Natan Rufino | Áudio
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Natan Rufino | Áudio episodes

  • Prosperidade nas mãos de Deus? | Natan Rufino
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    1 hr 6 min
  • Um Mandamento Superior | Natan Rufino
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    1 hr 26 min
  • A Diabólica Predestinação Calvinista | Natan Rufino
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    A DUPLA PREDESTINAÇÃO NAS INSTITUTAS DE JOÃO CALVINO:
    “Chamamos PREDESTINAÇÃO o eterno decreto de Deus pelo qual houve por bem DETERMINAR O QUE ACERCA DE CADA HOMEM QUIS QUE ACONTECESSE. Pois ele não quis criar a todos em igual condição; ao contrário, preordenou a uns a vida eterna; a outros, a condenação eterna. Portanto, como cada um FOI CRIADO PARA um ou outro desses dois destinos, assim dizemos que um foi predestinado ou para a vida, ou PARA A MORTE”
    Institutas, volume 3, capítulo 21, seção 5.
    “a Escritura mostra claramente: que designou de uma vez para sempre, em seu eterno e imutável desígnio, àqueles que ele quer que se salvem, e também AQUELES QUE [DEUS] QUER QUE SE PERCAM”
    Institutas, 3.21.7
    “os réprobos SÃO SUSCITADOS PARA ESTE FIM, ou, seja, para que através deles a glória de Deus resplandeça. (...) Portanto, se não podemos assinalar outra razão por que Deus usa de misericórdia para com os seus, a não ser porque assim lhe apraz, tampouco disporemos de outra razão por que rejeita e exclui aos demais, senão pelo uso deste mesmo beneplácito”
    Institutas, 3.22.11
    Venham todos os filhos de Adão; contendam e alterquem com seu Criador por que antes mesmo de serem gerados FORAM PREDESTINADOS À PERPÉTUA MISÉRIA por sua eterna providência”
    Institutas, 3.23.3
    “Sem dúvida confesso que FOI PELA VONTADE DE DEUS que todos os filhos de Adão NESTA MISERÁVEL CONDIÇÃO em que ora se acham enredilhados. E isto é o que eu dizia inicialmente: por fim, tem-se sempre de volver ao mero arbítrio da vontade divina, cuja causa está escondida nele mesmo”
    Institutas, 3.23.4
    “Pois NÃO É PROVÁVEL que o homem TENHA BUSCADO SUA PERDIÇÃO pela mera permissão de Deus, e não por sua ordenação. Como se realmente Deus não haja estabelecido em qual condição quisesse estar a principal de suas criaturas”
    Institutas, 3.23.8
    “O primeiro homem, pois, caiu porque o Senhor assim julgara ser conveniente. Por que ele assim o julgou nos é oculto. Entretanto, é certo que ele não o julgou de outro modo, senão porque via daí ser, com razão, iluminada a glória de seu nome”
    Institutas, 3.23.8
    1 hr 14 min
  • Apostasia e Arrebatamento em 2 Tessalonicenses 2 | Natan Rufino
    Não há um texto bíblico específico que diga que haverá "A Grande Apostasia" ou mesmo uma espécie de "grande apostasia" no tempo do fim. Temos algumas declarações genéricas que dão a ideia de um aumento na degradação moral humana e um consequente esfriamento por parte de alguns, mas não uma declaração de cunho profético ou com clareza e objetividade inegáveis. Jesus disse que "por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará". Jesus disse "de muitos" e não "de todos", mesmo que algumas versões digam "de quase todos", mesmo assim, isso ainda significa muitos e não todos. Além disso, Jesus parecia estar fazendo uma declaração da situação geral entre as pessoas do mundo durante o período da Tribulação (Mateus 24.10-14). Paulo também disse que "nos últimos tempos alguns apostatarão da fé" por darem ouvidos a espíritos enganadores e a ensinos de demônios que exigem abstinência de certos alimentos ou que obrigam o celibato. Mais uma vez, o texto fala do desvio de "alguns" e não de "todos". Neste caso em particular, os que se afastariam da verdade seriam motivados por algo muito específico: doutrinas diabólicas que exigiriam que cristãos seguissem a regra dietética dos judeus, abdicando de certos alimentos, ou, por obedecerem à imposições que ferem o princípio da liberdade de escolha e da individualidade de cada um. Claro que existem outras passagens que também tratam sobre o aumento da degradação moral na sociedade, mas como uma situação genérica entre os homens que não tem comunhão com Deus. Nada disso trata sobre algum acontecimento específico e pontual que sirva claramente como indicativo para acontecimentos escatológicos. Infelizmente, alguns parecem ter reunido todos os textos que falam sobre esta futura degradação moral generalizada