A segunda semana do conflito armado envolvendo principalmente os Estados Unidos, Israel e o Irã chegou a exibir uma tentativa de estabilização dos mercados acionários globais, contudo, o combate persistiu e, em momentos, se agravou, impulsionando novamente os preços do petróleo e de outras commodities e pressionando os ativos de risco.
Assim, até o início da tarde de sexta-feira, os principais índices acionários americanos apontavam firme queda semanal. No mesmo sentido, o STOXX600, um índice amplo de ações europeias, encerrava a semana em queda moderada, mesmo após a forte queda observada uma semana antes.
Em meio à relativa moderação da aversão a risco global, a bolsa brasileira exibiu alguma sustentação e o Ibovespa chegou à tarde de sexta praticamente estável ante a semana passada. Mesmo assim, o dólar voltou a exibir valorização ante o real, enquanto as taxas de juros prefixadas exibiram alta semanal em praticamente todos os vencimentos, com exceção de alguns prazos mais longos.