Minas S/A

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Minas S/A episodes

  • Multiplan investe R$ 86 milhões na expansão do DiamondMall, em Belo Horizonte | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Gestão & Marca tem hoje o primeiro episódio, com Lívia Paolucci, diretora regional da Multiplan em Minas Gerais e Distrito Federal, nas plataformas de O TEMPO. A Multiplan administra 20 shopping centers e é uma das maiores do Brasil. Em Minas Gerais, a Multiplan tem o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi.

    Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Lívia conta que está na empresa há 20 anos e começou a carreira como estagiária no DiamondMall, em Belo Horizonte. A executiva informa que o DiamondMall passa por uma expansão para abrigar o quarto piso de lojas de grifes nacionais e internacionais, além de restaurantes, num investimento de R$ 86 milhões.

    “A gente vai passar a ter 200 lojas no DiamondMall, mais opções de compra e de gastronomia”, explica. Entre as marcas internacionais estão: Tory Burch, Carolina Herrera, Dolce & Gabbana, Armani e Chanel. “Quando o novo piso do DiamondMall for inaugurado, a nossa previsão é de que serão mais 600 vagas de emprego”, calcula a executiva.

    53 min
  • Prefeito de Itabira cria o 'Itabira Sustentável' para a transição econômica da cidade | Minas S/A

    A Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o quarto episódio, com Marco Antônio Lage, prefeito de Itabira (MG), nas plataformas de O TEMPO. Marco Antônio Lage é jornalista, empresário, diretor da Amig, vice-presidente da Federação Nacional de Prefeitos e ex-diretor da Fiat.

    Itabira, cidade onde nasceu o poeta Carlos Drummond de Andrade, fica no chamado Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais e tem mais de 120 mil habitantes. Com uma arrecadção de R$ 1,2 bilhão registrada no ano passado, Marco Antônio afirma que a cidade "tem que virar a chave, fazer a transição" na economia. "É que 82% da economia de Itabira é suportada pela mineração por uma única empresa, direta e indiretamente, naturalmente", calcula.

    57 min
  • Prefeito de Nova Lima investiu R$ 1,4 bilhão no ano passado | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o terceiro episódio com João Marcelo Dieguez, prefeito de Nova Lima, nas plataformas de O TEMPO. Com 323 anos, Nova Lima (MG) tem mais de 50% do seu território preservado em mata nativa.

    “Aqui o nosso bioma é Mata Atlântica e Cerrado. Isso é muito positivo do aspecto da qualidade de vida e a cidade está passando por uma grande transformação”, diz Dieguez.

    Para o prefeito,  o aspecto da mobilidade se coloca como um dos  grandes desafios. “Vamos pôr algo em torno de R$ 350 milhões de investimento do município de Nova Lima em obras de mobilidade”, calcula.

    Dieguez conta que no primeiro ano de governo,  a prefeitura executou R$ 700 milhões no que se refere a políticas públicas, obras e serviços. “No ano passado a gente executou R$ 1,4 bilhão. De fato a gente está investindo na cidade”, afirma o prefeito de Nova Lima.

    59 min
  • Prefeito de Ouro Preto vai implantar parque tecnológico na cidade | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o segundo episódio, com Angelo Oswaldo de Araújo Santos, prefeito de Ouro Preto (MG), nas plataformas de O Tempo. Angelo Oswaldo fala sobre os novos investimentos na hotelaria da cidade com a chegada do grupo português Vila Galé, a partir de 2025. O prefeito conta que Ouro Preto também está na repactuação para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, da Samarco. A prefeitura também tem feito um grande trabalho de educação patrimonial. Após a pandemia, a cidade histórica tem registrado um novo movimento, como no Museu da Inconfidência, que foi visitado por 50 mil pessoas em julho do ano passado. “Nós devemos implantar este ano, também, um parque tecnológico com a Fundação Gorceix”, anuncia o prefeito. Dentre os vários desafios, ele fala sobre a contenção de encostas, saneamento e saúde.