e os associaram a uma suposta "grande apostasia profética" relacionada ao surgimento do Anticristo, e, para fundamentar este raciocínio, estes irmãos usam o texto de 2Tessalonicenses 2.3 para isso. Porém, o texto em questão não está falando sobre o que alguns pensam. Para compreender corretamente o uso da palavra "apostasia" na epístola de Paulo será preciso considerar a forma de Paulo pensar sobre tais acontecimentos tratados por ele na ocasião e também será preciso algum conhecimento técnico a respeito do uso da palavra apostasia durante aquele período da história dentro da cultura grega. O sentido essencial da palavra sempre foi "retirada, partida, separação", e embora a palavra também tenha sido usada para se referir aos que se "apartavam da fé", a mesma palavra era usada para tratar sobre vários outros tipos de afastamentos, distanciamentos, separações ou retiradas. Como Paulo já havia demonstrado em sua primeira epístola que cria num arrebatamento pré-tribulacional, é mais provável que ele esteja reafirmando o que já tinha ensinado antes, isto é, que o "Dia do Senhor" (ou seja, a Tribulação) não iria começar antes que houvesse a partida do Corpo de Cristo e fosse então revelado o filho da iniquidade, o Anticristo. Para mais detalhes e informações técnicas e históricas sobre esse assunto, veja o livro "Arrebatamento Antes da Tribulação". Além de tudo isso, observe que o texto de Tessalonicenses afirma que primeiro deve acontecer essa separação ou apostasia (possivelmente o arrebatamento), para que somente depois seja revelado o Anticristo. Não é o Anticristo que causará a "apostasia", mas a apostasia (a partida, a retirada ou separação) que liberará caminho para a revelação do Anticristo.
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    1 hr 6 min
  • O Conceito Bíblico Sobre os Últimos Dias | Natan Rufino
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    1 hr 10 min
  • Escatologia e mais um monte de coisa junta | Natan Rufino
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    ESCATOLOGIA É o segmento da teologia que estuda sobre os textos proféticos das Escrituras Sagradas, que, em sua grande maioria, apontam para o “Fim dos Tempos”, os últimos dias.
    A Escatologia não é um “corpo estranho” ao Cristianismo. Ao contrário, é um assunto abordado exaustivamente nas Escrituras. Dizem que aproximadamente 40% dos textos bíblicos tratam sobre Escatologia. De todas os livros do Novo Testamento apenas três epístolas não falam sobre a volta de Jesus: Filemon, 2ª João e 3ª João. Dos princípios elementares da doutrina de Cristo apresentados em Hebreus 6.1, 2 escatologia é o único tópico que é mencionado duas vezes através da citação da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.
    Temas como o Arrebatamento, o Anticristo, a Tribulação, a Volta do Senhor, e muitos outros, são tratados pormenorizadamente nesta disciplina da Teologia.
    1 hr 3 min
  • Oferta financeira não é investimento para ficar rico | Natan Rufino
    A parceria no Tocante a Dar e Receber
    Acredito que pelo menos os cristãos devem saber que o dízimo não foi uma invenção de Moisés e nem surgiu na história do mundo a partir da Lei que o mesmo compilou. Textos bíblicos revelam que cerca de 430 anos antes da Lei de Moisés Abraão já cria e praticava o princípio do dízimo (Gênesis 14.18-20).
    É bem provável que Abraão tenha aprendido sobre o dízimo de seus antepassados e, da mesma forma, o tenha repassado para seus descendentes; pois vemos que a Bíblia relata que seu neto, Jacó, também veio a crer e praticar o mesmo princípio do dízimo (Gênesis 28.20-22). É possível que Jacó o tenha aprendido com seu pai Isaque, que por sua vez tenha aprendido com seu pai Abraão, que também tenha aprendido com seu pai, e assim sucessivamente.
    Abraão deu o dízimo a Melquisedeque, que era reconhecido como sacerdote do Deus altíssimo (Hebreus 7.1). A Bíblia também diz que as características da história pessoal de Melquisedeque “o faziam ser semelhante ao filho de Deus” (Hebreus 7.3). Quando o autor da epístola aos Hebreus fala de Melquisedeque no capítulo 7, seu objetivo parece ser comunicar a ideia de que na terra são homens mortais os que recebem dízimos, mas pela história de Melquisedeque com Abraão devemos compreender que, paralelamente a isso, Jesus Cristo os recebe no céu. Por isso ele diz: “aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive” (Hebreus 7.8).
