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#jarbasoliveira #movalorpodcast #fotografia
Hoje temos a honra e o prazer de conversar com o jornalista e fotógrafo Jarbas Oliveira.
Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará, já foi professor substituto durante cinco anos naquela instituição, instrutor de cursos de Fotografia em várias instituiçoes culturais e educacionais de Fortaleza.
Fotógrafo publicitário, fotojornalista e documentarista premiado em todo Brasil, já participou também de exposições na espanha e em Munique. Jarbas também tem livros publicados e hoje vai contar pra gente porque todos nós damos mó valor a ele e à sua arte.
Bem-vindas e bem-vindos ao nosso podcast MÓ VALOR. Aqui você sempre vai encontrar gente inteligente, engraçada e artistas que orgulham o Ceará e o Nordeste em entrevistas descontraídas, onde quem fala é o convidado.
O MÓ VALOR nasceu a partir do encontro de quatro amigos, cada um na sua área de atuação, no intuito de promover conversas e debates sobre a nossa cultura e nossa história. Marcílio Mendonça, músico, produtor musical, proprietário do primeiro estúdio de áudio profissional do estado do Ceará, o Proaudio Studio. Kildare Rios, músico e jornalista de formação, entusiasta das Letras e da história da música, baixista e vocalista da banda Rubber Soul, tributo aos Beatles. Hélio Santos, produtor cultural;, com experiência nacional, já trabalhou com nomes consagrados da música brasileira, como Robertinho de Recife e Belchior. E o videomaker Éder Bicudo, professor universitário de cinegrafia, pós-graduado e atleta de patins in-line.
Os áudios dos nossos podcasts também estão disponíveis no Spotify, Deezer, Apple Podcasts e Google Podcasts.
Ficha técnica:
Direção de fotografia: Éder Bicudo
Roteiro: Kildare Rios
Produção: Hélio Santos
Gravação de áudio: Douglas Gama
Auxiliar técnico: Otacílio Aguiar
Identificação visual: Jorge Hélio
Supervisão técnica: Marcílio Mendonça
Trilha sonora: "Pássaro de Luz" Quinteto Agreste
Gravado no Proaudio Studio (Fortaleza - CE).
Não adianta o melhor cantor e a mais bela canção se não houver
divulgação.
O nosso convidado de hoje é o José Everardo da Silva, o Vevé Silva, que, ao lado da esposa Tânia, vem fazendo o sucesso dos maiores cantores e bandas de todo o Brasil nas últimas décadas.
Vevé iniciou na EMI Odeon em 1977, passou pela CBS e mais tarde pela SONY MUSIC, onde permaneceu por 40 anos até o encerramento das atividades da gravadora.
Hoje, ao lado da esposa Tânia, comanda um escritório de divulgação independente, contando com seu o prestígio e conhecimento no meio artístico brasileiro.
Márcio Campos, músico e cantor, hoje atuante no segmento de eventos sociais com carreira consolidada há quase 20 anos.
Antes de ingressar nesse mercado de evevtos sociais, gravou quando adolescente 2 LPs. Na oportunidade do lançamento desses trabalhos fez muitos shows pelo nordeste com a música destaque "Danadinha" do cantor e compositor José Orlando.
Nesse podcast, ele interpreta várias belas canções. Ouça.
Músico, violonista, guitarrista de famosos, arranjador e produtor musical experiente, requisitado pelos grandes nomes da música brasileira, para apresentações ao vivo e gravações. Mimi Rocha já tocou com o triunvirato do Pessoal do Ceará, Fagner, Ednardo e Belchior, além de outros grandes nomes como Zeca Baleiro, Dominguinhos, Evaldo Gouveia e Kátia Freitas. Do Jazz ao instrumental brasileiro, já tocou com Manassés e na banda Marajazz, da qual foi fundador. Como diretor musical, já atuou no Festival da Meruoca e no Festival de Caldas e atualmente é o diretor do Centro Cultural Belchior.
Pianista com formação erudita, arranjador, músico multi-instrumentista, já tocou e fez arranjos para grandes nomes da música brasileira, como Raimundo Fagner, Ednardo, Tom Cavalcanti e Mona Gadelha. Além de ter várias músicas autorais lançadas nas plataformas digitais, tem se destacado compondo trilhas sonoras para Cinema e séries de TV, além de ser marido da cantora Carol Damasceno e pai da Letícia, do José e da Maria.
