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A direita entende o voto como algo que pode ser vendido e comprado. O empobrecido sem comida, sem casa, sem estudo, acaba votando mal. O voto não pode ser abstraído das condições materiais da vida dos trabalhadores. Leiam, leiam, leiam, leiam Gondim da Fonseca. A miséria é nossa. O dinheiro compra o voto. Há que estudar e compreender qual o papel do voto nesse país. É idealismo pensar que, num átimo, os trabalhadores decidam por um voto consciente. Essa é a tragédia das eleições. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (13.08.22)
Humilhada e sacaneada desde Getúlio Vargas. A Petrobras. 68 anos de vida. Um sangue que corre na história do Brasil. E que segue vilipendiada, privatizada e usada. A classe dominante (e dominada porque capacho das empresas multinacionais) não quer a autonomia energética do país porque não quer a soberania nacional. Por isso coloca num plano secundário a Petrobras, que é um patrimônio histórico do país. Os inimigos da Petrobras são os inimigos do Brasil. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (05.08.22)
(Imagem: Shutterstock/iStock/Montagem Felipe Alves)
Há que investigar o que significa o voto em Jair Bolsonaro. E a necessidade imperiosa de revisar o papel das Forças Armadas nacionais, já que foi uma chapa de militares que chegou ao poder pelo voto. Essa gente foi desejada, e isso não é qualquer coisa. É um fato irrefutável. Significou um aplauso ao golpe de 1964. E essa vitória colocou abaixo o que havia de melhor da cultura brasileira. Temos , portanto, que fazer uma acurada revisão crítica sobre essa proposta autoritária que encantou a população. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (30.07.22)
Sentimento jubiloso. O presidente vai rapar fora. Há uma euforia no ar. Mas há que ter cuidado, o agrobusinesspopvideofinanceiro continua na estrutura social e simbólica. A Rede Globo segue insistindo nisso. O pop é o capitalismo planetário e segue contaminando o povo, com veneno que se come e que se vê. O capital não quer nosso bem, ele quer os nossos bens. Essa é a sua essência. Por isso que o ser Bolsonaro não vai desaparecer tão cedo, mesmo que a figura dele se vá. A coisa bolsonara segue. Fiquem atentos. Comentário veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (22.07.22)
Foto: Evaristo SA / AFP
Ludovico Silva, escritor, filósofo, teórico, boêmio, nascido em Caracas. Um dos grandes marxistas da Venezuela. Morreu em 1988. Neste episódio Gilberto Felisberto Vasconcellos conversa com ele, a partir de uma carta escrita, e claro, nunca enviada, porque o Giba conheceu o Ludovico bem depois que ele já havia encantado. Mas, esse foi um encontro sonhado. É um momento de melancolia e poesia e política. Comentário veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (15.07.22)
Há muita conversa sobre golpe. Vem, não vem, tá vindo. Ele já veio, com o a PEC calamidade. A hipocrisia de todo Congresso Nacional que aprovou o auxílio emergencial. A esmola. Coisa que o capital usa para ludibriar os famintos. Com a PEC foi-se a Constituição e foi-se a seriedade do voto. O Brasil hoje é uma telenovela. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (09.07.22)
As coisas bolsonaras geram o Bolsonaro e podem gerar outro se não não for eliminada a condição geradora. Existe uma barricada de bolsonaros, estão por aí. Os inimigos estão por aí, os vivos e os mortos. Roberto Campos, por exemplo, vive nos seus discípulos, como o Paulo Guedes. Por isso há que tomar cuidado. O uatizapi foi importante para eleger o Bolsonaro, mas não foi só isso. Há uma alma bolsonara que é gerada pela telenovela. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (02.07.22)
O pior salário mínimo da história e o presidente não está nem aí. Ele ainda vai protagonizar mais um facada, a da bomba de gasolina. Fazendo teatro, demitindo presidente da Petrobras que ele mesmo nomeou. Quer enganar o povo como se fosse um cara que quer o bem do país. A Petrobras não pertence mais ao Brasil. Foi-se o tempo dos nacionalistas de verdade. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (25.06.22)
Quando se privatizam os instrumentos de desenvolvimento nacional, periga não haver país. Hoje, quase todo o patrimônio foi entregue, até mesmo a água. É o tempo do entreguismo total. O golpe de 1964começou isso e também conseguiu destruir e desnacionalizar as Forças Armadas. É insólito, mas é real. Isso está acontecendo agora também. O Exército está conivente com a entrega do patrimônio público neste governo de morte. A energia está sendo controlada pelo imperialismo. Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (18.06.22)
A Petrobras está no âmago da história do Brasil. Para onde ela vai, vai o país. As artimanhas e trapaças que serão usadas nas eleições para salvar o Bolsonaro do vexame eleitoral. Vem aí o congelamento dos preços dos combustíveis. Embarcarão os caminhoneiros de Getúlio, nessa facada fake, com faca estrangeira, made in USA? Este é o tema do comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, veiculado no programa Campo de Peixe, da Rádio Campeche, conduzido pela jornalista Elaine Tavares. (11.06.22)
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