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Or


- a forma como nos sujeitamos às nossas autoridades está diretamente ligada ao florescimento ou morte da nossa esperança
- qual a motivação, razão e objetivo de tal sujeição
- mesmo quando não concordamos, devemos comer e calar, salvo raras excepções
1 Pe 2.13-17
- as implicações de sermos estrangeiros nesta vida
- as estratégias de guerra fazem-se antes e não durante a guerra
- a meditação, no que meditar e a vitória contra o pecado
1 Pe 2.11-12
- da mesma fonte pode vir uma maravilhosa esperança ou uma terrível desesperança
- um sintoma da sociedade agravado pela pandemia que revela a ausência da verdadeira esperança
- quem tem esperança obrigatoriamente se vira para os outros
1 Pe 2.4-10
- o que devemos abandonar e o que devemos buscar
- os meios de Graça que Deus nos dá para crescermos
- ideias para leitura diária da Bíblia
1 Pe 2.1-3
- santidade pouco ou nada tem a ver com experiências místicas
- fala-me de como amas e dir-te-ei que tipo de esperança tens
- a estabilidade da Palavra e a nossa santidade
1 Pe 1.22-25
- os motivos para sermos faróis de esperança na vida dos outros
- a paternidade de Deus e a nossa santidade
- a dolorosa separação entre o Pai e o Filho e a nossa esperança
1 Pe 1.17-21
- a esperança anseia a consumação de uma realidade repleta de todas as coisas boas que é possível viver em e com Deus
- somos chamados a ser a antecipação dessa realidade na vida dos que estão à nossa volta
- santidade: um trabalho da mente e do coração que se reflete em comportamentos
1 Pe 1.13-15
- a esperança não tem de compreender tudo
- valorizar o que temos e não lamentar o que não temos
- a realidade é a que é, como a esperança nos ajuda a nos movimentarmos nela
1 Pe 1.1-10-12
- o requisito para uma esperança com acção eficaz
- a esperança que nos dá o que mais ninguém nos pode dar
- alinhando o sofrimento com a esperança
1 Pe 1.3-9
- O tripé que sustenta a nossa alma
- Como um homem que morreu há dois mil anos nos vê
- Prefácio da Esperança
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