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Chega de Inteligência Artificial. Ora, não há uma inteligência artificial proletária, é só coisa para os milionários. Uma burguesia gangue que apoia o Trump. Gente que faz guerra no Irã e na Palestina com a IA. E estão armando para interferir aqui no Brasil. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos, no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (22.08.2026)
Meu pai queria que eu só falasse, que eu ia me dar mal escrevendo. Eu decidi escrever. Não sei se isso deu frutos. Penso que não. A escrita não me deu Pasárgada. Agora, falando, eu também não vejo os frutos disso, ainda que ache que o brasileiro se informe pelo ouvido. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (08.08.2026)
A farsa do Milei no Brasil. Um pau mandado do Trump para embananar o processo eleitoral brasileiro. Mas o destrambelhado acabou fazendo foi uma confusão e tornando-se um grande cabo eleitoral do Lula. Falou palavrão, falou em espanhol, não foi entendido. E mais, com essa, até o Tarcisio dançou. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (01.08.2026)
Quando o assunto é futebol, meu oráculo é o Nilso Ouriques. E eu vou fazer uma autocrítica. Nem tudo é ruim no futebol, tá bom. Mas é fato que o ruim impera. Por isso eu fiquei estupefato quando os argentinos estenderam a faixa sobre as Malvinas. Até o Messi, que é um nefelibata, cheio de dólares, ergueu a voz contra os ingleses imperialistas. Isso foi muito bom. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (25.07.2026)
Na partida entre Argentina e Inglaterra começo a delirar. Lembro que a Inglaterra vem enrabando a Argentina há tempo demais. Ainda assim, o argentino médio quer ser inglês. O futebol me mostra que quem não tem dinheiro não chega à vitória. O futebol é negociata, é mercadoria. Até a torcida é uma espelho pop desse mundo. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (18.07.2026)
Eu vejo a Copa do Mundo, mas a atenção está na direita popular, que segue em ascensão na América Latina. Como explicar o fato de a direita ser desejada pelo povo? O futebol ajuda nisso, afinal, nele, o jogador é convertido em um empreendedor capitalista. Cada aposta em uma BET atrasa a revolução em 100 anos. Cada gol destes é 50 anos de socialismo a menos. Então, cuidado com o futebol. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, da Rádio Comunitária Campeche. (04.07.2026).
Pessoas me perguntam se eu não considero que estou tematizando demasiadamente a Argentina e esquecendo do Brasil. Não. Eu sei que podemos voltar a viver um pesadelo. Mas o que acontece na Argentina tem a ver com o que já passados e pode voltar a passar no Brasil. Los hermanos hoje são a vanguarda do atraso imperialismo na América Latina. Temos ali, inclusive, um bilionário, aprontando o diabo. Articulando contra os governo populares. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (27 de junho. 2026)
A classe dominante quer um candidato para enfrentar o Lula. Está dividida. E a esquerda? Que vai fazer? Na Alemanha de Hitler, a burguesia votou nele. E hoje, o operário votou no Trump. Complicado. Precisamos sair desse processo de mistificação sobre democracia e capitalismo. Temos de entender porque a direita está popular. Esse povo é poppornográfico. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no Programa Campo de Peixe, na rádio comunitária Campeche. (13.06.2026).
Mãe gentil. Por que a mãe gentil aparece em um dos hinos pátrios? E por que o homem brasileiro está matando a mulher? É que o poder está na mão do homem. Mas, tudo é mãe no nosso folclore, nos diz Câmara Cascudo. Então por que estão matando a mãe? Há que explicar isso aí... Esse ódio à mãe. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe da Rádio Comunitária Campeche. (06.06.2026)
Walt Whitman é um poeta estadunidense que queria ajudar o povo de lá a ser mais humano. Ele foi um cantor telúrico da natureza dos Estados Unidos. Ele usava a palavra como espaço político para revolucionar as relações. Ele amava a palavra Mississipi e achava que pelo ouvido poderia pacificar as pessoas. Mas, não deu certo. Aqui insisto na palavra Peabiru, o nome do caminho do sul, que é também uma semântica política. Creio que assim deveria se chamar Santa Catarina. Comentário de Gilberto Felisberto Vasconcellos no programa Campo de Peixe, na Rádio Comunitária Campeche. (31.05.2026)
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