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No curriculum de Lalo, inúmeras criações de trilhas sonoras deixaram a sua marca de forma abrangente. Trabalhou musicando grandes filmes de muito sucesso com diretores famosos, como Peter Yates, no filme policial genial “Bullitt”. Também em “Operação Dragão”, de Robert Clouse, que teve a intensa interpretação do artista das artes marciais Bruce Lee.
Nas séries de TV, Lalo Schifrin escreveu para vários sucessos no mundo, como “Mannix”, que conta a história de um detetive super desobediente com seus chefes, e “The Man Front Uncle”, outra série que ficou no ar pela CBS de 1964 a 1968. A série teve roteiro de Ian Fleming, famoso roteirista e criador da série “James Bond”.
Outra série que entrou definitivamente para a história foi “Missão Impossível”, com sua levada rítmica em 5 por 4, o que trouxe para as aberturas da séries uma grande novidade. Missão impossível, virou uma franquia do ator Tom Cruise. Com ele, muitas versões do 5 por 4 original de Lalo foi produzida por sucessos da música pop, como Adam Clayton e Larry Mullen, da banda U2.
Antes do cinema, Lalo Schifrin também teve uma fase bem criativa no Jazz onde escreveu arranjos para o trompetista Dizzy Gillespie e outros. Por isso os musicais no cinema, em muitos temas, tem o sabor do jazz. Basta observar o trabalho de arranjos na trilha de “Bullitt”, onde é forte a batida da grande música da América. (via sagresonline)
A Fabrica de Discos Rozenblit surgiu em Pernambuco nos anos 50 e sobreviveu a duas enchentes, uma na década de 60 e outra em 75. Funcionou até 1982 e hoje seu acervo está sendo digitalizado para plataformas de streaming e para mídia física.
Algumas trilhas sonoras fizeram mais sucesso que o próprio filme. Existe uma diferença entre fazer a música para o filme e escolher musicas já prontas. Lalo Schifrin, Henry Mancini, Bernard Herrmann, Ennio Morricone, Nino Rota, Angelo Badalamenti e mais uma porrada de gente contribuiu para o enriquecimento da experiência cinematográfica, eles fizeram diversas músicas que viraram quase uma sonoplastia para a cena, dada a genialidade desses artistas: as vezes a musica se torna algo indissociável do filme. Outra categoria de trilhas sonoras é a escolha de músicas já prontas para o filme, coisa que Quentin Tarantino é doutor, o cara dirige os filmes no ritmo das músicas que escolhe. Quem já assitiu a algum filme dele sabe que vai sair do cinema com alguma melodia na cabeça ou ficar até o fim dos créditos pra descobrir o nome da música.
Todo viciado tem um cofre lotado de raridades, concordam?
Abrimos o nosso baú de pedras e selecionamos algumas raridades para vocês.
Singela homenagem do programa Nagulha ao cara que atravessou 6 décadas fazendo, escrevendo, bebendo e comendo música. Apesar de ser um cara avesso à holofotes, ele sempre soube que era necessário "aparecer para aparecer".
Nosso disco preferido é o Carlos, Erasmo, de 1971. Por várias razões, a principal delas é sua desconstrução, que já começa pelo nome do disco, onde ele inverte o seu nome, dando sinais de redirecionamento musical.
A segunda razão é o time que ele conseguiu reunir para o disco. Nós que somos seletores, colecionadores e consumidores de música, sabemos o quão dificil e dispendioso é reunir cobras-khan de qualquer segmento artístico-profissional.
Alguns nomes: Arthur Verocai (maestro), Rogerio Duprat (maestro), Manoel Barenbein (produtor), Nelson Motta (produtor), Mazola (tecnico), Lanny Gordin (Guitarra), Sergio Diaz (Guitarra) entre outros.
Apesar da preferência, você vai ouvir música de todas as fases do Gigante Gentil.
O futebol moderno surgiu apenas no século XIX, mas sabe-se que milhares de anos atrás já eram praticados pela humanidade esportes com características semelhantes. O vestígio de prática similar ao futebol mais antigo do qual se tem conhecimento remonta à China de 3000 a.C.
Mas os registros históricos não remetem apenas aos chineses. Existem evidências de esportes semelhantes ao futebol sendo praticado por japoneses, egípcios, além de gregos e romanos antigos. Também há registros em diferentes povos mesoamericanos (da região da Mesoamérica, atual México e América Central).
Eduardo Galeano traz relatos de algo parecido com o futebol sendo praticado na Inglaterra durante a Idade Média. O jornalista uruguaio destaca que, no século XIV, o rei Eduardo II condenava essa prática esportiva. Outros reis ingleses como Eduardo III, Henrique IV e Henrique VI chegaram a proibir a prática do esporte. (fonte: Mundo Educação)
A Soundway Records apresenta uma nova compilação de vinte e uma faixas raras da música pop nigeriana e da cultura club do início dos anos 80. Estimulada por um boom explosivo do petróleo e um retorno à democracia após uma série de ditaduras militares, a economia da Nigéria no início dos anos 80 foi espelhada por sua indústria fonográfica quando inúmeros jovens artistas e grupos atingiram as ondas do rádio e as pistas de dança da capital.
Era uma nova forma brilhante e impetuosa de música pop nascida das cinzas do disco e funk do final dos anos 1970 e, assim como na América, foi a trilha sonora de uma nova geração. Ansioso para soar o mais americano possível, sem nenhum indício do fervor pelo afro-beat, afro-rock e pensamento afrocêntrico que a década de 1970 lançou, uma nova geração de jovens artistas e performers deu as costas para suas raízes culturais na música e procurou um novo tipo de estrelato e fama firmemente conectado ao mundo brilhante e elegante da década de 1980 que estava em erupção nos EUA e na Europa. (fonte: Soundway Records)
Em se tratando de musica pop, uma das cabeças mais criativas dos ultimos 20 anos é o californiano Mike Patton, goste ou não do que ele fez e faz. Quem é do ramo sabe que o cara fez a fama e a cama na banda Faith no More e seguiu incessantemente atuando no universo musical.
Ele tem uma gravadora (Ipecac Records) e nela criou seu universo particular lançando seus experimentos e também as loucuras alheias. Também fez algumas trilhas sonoras de filmes, não as conheço e confesso: sou fã do gajo, mas não consigo acompanhar seus lançamentos, é muita coisa pra duas orelhas.
Por conta de sua bolha multidiversificada, fiquei sem saber de que forma eu apresentaria o gringo, certa hora ele é um phyno bardo italiano, outras um cafusú a la Gigolo Tony. O programa mostra seu universo pop, noves fora o principal Faith no More, vamos ouvir o trip hop do Lovage, o pop italiano do Mondo Cane e o hip hop do Peeping Tom.
E vamos de segunda parte com Paulo André Pires, a conversa foi comprida, o cara tem histórias para mais 5 livros, MEMÓRIAS DE UM MOTORISTA DE TURNÊS é só o primeiro. Falamos sobre o estouro das bandas de Funk Metal da California, onde ele foi testemunha ocular da história, teve o privilégio de ver Faith no More, Primus e Mordred dando os primeiros passos.
Também conversamos sobre o inicio do Mestre Ambrósio na cena (importante lembrar que eles estão com show marcado para o dia 7 de janeiro aqui em Hellcife) e sobre a explosão de Chico Science e Nação Zumbi, a morte de Chico e sua ultima música, Scream Poetry, gravada pela galera do Paralamas do Sucesso e cantada por Jorge Mautner.
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O programa Nagulha é apresentado por Rodrigo…