José Ednardo Soares Costa Sousa, ou simplesmente Ednardo, é cantor, compositor, ator e cineasta. Iniciou a carreira musical em Fortaleza no início da década de 1970 juntamente com outros artistas que ficaram conhecidos como Pessoal do Ceará. No início da carreira venceu o Festival Nordestino da Música Brasileira que lhe deu projeção nacional. Compositor de mais de 400 músicas gravadas e outras tantas inéditas, ganhou destaque na grande mídia quando teve a sua música Romance do Pavão Mysterioso como tema de novela, sucesso seguido de outros tantos, como Terral, Beira-Mar, Artigo 26, Padaria Espiritual, Enquanto Engoma a Calça e outras tantas. No cinema destacou-se atuando, coescrevendo e compondo a trilha do filme Luzia Homem, 1988, do diretor Fábio Barreto. Organizou a Massafeira nos anos de 1979 e 1980, festival que gerou um LP duplo de projeção nacional. Parceiro de Belchior, Climério, Augusto Pontes e muitos outros, tem seu nome registrado como um dos principais compositores e cantores da música popular brasileira.
O jornalista Paulo César Norões, cearense de Fortaleza, durante 30 anos atuou nos veículos do Sistema Verdes Mares de Comunicação - Rádio e TV Verdes Mares (afiliada Globo) e TV Diário, e o jornal Diário do Nordeste) -, onde foi repórter, apresentador, comentarista, colunista de futebol e política, chefe de redação e diretor de Programação e Relações Institucionais.
Atuou ainda como comentarista dos canais Sportv e Premiere FC, do Grupo Globo, e tem no currículo coberturas da Copa do Mundo da França, Alemanha, África do Sul e Brasil; Copa América na Argentina e no Chile; Copa do Mundo de Futsal em Taiwan; além de outros eventos internacionais. Desde 2019 atua também como colunista do jornal O Otimista e é diretor de Programação da TV Otimista, emissora de TV fechada e streaming que ajudou a criar.
Cantora, compositora, jornalista, produtora e pesquisadora. Coordena o Laboratório de Música da Escola Porto Iracema das Artes desde 2014. Participou do disco “Massafeira” com seu blues “Cor de Sonho” (lançado em 1980 e relançado em 2010/CBS-Sony, com livro e um ensaio assinado por ela, entre outros autores). Lançou sete discos (Mona Gadelha, 1996; Cenas & Dramas, 2000; Tudo se Move, 2004; Salve a Beleza, 2010; Praia Lírica, um tributo à canção cearense dos anos 70, 2011; e Cidade Blues Rock nas Ruas, 2013 – este também em CD ao vivo e DVD, 2014).
Realizou shows pelo Brasil, especialmente em São Paulo, onde residiu por 28 anos. Criou projetos culturais com circulação em São Paulo e outras cidades, entre espetáculos musicais, literários e exposições de artes visuais, com a produtora Brazilbizz. Foi palestrante do WOMEX 2003, em Sevilha,ES, com o tema “World Music e inclusão social”. É autora dos perfis biográficos de José de Alencar e Petrúcio Maia (Coleção Terra Bárbara,da Editora Dummar). É citada no ABZ do Rock Brasileiro (de Marcelo Dolabela) como um dos nomes pioneiros da cena rock e blues do nordeste. Formada em Comunicação Social pela UFC, fez especialização em Globalização e Cultura pela Fundação Escola de Sociologia de São Paulo. É mestra em Comunicação na UFC, com pesquisa sobre rock e transgressão em Fortaleza nos anos 1970, que será publicada pela editora da Fundação Waldemar de Alcântara.
Em 2019 lançou o single "Cor de Sonho", regravação de sua composição, em duo com Verónica Valenttino. Em 2020 veio o single "Essa Menina", de sua autoria, com produção musical de Alexandre Fontanetti, lançado também em remix, em 2021, produzido por Rosabeats e em clipe dirigido por Lila Almeida, disponível no canal da artista no Youtube.
