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A dor é um dos sintomas mais universais da experiência humana, mas também um dos mais difíceis de medir. Subjetiva por natureza, ela depende da percepção individual, da interpretação clínica e, muitas vezes, da observação de comportamentos sutis que nem sempre são facilmente traduzidos em números. Escalas tradicionais, como a de 0 a 10, ajudam, mas não capturam toda a complexidade do fenômeno.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o anestesiologista e especialista em dor Paulo Renato Fonseca. A partir de pesquisas recentes do MIT e de outras instituições, o episódio discute como novas tecnologias estão criando caminhos para interpretar sinais fisiológicos, atividade cerebral e padrões comportamentais que refletem o impacto real da dor na vida das pessoas.
O especialista comenta avanços como algoritmos aplicados a eletroencefalogramas, variação da frequência cardíaca e sistemas de visão computacional capazes de identificar microexpressões e alterações posturais. Também analisa o uso de aplicativos que começam a chegar ao consultório, oferecendo a médicos e pacientes ferramentas mais objetivas para acompanhar a evolução da dor e orientar decisões terapêuticas.
By TEC.INSTITUTEA dor é um dos sintomas mais universais da experiência humana, mas também um dos mais difíceis de medir. Subjetiva por natureza, ela depende da percepção individual, da interpretação clínica e, muitas vezes, da observação de comportamentos sutis que nem sempre são facilmente traduzidos em números. Escalas tradicionais, como a de 0 a 10, ajudam, mas não capturam toda a complexidade do fenômeno.
No novo episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o anestesiologista e especialista em dor Paulo Renato Fonseca. A partir de pesquisas recentes do MIT e de outras instituições, o episódio discute como novas tecnologias estão criando caminhos para interpretar sinais fisiológicos, atividade cerebral e padrões comportamentais que refletem o impacto real da dor na vida das pessoas.
O especialista comenta avanços como algoritmos aplicados a eletroencefalogramas, variação da frequência cardíaca e sistemas de visão computacional capazes de identificar microexpressões e alterações posturais. Também analisa o uso de aplicativos que começam a chegar ao consultório, oferecendo a médicos e pacientes ferramentas mais objetivas para acompanhar a evolução da dor e orientar decisões terapêuticas.

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