Em coração de mãe, sempre cabe mais um. Na Assembleia Legislativa de Goiás, também é assim. Depois da reforma administrativa no início do ano, a casa bateu o recorde de servidores comissionados, passando de 3,7 mil para 4,5 mil.
Presidente do Poder Legislativo, Bruno Peixoto (UB) tem uma explicação prosaica: como houve autorização para contratar mais assessores sem concurso, eles foram contratados. Simples assim.
Já no legislativo goianiense, a insatisfação é de parte do MDB, que não viu seus pedidos de mais espaço – ou seja, mais secretarias – no Paço Municipal. Assim, essa ala defende que o partido deixe a base de apoio do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos).
Por sua vez, Cruz ainda tenta manter o apoio dos vereadores do partido. De qualquer forma, já é certo que a legenda não estará com o prefeito na eleição de 2024 na capital.
É sobre esses dois assuntos esta edição do Giro 360, com Caio Henrique Salgado e Bony Fonseca.
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