    Observe pelo menos três pontos interessantes sobre o versículo 8 do capítulo 7 de hebreus:
    1. O autor da epístola diz “aqui SÃO homens mortais que RECEBEM dízimos”; veja que ele não disse “ERAM homens mortais os que RECEBIAM dízimos”, ou seja, na cabeça do autor da epístola a prática da entrega dos dízimos ainda era válida no momento em que ele está escrevendo a carta. Ele não considera o dízimo como uma coisa da Lei, ou ultrapassada, em relação à Nova Aliança; por isso ele conjuga os verbos no presente;
    2. O autor da epístola diz “os homens recebem os dízimos”. Ele se refere a pessoas e não a prédios; seres humanos e não templos. Mais claro do que isso impossível: “homens mortais recebem dízimos”. Segundo ele os dízimos devem ser recebidos por homens, que, provavelmente, sejam homens que desenvolvam alguma atividade ministerial na dispensação em que vivem.
    3. O autor da epístola diz que “aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali (naquela história entre Melquisedeque e Abraão) quem os recebe é AQUELE DE QUEM (Melquisedeque testifica que vive)”. Melquisedeque testificava sobre Jesus, que é aquele que vive para sempre. Em outras palavras o autor da epístola está dizendo o seguinte: “aqui na terra ainda são homens mortais os que recebem os dízimos, mas na história de Melquisedeque e Abraão quem os recebe é aquele de quem Melquisedeque dá testemunho que vive”. Os homens recebem na terra, mas Jesus os recebe no céu.
    O sentido primordial dos dízimos parece sempre ter sido sustentar os ministros de Deus pelo serviço que prestavam durante as dispensações em que eles viveram. Um dos textos onde isso aparece de forma clara é Números 18.
    Número 18.21,23
    21 Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, PELO SERVIÇO QUE PRESTAM, serviço da tenda da congregação.
    23 Mas os levitas FARÃO O SERVIÇO DA TENDA DA CONGREGAÇÃO e responderão por suas faltas; estatuto perpétuo é este para todas as vossas gerações. E não terão eles nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
    Antes da Lei Melquisedeque se tornou uma referência sobre o recebimento dos dízimos, e nas Escrituras ele é reconhecido como um ministro de Deus, um sacerdote do Deus altíssimo. Quando chega no Novo Testamento Paulo confirma o mesmo princípio do dízimo:
    1 Coríntios 9.13,14
    13 Não sabeis vós que OS QUE PRESTAM SERVIÇOS SAGRADOS do próprio templo se alimentam? E QUEM SERVE AO ALTAR DO ALTAR TIRA O SEU SUSTENTO?
    E para corroborar a declaração e a veracidade de suas palavras, ele acrescenta que o próprio Senhor Jesus deu a mesma ordem explícita nos textos bíblicos: “Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (1 Coríntios 9.14). No versículo anterior Paulo menciona parcialmente o texto de Números 18.21,23 e em seguida diz que “JESUS TAMBÉM DEU A MESMA ORDEM”, ou seja, que “quem prega o Evangelho, deve viver do Evangelho”.
    O principal conceito bíblico quanto aos dízimos é que eles são ofertas de valores previamente estabelecidos (Números 18.24-26) que devem suprir as necessidades dos obreiros do Senhor enquanto estes realizam sua obra nesta terra.
    1 hr 13 min
  • Contentai-vos com o que tendes | Natan Rufino
    O dinheiro (o papel-moeda)  em si mesmo não tem características morais que o classifiquem como bom ou mal, sendo apenas uma invenção humana com o objetivo de facilitar as trocas de  mercadorias na vida em sociedade. Como uma espécie de “referência universal” para todas as outras mercadorias, o próprio dinheiro acabou se tornando “a mercadoria universal”. Com a flexibilidade comercial que o papel-moeda proporcionou ao trazer consigo a capacidade e comodidade de poder ser trocado por toda e qualquer outra coisa do mundo, o próprio dinheiro acabou se tornando “o grande bem” mais desejado.
    Pregadores capitalistas de uma realidade inatingível proclamavam que, embora a abundância não tivesse alcançado a todos os homens, a liberdade de cada indivíduo para buscar a satisfação de seus interesses particulares e a liberdade de cada empresa para encontrar o caminho para obter o máximo de lucro com seus investimentos iriam nos conduzir ao paraíso do consumo sempre ampliado, “objetivo último da realização do ser humano”.
    Durante muito tempo foi transmitida a ideia de que somente o conceito do “livre mercado” poderia assegurar o crescimento continuado da humanidade. Nada de regras inibidoras, nada de limites e controles estatais, a ideia era basicamente que todos lutassem pela sua própria vida e que, segundo sua própria capacidade, cada um chegasse ao seu próprio primeiro milhão. Essa é, de forma resumida e grosseira, a história do “mundo desenvolvido” a que chegamos.
