
Sign up to save your podcasts
Or


A Worm Discs é uma gravadora/selo de Bristol, na Inglaterra, comandada por 3 amigos, dois deles vem a Recife todo ano para estudar a musica brasileira, comprar discos para o seu repertório e levar o groove brasileiro para Europa. Dessa vez o Jake veio sozinho e fez uma seleção de 1 hora de músicas já lançadas pelo seu selo.
Benja é o nosso sócio, viajante do mapa mundi, sempre que pinta em Recife dá uma chegada em nosso programa e joga a bola ninja de afrogrooves que ele garimpa ao redor do mundo.
Muito obrigado pela presença, Mukambo!
E finalmente conseguimos fazer o nosso "têbêtê" de 2023! Tarefa árdua escolher 60 minutos de música dentre as 4 horas mensais, multiplicadas por 12 meses, o que dá 48 horas de músicas tocadas, fora o que já ouvimos no dia dia pra escolher, garimpar e curtir.
Vamos ouvir: João Donato, Temple of the Dog, Mark Ronson, Marinho Guitarra de Ouro, Luedji Luna, Môa do Katendê, Ney Matogrosso, Chico Science e Nação Zumbi, Dr. Dre e Os Diagonais.
O grunge é um dos gêneros musicais que mais nos pegam quando ouvimos, porque nós que fazemos o programa, somos da "geração 40 e poucos" e que viveu isso com a MTV brasileira e algumas emissoras de radio. Na época, várias bandas vieram para o país tocar em festivais, junto com a emissora que tocava rock, algo inimaginável nos tempos líquidos de hoje.
Além dos conhecidos Soundgarden, Nirvana, Pearl Jam e Alice In Chains, nós vamos ouvir no programa as bandas do proto-grunge como Green River, Mother Love Bone, The Melvins e Malfunkshun.
Uma característica (mórbida, infelizmente) do movimento musical que surgiu na cidade de Seattle, no norte dos EUA, é o vício em drogas de vários músicos. Alguns morreram de overdose ou de suicídio - em decorrência do vício.
No programa a gente conta mais coisa, dá o play!
Quentin Tarantino fez um album em 1997 chamado Tarantino Connection, com algumas músicas que ele escolheu para seus filmes. As trilhas sonoras no cinema são formadas por músicas que já existem ou músicas feitas especialmente para o filme.
Algumas músicas usadas no programa não estão nesse album de 97, porque os filmes foram lançados depois. Outras músicas fazem parte do universo tarantinesco; filmes em que ele escreveu o roteiro, como Assassinos por Natureza (Natural Born Killer, de Oliver Stone e Amor à Queima Roupa (True Romance), de Tony Scott e que ele produziu, como Balada do Pistoleiro (Desperado), de Robert Rodriguez.
Foto: criada por Inteligência Artificial
Com muito prazer recebemos no estúdio o querido amigo Marcelo Aliche, um dos diretores do Festival Internacional do Documentário Musical, o In-Edit, que pela primeira vez aporta aqui em Recife e Olinda.
Conversamos sobre Blue Note, Fausto Fawcett, Dorival Caymmi, Miles Davis, Clementina de Jesus, Letieres Leite, Moa do Katendê, Fernanda Abreu, Michael Jackson e outras personagens importantes da musica que passaram na tela do cinema.
As trilhas sonoras de Quentin Tarantino são muito parecidas com jogo de roleta: por pior que seja o prêmio, é um prêmio. No começo da carreira, sem muito cacife, mas já com o conhecimento brutal de filmes (e músicas!), o cara nos mostrou Charlie Sexton e Dick Dale, dois guitarristas norte americanos, completamente desconhecidos do publico fora dos EUA, porém, quando a baba-de-quiabo começou a escorregar pro bolso, tratou de chamar o mestre dos mestres-yoda pra dirigir a trilha de um de seus filmes: Il Maestro Ennio Morricone, que fez a trilha de "Os Oito Odiados".
Poderiamos falar horas e horas de insights musicais absurdos que Tarantino nos deu com o sua sensibilidade híbrida de juntar som e imagem, mas para mim a campeã é uma cena em Kill Bill onde Lucy Liu e Uma Thurman duelam com suas Katanas sob flocos de neve, ao som de "Don't let me be misunderstood", tocada pela banda Santa Esmeralda. Quem imaginaria duas samurais duelando com uma musica Disco-Flamenco rolando?
Ser ou não ser plagio e já plagiando Shakespeare, eis a questão. O programa de hoje é polêmico e informativo, alguns são comprovados, outros não, alguns são homenagens, outros nem citam a fonte, mas cada um que tire sua conclusão, tou aqui só pra jogar gasolina na fogueira.
Resistência é uma das palavras chave depois de um período tão estranho, nebuloso e surreal para a cultura brasileira. Primeiro um governo fascista que destrói as politicas públicas para tal e depois sofremos uma hecatombe na saúde pública, por causa desse mesmo governo.
Dentro de toda essa dificuldade um totem cultural de Pernambuco resiste a todas essas atrocidades com muito amor, bons drinks e música em alto nível: o Coquetel Molotov, que ao lado do Abril pro Rock e Rec Beat formam a tríade da celebração musical no estado.
Para resumir toda essa glória de vinte anos em 1 hora, recebemos nosso querido parceiro do crime Jarmeson de Lima, um dos cérebros por trás do programa de radio e do festival, que a partir do próximo dia 18 (quarta-feira) começa sua intensa programação até o dia 21, dia da apoteose no Campus da UFPE, que terá dezenas de artistas em vários palcos, entre el@s: Luedji Luna, FBC, Marcelo D2, Afrotio, Bixarte e mais uma porrada de gente foda!
Álbum: A Bad Donato
Ano de lançamento: 1970
Músicos participantes: João Donato (órgão e piano), Ernie Watts (sax tenor), Jack Nimitz (sax barítono), Bill Hood (sax barítono), Don Menza (sax tenor), Pete Candoli (trompete), Conti Candoli (trompete), Jimmy Zito (trompete), Jimmy Cleveland (trombone), Ken Shroyer (trombone), Bud Shank (flauta), Oscar Castro Neves (violão), Warren Klein (guitarra), Chuck Domanico (baixo), Mark Stevens (bateria), Paulinho Magalhães (bateria), Dom Um Romão (bateria), Joe Porcaro (percussão) e Emil Richards (percussão).
Produção: Emil Richards
Arranjos: João Donato e Eumir Deodato
Lado A: 01. The Frog (A Rã) / 02. Celestial Showers / 03. Bambu / 04. Lunar Tune / 05. Cadê Jodel? (The Beautiful One)
Lado B: 01. Debutante’s Ball / 02. Straight Jacket / 03. Mosquito (Fly) / 04. Almas Irmãs / 05. Malandro
(Fonte: sinistersaladmusikal.wordpress.com)
From the publisher's feed
O programa Nagulha é apresentado por Rodrigo…