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Episódio de um podcast, mas que poderia ser uma mini aula com o artista visual, educador social, com experiência em redução de danos e Direitos Humanos, Raphael Escobar. Desde 2009, ele atua com educação não formal em contextos de vulnerabilidade social ou de disputas políticas, como Fundação CASA, Cracolândia e albergues. A atuação nesses contextos serve como pesquisa e muitas vezes ativação do trabalho que desenvolve. Sua pesquisa é pautada pelas relações de classe, pretendendo dissolver uma lógica moral da sociedade em relação aos moradores de rua, usuários de droga e grupos periféricos. Deste modo, usa das instituições e do seu trabalho como ferramentas de fomento e educação, mediando os espaços de dentro e fora do circuito. Já participou de exposições como Museu de Arte Moderna de São Paulo (2019), Museu de Arte do Rio (2018), SESC 24 de Maio (2017) , Pinacoteca do Estado de São Paulo (2017)X Bienal de Arquitetura de São Paulo, Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2013). Fonte: http://raphaelescobar.weebly.com/
@raphael_escobar
Para contribuir >> @birico.arte
solidariedade entre artistas de condições sociais diferentes - dormindo na calçada ou no conforto de casa para fortalecer projetos na Cracolândia
No segundo episódio de 2021, eu convidei o jornalista Fernando Augusto Pacheco para refletimos sobre a mídia de hoje, como as informações corretas podem mudar mentalidades e culturas, o valor do impresso e a importância de um jornalismo de qualidade.
Fernando mora em Londres há 12 anos e, é correspondente cultural da revista Monocle, apresentador na rádio Monocle 24 e host do The Stack, um podcast semanal sobre o mundo do impresso.
Enjoy the show :)
No primeiro episódio de 2021, eu falei com o diretor de arte, jornalista e fotógrafo, Jairo Malta. Atualmente na Folha de São Paulo e autor do blog sonsdaperifa.blogfolha.uol.com.br, Jairo também colabora com a ONG ResistEnem (@resistenem), em que ajuda pessoas que não tem a oportunidade de estudar para o exame e, com o @cineminuto, para amantes de cinema.
Nesse bate papo, Jairo nos ensina e reflete sobre a importância da comunicação periférica para periferia, jornalismo, educação e histórias que fazem a diferença.
Só dá play.
Nesse episódio eu falei com a artista multidisciplinar, Biabless.
DJ, Stylist e Co-fundadora do Estaremos Lá - uma plataforma digital criada em 2016 por quatro amigas decididas a mudar pré-conceitos.
Se você não conhece a Bia, dá o play e segue a Bia nas redes sociais ;)
@biabless
@estaremosla
Minha convidada desse episódio é a Marília Lobo.
Especialista em liderança criativa, empreendedora e ativista educacional, ela compartilha com a gente seus insights e seu conhecimento sobre educação, comunicação, relações públicas e liderança.
A Marília foi minha orientadora do TCC na faculdade, em 2010 e, depois de um gap nos reconectamos em 2018 para falar sobre o futuro das relações públicas e como enfrentar os desafios da comunicação corporativa.
Aproveitem a aula :)
In this conversation, we will learn the life and career of Terri Hines, a Chief Storyteller, Brand Builder and Philanthropist based in Los Angeles, California.
"Hines is a respected communications and public relations veteran with more than 20 years of brand marketing, global communications and corporate social responsibility experience." Forbes - Women in Sports to Watch in 2017.
Enjoy the show!
Depois de seis meses do início da pandemia pelo novo coronavírus, o brasileiro já volta a ter uma vida social, digamos assim, quase normal.
Bares cheios, restaurantes com reservas lotadas e, o bom e velho evento social começando a “popar” novamente. Aí eu fiquei com várias dúvidas: como se portar nos eventos, quem vai ser convidado, que tipo de evento está rolando, e se de fato, o social voltou? Eu decidi trazer duas pessoas que são mais que expert no assunto para refletir esse tema comigo: os jornalistas sociais, Sofia Patsch e Matheus Evangelista.
Olá, meu nome é Rafa Bagali e vocês estão ouvindo o meu podcast Irrelevante. E o tema nada irrelevante de hoje é: carreira corporativa.
Nesse episódio, eu falei com o Zé Bello Filho sobre sua experiência de ter mudado de indústria e, de país. O Zé que começou como estagiário no mercado publicitário, em São Paulo, hoje mora em Amsterdã e, é Gerente de Projetos de uma das empresas mais inovadoras do mundo.
Dá o play!
Quando me contaram a história de Dark, série alemã da Netflix, achei que fosse outra ficção científica qualquer. No contexto de um emaranhado de questões filosóficas, quânticas e pensamentos entre o bem e o mal, a construção do roteiro de Dark rendeu à série um buzz nunca antes visto para uma obra alemã. Aí me deixou, um tanto quanto, curiosa, de porquê eu devo assistir Dark? E como podemos compreender o sucesso de um bom roteiro, trazendo essas práticas interdisciplinares para a história.
Eu trouxe para um papo nada dark, duas pessoas que são phd no assunto. Os convidados desse episódio são: Tiago Moura, gerente de marketing da Ellus, meu amigo querido e, fā de entretenimento, e Rodrigo Petronio, escritor, filósofo, professor titular da FAAP, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e pesquisador associado do TIDD (PUC-SP), para refletirmos o sucesso e, porque sim, você deveria assistir Dark.
O tema irrelevante de hoje é: moda!
No último podcast falamos sobre Emergência Climática - e a minha amiga Ana Pinho me relembrou das nossas comprinhas em fast fashion, no auge dos nossos vinte e poucos anos.
Para discutir e refletir sobre moda sustável comigo, os convidados são: Giuliana Mesquita, jornalista de moda e dona da sua marca própria, a Giu Couture, e também Cléber Oliveira, jardineiro, ativista de sofá e product creator da marca esportiva mais famosa do mundo - quem adivinha qual é?
Se você é estilista, tem uma marca, ou trabalha com moda, te convido a ouvir nossas reflexões, elas podem te trazer insights do processo criativo da moda para o futuro.
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