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Não se pode tripudiar o passado. Como dizia Godart, o passado ainda está na nossa cola, é um fantasma. Digo isso porque ainda estou atônito com a vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018. E também com o apagamento do passado que ele provocou. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Comunitária Campeche, apresentado por Elaine Tavares.
Incumbiram-me de uma tema: a cultura brasileira. Essa coisa que está no cotidiano das pessoas. Há a cultura erudita, há a cultura da indústria popular e há a cultura popular. A vida das gentes, o que se come, o que fala e o que se sonha. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Comunitária Campeche, apresentado por Elaine Tavares. (29.04.2023)
Sou como Pasolini. Queria fechar as TVs particulares, esses aparatos fascistas, destrutivos e perigosos. A TV padroniza, aliena, e está a serviço do imperialismo estadunidense. Também como Pasolini detesto a violência irracional, aquela que não está direcionada para a luta de classe. Hoje temos visto a violência sem razões. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Comunitária Campeche, apresentado por Elaine Tavares.
O desafio cívico de se insurgir contra o dízimo evangélico pode converter Flávio Dino em um comissário do povo. Começar por cobrar imposto das igrejas, inclusive sobre a manipulação mental que os bispos exercem sobre o povo. É necessário atacar essas igrejas que tanto mal fazem ao povo trabalhador. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Comunitária Campeche, apresentado por Elaine Tavares.
O casamento entre a água e o sol faz do Brasil um epicentro energético. E agora São Paulo aparece como um espaço onde a água será privatizada. Nada de novo, o nazifascismo é privatista. Bautista Vidal já mostrou que a privatização é a internacionalização do patrimônio nacional. Privatizar a água trará de volta um fluxo agudo de doenças tropicais. Porque o lucro estará acima de tudo. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Comunitária Campeche, apresentado por Elaine Tavares. (11.03.2023)
Foto: MAB
Os áudios que gravamos chegam em pouco gente. Mas, isso não importa. os números não dizem nada. Há uma falcatrua nesta loucura por audiência. Lembrem que no enterro de Karl Marx havia pouco mais de 13 pessoas. De que vale chegar à milhões se não se é realmente escutado? Hoje, há milhões sendo manipulados pelas igrejas neopentecostais nos quais não conseguimos chegar com argumentos. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Comunitária Campeche, apresentado por Elaine Tavares. (11.03.2023)
Será que o Lula não pensou na comunicação e na luta de classe? Como é possível um Juscelino não sei das quantas ser o ministro da Comunicação? A situação da comunicação continua a mesma da ditadura de 1964, que foi criada para sustentar aquele governo ilegítimo. Não foi à toa que a Globo criou a cocaína dos pobres, a novela. Sérgio Moro segue sendo o Marlon Brando das e dos jornalistas da Globo. Lula não muda nada. Que masoquismo é esse? Ele continua beijando a Globo na boca. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa da Rádio Campeche, apresentado por Elaine Tavares. (04.03.2023)
Bolsonaro não é pesadelo. Porque do pesadelo a gente acorda e o Bolsonaro ainda persiste. A vitória nas urnas não basta. E é por isso que a crítica não pode baixar a guarda. Vacilou, o cachimbo cai. Lula está devagar, dando sinais de impotência. A conciliação não pode ser o caminho. O fraco rei faz fraca a forte gente. Áudio divulgado no Programa Campo de Peixe, conduzido pela jornalista Elaine Tavares, na Rádio Comunitária Campeche. (25.02.2023)
Neste episódio Gilberto Felisberto Vasconcellos, envolvido pela nostalgia, lembra o escritor, teórico e poeta venezuelano Ludovico Silva. Em espanhol, conversa com o autor da Filosofia da Ociosidade, que, lúcido de ira e amor pela vida, também gostava de tomar umas copas. Áudio divulgado no Programa Campo de Peixe, conduzido pela jornalista Elaine Tavares, na Rádio Comunitária Campeche. (18.02.2023)
A lua de mel com a TV Globo acabou. Lula mexeu no vespeiro querendo meter-se no Banco Central, espaço que tem a família Campos há 50 anos mandando. Onde se viu querer abaixar o juro? O Lula pode tudo, menos mexer na economia. Mas, sem mexer na economia não há mudança. Daí a necessidade de acabar com essa autonomia do BC, que é antinacional. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares.
Foto: Foto: Reuters/Arte g1
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