    57 min
  • Trium administra mais de R$ 1 bilhão de seus clientes | Minas S/A

    Criada há pouco mais de cinco anos, a Trium, atualmente, “é constituída por 16 pessoas, que administram diretamente mais de R$ 1 bilhão”, conta Daniel Perdomo, sócio e diretor de investimentos da Trium. Com sede em Belo Hoizonte, a Trium tem registrado crescimento contínuo, em linha com a missão de preservar e expandir o patrimônio dos clientes de maneira gradual, sólida e confiável, segundo Perdomo. "Éramos quatro sócios na inauguração do escritório, com uma confiança inabalável de que elevaríamos o patamar da assessoria de investimentos em Minas Gerais, trazendo conceitos e uma filosofia de investimentos divergente do mainstream, pautado pela pura e simples distribuição de produtos", lembra-se o executivo.

    1 hr
  • CBMM mostra primeiro ônibus elétrico do mundo com tecnologia do nióbio na bateria | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o décimo episódio, com Ricardo Lima, CEO da  CBMM, em todas as plataformas de O TEMPO. Em parceria com a Toshiba Corporation e a Volkswagen Caminhões e Ônibus, a CBMM vai apresentar no dia 19 de junho ao mercado o primeiro ônibus elétrico do mundo a aplicar a tecnologia de óxidos mistos de nióbio e titânio em baterias de lítio. Esta tecnologia permitirá uma operação de carregamento rápido com maior durabilidade e segurança.

    A CBMM fabrica produtos de nióbio em Araxá, Minas Gerais. O nióbio é usado para dar mais resistência ao aço em baterias, no segmento siderúrgico, em nanomateriais e em outras funções. Em 2024, os investimentos da CBMM são de R$ 270 milhões em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia sendo R$ 80 milhões na divisão de baterias.

    Com capacidade produtiva de 150 mil toneladas de produtos de nióbio por ano, a CBMM espera um crescimento acelerado no setor de baterias nos próximos cinco anos. A companhia também colocará em operação uma nova planta em seu complexo industrial, com capacidade produtiva de 3.000 toneladas de óxido de nióbio para baterias. A indústria demandou um investimento de R$ 265 milhões.

    Na frente de Novos Negócios, nos últimos cinco anos, a empresa realizou investimentos estratégicos em empresas com tecnologias promissoras para a aceleração da adoção do Nióbio pelo mercado de baterias de íons de lítio, como a Battery Streak, a Echion Technologies e a Skeleton Technologies. Em 2023, a CBMM aportou cerca de R$ 100 milhões em sua frente de Novos Negócios.

    57 min
  • Grupo Bamaq e Uber fazem parceria para facilitar troca ou compra de carro com consórcio | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o nono episódio, com Clemente Faria Jr., CEO do Grupo Bamaq, e vai até maio nas plataformas de O Tempo. Com sede em Minas Gerais, o Grupo Bamaq atua na revenda de máquinas pesadas, caminhões, automóveis de luxo e elétricos, consórcios, seguros e financiamentos. São 950 colaboradores no Brasil, presença em 17 Estados brasileiros e investimentos de R$ 700 milhões até 2025. Agora, Clemente vai abrir mais 18 lojas tanto de máquinas, quanto caminhões e automóveis no grupo como um todo nos Estados onde já atua. O Grupo Bamaq faturou R$ 3,2 bilhões em 2023 e a expectativa é faturar R$ 4 bilhões em 2024, uma alta de 30%. Numa outra frente de trabalho, a Bamaq Consórdio e a Uber firmaram parceria para apoiar os motoristas parceiros da plataforma na compra ou troca de carro através do consórcio de veículos com cartas que vão de R$ 20 mil a R$ 120 mil, num processo de contratação digital.

    57 min
  • Prefeito de Mariana Celso Cota quer acordo de até R$ 6 bilhões por queda da barragem | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o primeiro episódio, com Celso Cota, prefeito de Mariana (MG) nas plataformas de O TEMPO. A cidade de Mariana tem a décima quinta economia do Estado baseada principalmente na extração do minério e no turismo. Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais, a primeira cidade e a primeira diocese de Minas sendo chamada de primaz de Minas.

