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há um alívio silencioso em perceber que o mundo não gira ao nosso redor. nem tudo é sobre você. as pessoas esquecem, a vida segue, ninguém tá reparando tanto e talvez você nem seja tão importante assim!!! existe muita paz em sair do palco, em não precisar sustentar uma performance de relevância o tempo todo. a insignificância não é um castigo, mas um retorno ao que é real. recolher-se à própria insignificância é um exercício de humildade e descanso.
ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
Um mergulho nas expectativas silenciosas que moldam o amor feminino e as mulheres fáceis de amar: doces, pacientes, compreensivas, disponíveis, sem nunca pedir demais. Que saibamos acolher as ausências, entender os silêncios e traduzir o que o outro não consegue dizer. Mas o preço disso é alto demais. Uma conversa sobre o quanto essa narrativa faz com que agente confunda amor com domínio, ‘facilidade’ com autoabandono e conveniência. E sobre o que muda quando a mulher deixa de tentar ser adorável e começa a se permitir ser inteira.
antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
na vida adulta, ninguém mais vai te impedir de se destruir. e ninguém mais vai te obrigar a se cuidar. de repente, você pode tudo: gastar, comer, amar, se perder, fugir. vivemos numa sociedade que confunde hedonismo com autocuidado. quando, na verdade, liberdade e autocuidado, em muitos momentos, é se proteger de si mesma. de "eu mereço" em "eu mereço", a gente vai se perdendo de quem a gente deveria ser. viver sem limites não é o mesmo que ser livre.
Vivemos um momento cultural em que até o nosso sofrimento precisa ser apresentável e apresentado. As nossas grandes dores precisam ser rapidamente "tratadas", resolvidas... Você precisa tirar uma grande lição/aprendizado e mostrar isso pro mundo. Será que a gente não pode >simplesmente< ficar mal e não fazer nada (de imediato) sobre? Nesse episódio, eu falo sobre o peso silencioso de ter que funcionar, performar e se recompor rápido demais. Sobre o medo de ser vista em processo e o quanto isso tem nos afastado da leveza de simplesmente existir.
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entre expectativas frustradas, comparações injustas que nos sufocam e os cronogramas que a sociedade insiste em nos impor, vamos conversar sobre como transformar a frustração sobre os planos que não rolaram, em espaço para histórias novas: mais autênticas, mais livres e, quem sabe, até mais bonitas do que as que estavam no nosso script.
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limites e autocuidado são essenciais, mas quando o “não” vira regra absoluta, a gente corre o risco de confundir proteção com rigidez. nesse episódio, eu falo sobre a diferença entre colocar limites saudáveis e se esconder atrás deles, sobre o perigo de transformar o autocuidado em evitação e o quanto isso nos deixa menos resilientes para os desafios da vida. afinal, se a gente não treina a tolerância ao desconforto em pequenas doses, acabamos ficando frágeis para quando a vida realmente exigir. autocuidado não é se blindar do mundo, é aprender a caber nele com os outros.
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um papo direto do consultório pra vida real: como o sono pode ser o maior ato de autocuidado que você anda negligenciando. uma discussão sobre a importância de fazer o básico bem feito, explicando como noites mal dormidas impactam sua saúde mental, suas emoções, seus hábitos e até suas escolhas. também compartilho dicas práticas de higiene do sono, numa parceria linda com a Emma Colchões, pra te ajudar a dormir como você merece: com conforto, ciência e desconto!!!!! MESSYGIRLSCLUB10 para 10% de desconto em todo o site da EMMA, durante todo o mês de agosto, utilizando o link: https://store.colchoesemma.com.br/?utm_source=instagram&utm_medium=influencer&utm_campaign=catharinerosas&utm_code=MESSYGIRLSCLUB10
o homem mal-humorado não é só chato, ele adoece sua espontaneidade, sua leveza e sua saúde emocional. aos poucos, ele vai drenando o riso, cortando a dança, silenciando as cores. esse episódio é um convite pra você perceber os sinais, respeitar o que o seu corpo já sente e fugir daquilo que te faz se distanciar de quem você é, mesmo que sutilmente. o mau humor crônico acaba se tornando uma forma de controle emocional: é uma micro violência relacional! ele não grita, não xinga, ele não te bate — mas desanima, te deprime e te sabota.
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eu sou um cemitério das primeiras vezes.
tudo começou com um churros perfeito que eu comi. foi tão bom que eu comprei outro em seguida. só que o segundo já não era igual. essa é a vida: o segundo churros nunca vai ser o primeiro. e isso precisa ser suficiente pra que a gente esteja entregue ao agora — aproveitando a vida que temos, do jeitinho que ela é hoje. porque é a primeira e a última vez que a gente vive ela assim. o primeiro churros não volta, mas o gosto dele mora na gente pra sempre. e isso é tudo
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mulheres têm “dedos podres” ou os homens é que nunca são apontados?
será que, se eles não fingissem tão bem, ainda existiriam dedos podres? será que, se as mulheres soubessem que estariam prestes a entrar em ciladas, elas entrariam? o machismo, apesar de perverso, opera de forma tão sutil que, dentro da nossa cultura, nos obriga a assumir a culpa por comportamentos que nunca foram nossos.
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