois de condicionar o merecimento do Amor de Deus por seu Filho à esforços.
Na lição de hoje, Jesus está nos relembrando que isso é Agora. Deus, sendo Amor, é também felicidade, porque o Espírito Santo de Deus está em nossa mente a todo instante.
Basta sentir Deus e toda tentação desaparecerá.
“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”
Esta é mais uma lição para o autoreconhecimento. Mas se o observador estiver desatento de sua única realidade, os pensamentos alinhados com a separação assumirão as decisões do observador e tornarão esse pensamento uma fantasia.
Deus não é folclore, Deus é realidade. É o convite para que o observador na consciência mantenha-se com a mente atenta para o Ser Real, Cristo.
Para tanto, podemos usar como ferramenta de ajuste do foco, o contraste através das projeções e das cenas e circunstâncias que buscamos para confirmar o nosso sistema de crenças de indivíduo.
Ao observar-se existindo, posicionado no mundo, o observador perceberá que as experiências no roteiro não são apenas de Amor e felicidade, portanto não podem vir de Deus.
“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”
Sendo assim, se estamos experienciando algo diferente de paz é porque a identificação da consciência não está alinhada com a Criação de Deus, mas com a vontade das crenças de indivíduo. E decidir manter-se identificado com o corpo como sendo a realidade do ser é limitar o Amor de Deus.
“Deus, sendo Amor, é também felicidade”.
Jesus conduz a liberação na consciência de sua identificação com o medo.
Novamente, Ele não nos pede para negarmos os desejos para o Amor e a felicidade no mundo. Jesus não indica que deixemos as metas individuais.
É preciso ser funcional até que todas as consciências despertem e encontrem-se em um único sistema de pensamento, o Espírito Santo.
Entretanto, Jesus é claro para que a consciência não equivoque-se de que o Amor e a felicidade estão apenas na totalidade — Deus e Cristo.
“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”
A prática da lição é uma nova seta conduzindo ao relembrar de que esperar satisfação no mundo é recalcular rota.
A real satisfação só será experienciada na realidade que compartilhamos com Deus.
“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”
Somos direcionados por Jesus a liberar-se dos conflitos que experienciamos ao localizar e confundir a Vida com as vontades das crenças que confirmam a culpa da separação.
Nos é pedido hoje um pouco de boa vontade, para manter-nos atentos para a observação da atração da consciência pela culpa e pelo medo. E assim, libera-los para o Espírito Santo.
Se Deus, sendo Amor, é também felicidade, então, se o tomador de decisão aceitar identificar-se com a Criação de Deus, ao invés das vontades das crenças de indivíduo, como seria?
Falamos aqui de uma decisão para ir além da forma. E não de usar o pensamento “Deus, sendo Amor, é também felicidade” para pedir por mudanças no cenário ou circunstância específicas.
Mas, o confiar no Espírito Santo e na correção da mente equivocada da sua realidade.
“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”
O poder dos separados sobre os aspectos do medo e o sofrimento está intrinsicamente ligado ao liberar-se dos seus pensamentos de separação de Deus, o ego. Aceitando a Expiação, o perdão, a decisão pelo milagre como o seu poder.
E para tanto, contamos com Jesus, que é também o sinônimo do Espírito Santo, e é Ele que está nos conduzindo a esse reposicionamento de consciência.
Inspiração - Um Curso em Milagres.