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A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o sexto episódio, com Lucas Provenza, 39, CEO do Grupo Zelo, e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Do segmento funerário, a empresa está em 14 Estados e tem a previsão de faturamento de R$ 600 milhões neste ano. O Grupo Zelo tem 3,8 milhões de pessoas na carteira. “São 550 mil planos funerários, cada um com a média de quase sete pessoas por contrato. Então a primeira coisa que a gente vê é isso: a gente é uma empresa de assistência. Eu tenho 550 mil famílias hoje espalhadas em 14 Estados”, conta Lucas Provenza, CEO do Grupo Zelo que conta ainda com 22 cemitérios, sendo 11 operacionais e 11 ainda em fase pré-operacional.
A temporada Minas S/A Liderança tem quinto episódio com Gustavo Araújo, 34, CEO do Banco Mercantil. Na tecnologia do banco, Gustavo tem liderado investimentos anuais de R$ 150 milhões. Há 80 anos no mercado, o banco mineiro é focado no público 50+. Gustavo assumiu a instituição financeira em agosto de 2020 e desde então tem liderado uma revolução tecnológica no banco que manteve sua sede em Belo Horizonte (MG) com clientes em todo o país. O banco tem capital aberto na Bolsa de Valores, registrou resultados recordes em seu balanço e, recentemente, fez um reposicionamento de marca.
A temporada Minas S/A Liderança tem o quarto episódio com Frederico Peret – diretor-presidente da Unimed-BH, uma das maiores operadoras de planos de saúde do país, segundo a ANS – e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. A cooperativa mineira tem 1,55 milhão de clientes e 54% de participação de mercado. A Unimed-BH tem quatro hospitais e já começou as obras para a construção do quinto hospital que vai atender Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o terceiro episódio, com Rubens Menin– fundador da MRV, a maior construtora da América Latina, com presença em mais de cem cidades brasileiras - e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Rubens Menin é presidente dos conselhos da MRV, Inter (banco digital), Log (de ativos logísticos e locação de galpões), Urba (desenvolvedora de bairros), Resia (incorporadora da MRV&CO nos Estados Unidos); e nos veículos de comunicação CNN Brasil e Rádio Itatiaia. Rubens Menin também fundou a Menin Wine Company (de produção de vinhos), no Douro, em Portugal, e a Luggo - aluguel de moradia com serviços on demand - além de ser um dos sócios do Atlético. Na entrevista, o empresário fala sobre o processo de internacionalização das suas empresas nos Estados Unidos e na Europa, sobre filantropia, cenários no Brasil e no mundo, e o investimento em veículos de comunicação.
A temporada Minas S/A Liderança tem o segundo episódio com Marco Antônio Branquinho, diretor-presidente da Cedro Têxtil, e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Produtora de tecidos para uniformes corporativos e jeans, a Cedro tem 151 anos, quatro fábricas em Minas Gerais, 3.500 funcionários, capital aberto na Bolsa de Valores e capacidade de produção de 70 milhões de metros de tecido linear.
A temporada Minas S/A, desta vez com o tema Liderança, começa hoje com Antônio Pitangui de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar, e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. O Sistema Faemg Senar tem a maior federação do Brasil com 394 sindicatos rurais com atuação em 800 municípios mineiros. Em 2022, o agronegócio gerou um PIB de R$ 2,46 trilhões no país e em Minas Gerais foi de R$ 205 bilhões. Na entrevista, Salvo fala sobre o trabalho da entidade, os reflexos da reforma tributária no setor, os desafios da atividade, novos mercados, o relacionamento com os governos, as narrativas negativas que prejudicam o produtor e os gargalos que barram um desenvolvimento maior da atividade entre outros assuntos.
Eduardo de Come, CEO da Ero Brasil, é o décimo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que vai até este mês nas plataformas de O TEMPO. A Ero Brasil – que tem a canadense Ero Cooper como acionista majoritária no Brasil – é mineradora de cobre e ouro. Tem minas de cobre na Bahia e no Pará, mina de ouro no Mato Grosso, e unidade em Minas Gerais. A empresa está investindo R$ 2,5 bilhões no Brasil neste ano, sendo 45% dos recursos para a mina do Pará e outros 40% para a operação da Bahia. Ainda na Bahia, a Ero Brasil está aplicando US$ 200 milhões num shaft (elevador), um dos maiores da América Latina, para ir da superfície até o ponto de lavra em 11 minutos. Hoje, o trajeto é de 2 horas.
Ricardo Lima, CEO da CBMM, é o nono entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. A CBMM fabrica produtos de nióbio em Araxá (MG). O nióbio é usado para dar mais resistência ao aço, em baterias, dentre outras funções. Agora, Ricardo lidera mais um ciclo de investimentos de R$ 700 milhões em Araxá – tanto em tecnologia, como uma nova fábrica para aumentar a capacidade de materiais para bateria. No segundo semestre, a CBMM apresenta o primeiro veículo no mundo concebido com a tecnologia do nióbio. “Vamos ter um ônibus 100% elétrico com óxido de nióbio na bateria feita pela Toshiba”, comemora o CEO da CBMM referindo-se ao veículo feito pela Volkswagen Caminhões e Ônibus do Brasil na fábrica de Resende (RJ).
Felipe Enck Gonçalves, 42, diretor executivo de finanças e relações com investidores do Grupo Patrimar, é o oitavo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. O Grupo Patrimar – construtora e incorporadora mineira que atua nas classes alta, média e econômica em Belo Horizonte e Nova Lima, no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo – completa neste mês 60 anos. Com as empresas Novolar e Patrimar e um banco de terrenos da ordem de R$ 12 bilhões, Felipe conta sobre as novas formas de construção voltadas para o público jovem e a perspectiva de lançamentos da ordem de R$ 3,5 bilhões a R$ 4,5 bilhões por ano.
Rafael Rebello, diretor de soluções de energia e renováveis da Raízen, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. A empresa de bioenergia é resultado de uma joint-venture entre Cosan e Shell.
A Raízen abriu capital em 2021 na B3, a Bolsa de Valores do Brasil, e é uma empresa que produz cana-de-açúcar (na última safra foram 76 milhões de toneladas), etanol (é a maior do mundo, com 3,5 bilhões de litros) e açúcar (mais de 6 milhões de toneladas). São 35 parques de bioenergia, sendo dois em Minas Gerais. O Estado ainda vai ganhar outras quatro usinas até 2024.
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