    A Bíblia tem muito o que dizer a respeito do dinheiro e da nossa relação com ele. Infelizmente, porém, como sempre aconteceu na história, a cultura e os costumes dos povos conseguiram sufocar a verdade bíblica sobre a prosperidade saudável que Deus gostaria que experimentássemos.  Muito da realidade cristã que vivemos hoje é praticamente uma versão enlatada do “cristianismo capitalista” que veio se formando desde os primórdios do surgimento da própria Europa. De lá pra cá, sem um fundamento firmemente bíblico, temos oscilado entre os extremos dos “votos de pobreza” à ostentação e vaidade da realização do “sonho americano cristianizado”.
    Paulo com sua santa implicância doutrinária nunca deixou de avisar a quem quisesse ouvir: “Quem nada entende tem mania por questões e contendas de palavras que só geram inveja, provocação, difamação, suspeitas malignas…” E se você gostaria de saber o porquê de Paulo dizer que tais homens enfatuados geravam inveja nos outros e os provocavam com suas declarações (mesmo que não conseguissem fugir das difamações e das suspeitas que caíam sobre eles) é porque estes tais “de mente pervertida, supunham que serem santos e piedosos lhes daria muito lucro financeiro” (1 Timóteo 6.3-5).
    A verdade a respeito do assunto continua tão verdadeira hoje quanto o foi naquela época: “A piedade, é sim, fonte de lucro; desde que tenhamos a alegria de simplesmente vivê-la” (1 Timóteo 6.6). Aqui neste contexto específico, o lucro, no ponto de vista de Paulo, é espiritual e não carnal. E para os que acham que a explicação ainda é insuficiente, aí vem o resto: “Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1 Timóteo 6.7,8). Lembra quando ele disse que a piedade era lucrativa se estivéssemos contentes? Pois é, é isso mesmo que ele está dizendo: o lucro da piedade é poder viver contente em toda e qualquer situação! Sabiamente diria Paulo em 1 Timóteo 6.9-10:
    Os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada;
    O amor do dinheiro é raiz de todos os males;
    Nessa cobiça, alguns se desviaram da fé.
    Muitos já aprenderam que o dinheiro NÃO É a raiz de todos os males, mas um grande número de evangélicos talvez sequer tenha ouvido a primeira vez que o amor do dinheiro AINDA É A RAIZ DE TODOS OS MALES. Não há dúvidas de que usar o dinheiro para o bem é uma coisa boa, mas não pregar sobre os perigos e armadilhas de amá-lo é uma coisa muito ruim!
    Nós não somos do mundo e é exatamente por isso que não precisamos pensar, sentir e viver como o mundo. Jesus é o nosso exemplo mais sublime. Pelo que entendemos das Escrituras ele nunca teve necessidades financeiras que o impedissem de realizar qualquer atividade que tinha em seu coração, mas em momento algum ele fez da riqueza ou da prosperidade financeira a sua mensagem; nunca sugeriu a riqueza como o objetivo derradeiro da fé; muito pelo contrário: Era muito comum vê-lo fazendo alertas para o perigo das riquezas; muito embora ele inspirasse seus seguidores a confiar em Deus que supre a necessidade do homem e satisfaz os desejos do seu coração.
    Não existe qualquer outro ministério mais bem sucedido do que o de Cristo quando ele esteve ainda na terra, e mesmo assim, Jesus por mais próspero que tenha sido, nunca buscou o que era propriamente seu; jamais esteve ocupado em satisfazer caprichos pessoais visando sua própria satisfação pessoal; na verdade, toda a renda que era fruto do seu trabalho e da sua influência entre os povos que o ouviam era dividida amavelmente por ele com os que lhe acompanhavam. Tão desprendido e despretensioso foi Jesus em relação às finanças conquistadas pelo seu ministério que até o “caixa da igreja” não estava nas mãos dele ou de alguém de sua extrema confiança, e sim nas mãos de alguém que até fama de ladrão depois conquistou. Eu até poderia dizer que Deus nunca deixou coisa alguma faltar para Jesus, mas não posso encerrar o pensamento sem acrescentar que, por outro lado, Jesus fez questão de nunca deixar faltar para quem estava com ele. Este é o mais perfeito exemplo de ministério Cristão bem sucedido que podemos chegar a conhecer.
    Que Cristianismo afinal nós queremos viver? Aquele de Cristo ou a versão moderna do nosso “mundo desenvolvido”?
    E agora José? Simples! Basta-nos seguir a mesma regra áurea de todos os tempos:
    Lucas 12.15
    [Jesus] lhes recomendou: Tende CUIDADO e GUARDAI-VOS de toda e qualquer avareza; porque A VIDA DE UM HOMEM NÃO CONSISTE NA ABUNDÂNCIA DOS BENS QUE ELE POSSUI.
    1 hr 9 min

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Ministrando a Palavra de Deus com Graça e Muita Alegria!