Convidada pela diretora Roberta Marques, fez a supervisão musical da trilha sonora da minissérie “Meninas do Benfica”, composta somente por artistas cearenses, lançada em 2022, no Canal Brasil e Globoplay.
A convite de Miguel Vellinho, compôs a trilha musical do espetáculo teatral infantil, “Como Nascem as Famílias - Suelen Nara Ian”, de Luiza Arraes, para o grupo Pavilhão da Magnólia (2022).
O podcast Mó valor, hoje recebe Francisco Antônio Laprovítera Teixeira, o Totonho Laprovítera.
Escritor, artista plástico, arquiteto e urbanista, Totonho Laprovitera ocupa a cadeira de nº 16 da Academia Cearense de Artes (ACA) e a de nº 38 da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo (ACLJ).
Nascido em Fortaleza, formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal do Ceará. É artista múltiplo. Na arquitetura cearense, teve grande contribuição. Entre os seus principais projetos estão a sede do Tribunal de Contas do Ceará (TCE), o Aeroporto Internacional de Aracati, o Aeroporto Internacional de Jericoacoara, e a sede da OAB - CE. Atualmente, também é colunista do jornal O Otimista.
Sua produção literária contempla três livros:
“Valder Césio - A história de um boêmio” publicado em 1995, que reúne pequenos contos sobre um personagem da vida boêmia de Fortaleza.; “Causos” de 2015, que é uma coletânea de textos, com uma narrativa bem- humorada que trata do cotidiano e “De primeiro” que foi publicado em 2016 e aborda relatos e percepções do autor.
Nas artes visuais, fez-se notar desde 1974, quando participou de sua primeira exposição na Casa de Cultura Raimundo Cela, em Fortaleza-CE. Depois de várias exposições coletivas e individuais pelo Brasil, chegou a Paris, a convite da embaixada de Paris na França na exposição Laprovitera à Paris, no Espaço Cultural Jorge Amado.
Na música, Totonho Laprovitera é parceiro de Amaro Penna, Chico Pio, Herman Torres, Humberto Pinho, Jabuti Fonteles, Nonato Luis, Sérgio Sá, Manassés e outros.
Na televisão apresentou o programa "Pense!", na TV União e hoje apresenta o programa "Mosaico, por Totonho Laprovítera" na TV Otimista.
Luis Alberto Magalhães, o Luisinho Magalhães, iniciou sua formação musical em 1967 no colégio João Hipólito de Azevedo e Sá ( anexo Piedade ) formando um grupo chamado "Os Faraós" que fez muito sucesso no final da década de 60 e início dos anos 70's. O grupo lotava todos os locais onde se apresentava, com um fã clube de mais de 12 mil pessoas, o que tornou a banda um fenômeno musical em Fortaleza.
Em 1973, com o avanço das discotecas e a utilização do som mecânico, o grupo "Os Faraós" foi dissolvido.
Dez anos mais tarde, Luisinho resolveu abraçar de novo a carreira musical numa versão “um banquinho, uma voz e um violão”, tocando nos principais bares e recantos boêmios de Fortaleza, como Choppetisco, Casbar e Choppileque, até que em 1986 formou aquela que seria a principal e mais conhecida banda de eventos de Fortaleza, Luisinho Magalhães e Banda. Animando festas de casamento, aniversários e confraternizações, entrando para a agenda cultural e de eventos do estado do Ceará e tendo várias formações que iam de um conjunto de cinco músicos até uma orquestra completa.
Luisinho acompanhou e tocou ao lado de nomes nacionais, como Emílio Santiago, Jerry Adriane, Wanderley Cardoso, Leno e Lilian, Roupa Nova, José Roberto, Terry Winter, Renato e seus Blue Caps, The Fevers, Golden Boys, Os Pholhas, Os Incríveis, Carlos Gonzaga, Waldik Soriano, Paulo Diniz, Djavan, Cauby Peixoto, Os VIPs, Dave Maclean, Benito Di Paula, Jorge Ben Jor, Moacyr Franco, Noite Ilustrada, Gal Costa, José Augusto, Wanderléa, Márcio Greyck, Billy Paul, Demetrius, Carlos Gonzaga e até o Rei Roberto Carlos, em um grande show no Marina Park Hotel.
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