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Nadim Elias Donato Filho, presidente do Sistema Federação do Comércio, Sesc e Senac Minas, é o sexto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Nadim assume um orçamento de cerca de R$ 1,2 bilhão, com quase 4.800 funcionários. A Federação do Comércio tem na sua base quase 800 mil empresas, com 62% dos empregos formais – 2,8 milhões de empregos diretos em Minas Gerais. “Queremos fortalecer os sindicatos. O Sesc, o Senac têm papéis sociais, mas o papel da federação é a representatividade do empresário, seja ele pequeno, médio ou grande”, explica o dirigente, que comanda um trabalho de reestruturação da entidade.
Thulio Fernandes Martins, diretor do Grupo ABC, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Thulio, 35, começou a trabalhar, aos 11 anos, na empresa fundada pelo pai, Valdemar Martins. Hoje, faz um comando compartilhado com o irmão Thiago, 42. O ABC tem 40 anos e presença em 40 cidades mineiras. Com treinamento diferenciado e 8.100 funcionários, o grupo reúne supermercados, atacarejos, drogarias, postos de combustíveis, restaurantes e empresa financeira. Neste ano, são mais 1.940 funcionários para sustentar o crescimento da rede de 65 lojas, que abriu 12 unidades em 2022 e vai inaugurar outras 12 em 2023.
Marcio Milan, vice-presidente institucional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Há 50 anos no mercado - 44 deles no GPA (Grupo Pão de Açúcar) e os últimos seis anos na Abras -, Marcio fala sobre as necessidades do setor: reforma tributária, segurança jurídica, reforma trabalhista e a questão das multas. Debates essenciais para um setor que representa 7,03% do PIB do país e tem 3,1 milhões de colaboradores diretos e indiretos. Além disso, são mais de 28 milhões de consumidores por dia nas lojas do setor (92.588 unidades em todo o país) e um faturamento de R$ 611,2 bilhões em 2021.
Euler Fuad Nejm, fundador e presidente do Grupo Supernosso, é o terceiro entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Apaixonado pelo que faz há 52 anos, Euler diz que vai trabalhar todos os dias como se fosse o primeiro. E desafio é o que não falta: 10 mil colaboradores, 72 lojas, deve faturar quase R$ 4 bilhões neste ano e, há um ano, fez parceria para administrar 16 lojas do Carrefour Bairro em Belo Horizonte, iniciativa inédita no mundo.
O plano até 2030 é de abrir sete lojas e criar quase mil empregos por ano e se expandir em Minas. Decminas, Apoio, Supernosso, Momento Supernosso e Be Honest formam o escopo do grupo.
Segundo entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO, Murilo Coelho é o diretor regional do Assaí Atacadista em Minas Gerais.
Atualmente, o grupo conta com mais de 230 lojas distribuídas pelo Brasil. Para 2022, a expectativa é a abertura de cerca de 50 lojas, e o objetivo é chegar a 300 lojas em 2023. Em Minas Gerais, Coelho conta que o Assaí tem quatro unidades em Contagem, Uberlândia, Sete Lagoas e Betim. Três lojas serão inauguradas em Belo Horizonte até o final do primeiro semestre de 2023: na av. Francisco Sales, no Minas Shopping e no bairro Belvedere. Até o final do próximo ano, vai abrir em Ipatinga e Juiz de Fora.
Antônio Pitangui de Salvo, presidente do Sistema Faemg (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado e Minas Gerais), comanda a maior federação do país com 387 sindicatos rurais e extensões de base com um alcance de quase 800 municípios mineiros e representa mais de 600 mil produtores rurais.
O Sistema Faemg também é composto pelo Senac Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o Inaes (Instituto Antônio Ernesto de Salvo). “Menos BH, Mais interior de Minas. Este é o lema da nova diretoria da entidade.
Salvo quer que a entidade tenha um sistema itinerante viajando a cada uma das regiões do Estado para que o produtor volte a ter o ânimo necessário para resultados melhores para o campo e a população. Antônio de Salvo explica ainda a necessidade do uso de defensivos agrícolas na terra. Ele informa que toda nova molécula passa pela aprovação de todos os órgãos sérios que existem no Brasil.
Além disso, a liberação demora dois anos de testes e normalmente elas já estão aprovadas nos Estados Unidos, Europa e Ásia. “Elas são mais baratas e modernas com menos toxicidade e mais eficiência. Os defensivos são responsáveis pela nossa garantia alimentar e fartura que existe no Brasil”, afirma Salvo.
O presidente do Sistema Faemg explica ainda como os produtores rurais são os maiores preservadores do meio ambiente e a interlocução com os governos estadual, federal e o legislativo para melhores políticas para o agronegócio.
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