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Gabriel Parreiras, prefeito eleito de Brumadinho é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Gabriel tem 32 anos, é nascido e criado em Brumadinho, empresário, vereador, filho do Geraldo ex-gerente da Minascaixa e da Márcia professora já falecida e que deu aula em escolas públicas.
Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Gabriel critica o acordo de reparação da Vale pela tragédia de Brumadinho de R$ 37,6 bilhões sendo que a cidade teve direito a R$ 1,5 bilhão, cerca de 4% a 5% do total. Para o prefeito eleito, se o volume destinado a Brumadinho fosse de ao menos 10% seria uma quantia mais compatível e justa com a cidade onde aconteceu a tragédia. "Queremos que os responsáveis sejam penalizados", reivindica Gabriel que perdeu a prima Juliana Parreiras no rompimento da barragem da Vale. Ela estava no refeitório da Vale no dia da tragédia.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o décimo episódio, com Ailton Ricaldoni, 78, fundador da Nanum Nanotecnologia, nas plataformas de O TEMPO. Há 16 anos no mercado, a Nanum tem a sede em Lagoa Santa (MG) onde inaugurou nova fábrica neste ano com investimentos de R$ 60 milhões.
Em 2025, Ricaldoni conta à jornalista Helenice Laguardia que vem mais um ciclo de aportes da ordem de R$ 60 milhões para diversificar o portfólio de produtos da companhia especializada em óxidos metálicos nanoparticulados. Os recursos serão usados ainda em equipamentos, laboratório, treinamento de pessoal e desenvolvimento do mercado.
A Nanum Nanotecnologia é a primeira companhia no hemisfério sul a criar e produzir tintas magnéticas usadas na impressão de documentos de segurança a partir de nanomateriais desenvolvidos em laboratórios próprios e fabricados em escala industrial. Na fábrica serão lançados produtos com aplicações nas áreas automotiva, energia, siderurgia, construção, aeroespacial e química. O industrial iniciou sua trajetória aos 12 anos trabalhando como engraxate, no Barro Preto, em Belo Horizonte.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o nono episódio, com Humberto Machado Zica, CEO da Delp Engenharia, nas plataformas de O TEMPO. Há 60 anos no mercado, a Delp é uma das maiores produtoras de equipamentos pesados em aço. Humberto está na Delp há 25 anos e assumiu o comando da empresa familiar em 2020. Com sede em Vespasiano (MG) onde tem uma fábrica instalada numa área de 350 mil m², a Delp tem ainda a segunda fábrica no Porto do Açu (RJ), e escritório de representação em Houston (EUA).
A Delp atua nos mercados de petróleo, gás, energia, mineração, siderurgia, ferroviário. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, o CEO conta que a Delp tem quatro tipos de negócios: Delp Mooring, Delp Subsea, Delp Indústria e Delp Serviços. A empresa tem mais de 950 colaboradores e um diferencial de mercado que é a estaca torpedo. Com ele, a Delp consegue fazer um sistema de ancoragem de custo 40% menor comparado a outros sistemas de ancoragem. Humberto também é presidente da Câmara da Indústria de Energia, Petróleo e Gás da Fiemg.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o oitavo episódio com Carlos Henrique Martins Teixeira, presidente do Minas Tênis Clube. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Carlos Henrique conta que é faixa preta em judô, ex-atleta minastenista da modalidade, advogado, e assumiu a presidência do clube no mandato de 2023 a 2025. Fundado em 1935, o Minas vai fazer 90 anos em 2025. Com quatro unidades – Minas I, Minas II e o Minas Country, em Belo Horizonte; e o Minas Náutico, em Nova Lima – o clube registrou 3,7 milhões de acessos às unidades em 2023. Carlos Henrique observa também uma valorização cada vez maior da cota do clube no mercado. “No começo da (minha) gestão tínhamos um preço de cota de mercado – não é o Minas que fixa esse preço – de R$ 36 mil. Hoje esse preço já está em R$ 100 mil. Isso aconteceu nos dois últimos anos”, calcula o presidente do clube.
A Temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o sétimo episódio, com Guilherme Abrantes, 53, fundador do Laticínios Dona Formosa, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado de Minas Gerais (Silemg) e diretor financeiro da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Guilherme também é candidato a presidente da Fiemg para o mandato de 2026 a 2029, onde pretende continuar com o investimento de R$ 1,2 bilhão nas escolas do Sesi e do Senai mantendo a unidade da federação que atualmente é comandada pelo industrial do setor têxtil Flávio Roscoe. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Guilherme conta que o Laticínios Dona Formosa, em Águas Formosas, no Vale do Mucuri, começou pequeno, com a produção de requeijão que era usado para fazer a coxinha do bar que Guilherme tinha com um sócio em Belo Horizonte. Depois de migrar para a indústria, ele ingressou no associativismo há 15 anos, e representa 170 indústrias no Estado que captam 6 bilhões de litros de leite por ano.
A Temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o sexto episódio com Alexandre Riccio, CEO do Inter no Brasil, em todas as plataformas de O TEMPO. Há 30 anos no mercado, o Inter é um dos maiores bancos digitais do país e tem um super app financeiro. Com sede em Belo Horizonte, o Inter tem mais de 33 milhões de clientes, atuação no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa com R$ 105 bilhões de ativos sob custódia – tudo que os clientes estão confiando à companhia. Para 2027, o Inter tem um plano arrojado o 60 30 30 para chegar a 60 milhões de clientes, 30% de eficiência e 30% de ROE (retorno sobre o patrimônio). Em ativos sob custódia, Riccio revela à jornalista Helenice Laguardia que tem um número aspiracional de alcançar os R$ 300 bilhões até 2027. Também na carteira de crédito, Riccio diz que ela está nos R$ 35 bilhões, R$ 36 bilhões, e vai chegar em R$ 100 bilhões em 2027. “A gente precisa crescer em coisas que a gente já sabe fazer” avalia Riccio, que está no Inter há 11 anos.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o quinto episódio com Filipe Martins, diretor das redes de atacarejo Mart Minas e Dom Atacadista, nas plataformas de O TEMPO. Nona maior rede supermercadista do Brasil, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a empresa familiar está há 23 anos no mercado, quando abriu a primeira loja em Divinópolis (MG). Filipe Martins conversa com a jornalista Helenice Laguardia e conta que Mart Minas e Dom Atacadista têm mais de 15 mil funcionários, 83 lojas – sendo 63 unidades do Mart Minas, em Minas Gerais, e 20 do Dom Atacadista, no Rio de Janeiro – e faturamento de R$ 9,4 bilhões em 2023.
Filipe lembra que o Dom estava com oito lojas, em março de 2022. “O objetivo de médio prazo do Dom Atacadista são 30 lojas. A gente fecha esse ano (de 2024) com 22 (lojas) e tem um plano para 30 lojas até o final de 2025, início de 2026”, calcula o diretor.
Com a bandeira Mart Minas serão inauguradas mais três lojas ainda neste ano. Para 2024, a projeção do executivo é que o resultado financeiro ultrapasse os R$ 10 bilhões com o faturamento combinado dentro das duas companhias. "Está sendo um ano muito bom para o Mart Minas aqui em Minas Gerais e para o Dom também no Rio de Janeiro", comemora.
Filipe aponta também que a companhia tem um crescimento acima do que o mercado vem crescendo. "Então para a gente também é um número importante", garante o diretor.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o quarto episódio, com Pedro Torres, diretor de comunicação e relações institucionais da Gerdau, nas plataformas de O TEMPO. Há 123 anos no mercado e 30 mil colaboradores, a maior empresa brasileira produtora de aço, a Gerdau tem revolucionado a forma de comunicação da indústria.
Com a participação em festivais como o Rock in Rio, ou na Fórmula 1 ou num projeto social da favela, Pedro Torres conversa com a jornalista Helenice Laguardia sobre a missão da Gerdau que tem sido a de humanizar o aço para o público mostrando, por exemplo, que aço e rock combinam. “Traduzir de forma simples para a população como esse aço é produzido, como a gente consegue produzir com menor pegada de carbono, como 1 milhão de catadores no Brasil vivem da sucata metálica e transformam esse esforço num palco como o Palco Mundo do Rock in Rio”, conta Torres, diante dos desafios de transformar o aço em protagonista de um festival de música.
Há 5 anos na Gerdau, Pedro conta ainda o desafio diário em mostrar como uma companhia produtora de aço impacta a vida das pessoas. No esporte, a parceria da Gerdau tem ido além das quadras de vôlei, passando pelo patrocínio de times de futebol até o surf.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o terceiro episódio, com Leonardo Pena, vice-presidente da Ausenco do Brasil, nas plataformas de O TEMPO. Multinacional australiana, a Ausenco (Australian Engineering Company) está há mais de 30 anos no mercado mundial com presença em 15 países. No Brasil, a Ausenco está há 18 anos e tem sede em Belo Horizonte (MG).
Criada com um propósito de sempre buscar a melhor solução para as empresas, a Ausenco ajuda o investidor no desenvolvimento do negócio desde a ideia do projeto até o funcionamento da planta industrial com a confirmação da qualidade do produto que foi idealizada no estudo de viabilidade.
A Ausenco tem projetos de terras raras, cobalto, níquel, titânio, lítio, nióbio, além do minério de ferro numa diversidade que engloba 10 commodities no total. Com o mote “find a better way”, Leonardo explica que a Ausenco está sempre encontrando o melhor caminho para o cliente. Engenheiro metalúrgico, Leonardo é mineiro nascido em Belo Horizonte.
Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Leonardo explica que a Ausenco tem um plano de crescimento, talentos, processos e tecnologias baseados nos 4 pilares principais da empresa com a visão de ser uma empresa reconhecida mundialmente e com pessoas inspiradas. Todas essas estratégias fizeram com que a Ausenco dobrasse de tamanho e crescesse 100% nos últimos dois anos no Brasil.
Com 300 pessoas na unidade brasileira, a tendência é crescer em faturamento e em número de pessoas. Leonardo conta também que mais de 30% dos talentos na Ausenco são mulheres e que a diretora operacional que cuida de grande parte das plantas industriais é uma mulher.
A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o segundo episódio, com Ricardo Ribeiro, CEO da Direcional Engenharia, nas plataformas de O TEMPO. Ricardo assumiu a liderança da Direcional em 2019. Fundada em 1981 por seu pai Ricardo Gontijo, a Direcional já entregou mais de 200 mil unidades. A produção anual é de 18 mil apartamentos para famílias com renda a partir de um salário mínimo e meio. São 104 canteiros de obras e mais de 8.000 colaboradores. “A gente tem procurado manter a nossa operação em oito Estados, são mais de 30 cidades, então é um volume expressivo, mas que requer da gente muita disciplina para que a gente continue operando com o nível de rentabilidade que a gente tem conseguido operar”, explica o executivo. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Ricardo Ribeiro conta que referente a lançamentos, a companhia saiu de R$ 1 bilhão para R$ 5 bilhões, e em vendas o salto foi de R$ 700 milhões para R$ 5 bilhões, nos últimos sete anos.
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