    De acordo com Cota, o foco de Mariana hoje está no minério de ferro diante de um complexo minerário que está dentro do planejamento das grandes mineradoras do Brasil e em franca expansão. "Além da Vale e da Samarco, que estão no nosso território, nós temos a Cedro também começando com investimento e com um projeto de expansão para a cidade de Mariana", conta. 

    O prefeito de Mariana conta que aguarda a repactuação para um acordo de reparação pelos danos causados com o rompimento da barragem de Fundão em 2015. "É um momento que nos preocupa muito pela lentidão", afirma. Celso Cota diz que os impactos sociais na cidade de Mariana e em alguns municípios que foram atingidos são graves, constantes e crescentes. "Por falta de repactuação nós estamos com falta de recursos para poder sanar problemas seríssimos que a gente vem acumulando devido às atividades minerárias no nosso território", afirma.

    Mariana tem hoje 6.000 famílias morando em áreas de risco, com ocupação irregular. Na saúde, o prefeito contabiliza que até 2015 havia uma proporção de cerca de 400 atendimentos diários nas unidades básicas de saúde. "Hoje nós temos 1.200, 1.300 atendimentos diários e crescendo. Ou seja, essa despesa hoje é uma despesa fixa para o município, com base de cálculo do fundo de participação de uma população de 70 mil habitantes. Arrecadamos em relação a 70 mil habitantes, mas produzimos despesas sociais para uma população de 110 mil habitantes", compara Cota.

    Com uma arrecadação anual de R$ 700 milhões e déficit que chega a R$ 3 bilhões, Celso Cota avalia que o déficit social é muito grande. "Nós pontuamos isso agora num estudo que fizemos sobre o impacto da queda da barragem do Fundão, no aspecto social da cidade. Mobilidade urbana, trânsito, saúde, educação, a pressão que a cidade sofre hoje com toda essa característica modificada no nosso território, o grande número de pessoas flutuantes, que levam uma carga muito maior na busca de serviços sociais, ou seja, nós temos uma arrecadação para atender bem uma população de 70 mil habitantes, mas temos um impacto promovido por mais 50% dessa população que não está sendo considerada no último Censo, e ela é toda oriunda e promovida pelo momento que nós estamos vivendo em Mariana depois da queda da barragem", explica Celso Cota.

    59 min
  • Gerdau está na vanguarda do uso de tecnologias na cadeia do aço | Minas S/A

    A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o oitavo episódio, com Gustavo França, Diretor Global de Tecnologia e Digital da Gerdau, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. “A Gerdau tem 123 anos de história e a inovação sempre esteve presente no nosso DNA”, conta França, que está há 25 anos na companhia.

    Em Ouro Branco (MG),  onde a Gerdau tem a maior usina de aço, Gustavo conta que tem o conceito de gêmeos digitais. “É como se fosse uma cópia virtual do processo produtivo através dos dados. Então eu consigo ver cada etapa do meu processo simulado através dos dados, ou espelhado através dos dados", explica.

    Com os dados, França diz que é possível antecipar determinadas situações ou rodar cenários, cenários antes que eram executados e levavam muito tempo para que se pudesse tomar determinadas decisões. "Hoje eles são rodados e executados em questões de segundos, isso nos permite tomar decisões de maneira muito rápida”, explica o executivo.

    França fala também sobre outro quesito que está dentro da jornada da indústria 4.0., que não só olha a competitividade, mas também olha a segurança das pessoas que estão nas operações da Gerdau. "A gente tem inúmeros robôs aplicados em atividades extremamente críticas no nosso processo produtivo e que vem auxiliando definitivamente a maneira como a gente produz aço, a maneira como a gente entrega valor", conta França, diante da possibilidade de determinadas atividades serem feitas por robôs e evitando, com isso, que as pessoas estejam expostas a atividades de maior risco.

    57 min

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