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Dá pra morar em um barco?
Quando se trata de viagens, cada um tem sua preferência, e as formas e maneiras de se hospedar e se locomover são ilimitadas. Mas e se além de de viajar, também fosse possível levar sua casa junto? É essa a experiência que vamos apresentar hoje. E mais: Que tal morar em um veleiro?
É aí que expandimos nossas possiblidades da viagem. Pois não se limitarão apenas a carros, aviões, hotéis, pousadas. Antes mesmo de seus destinos finais, vários turistas pesquisam quais são as opções de atividades que podem ser realizadas no local. E navegar a bordo de um veleiro ao executar esse plano certamente será uma experiência incrível.
Dentro delas, é importante saber que você sempre terá grandes oportunidades de atividades interessantes, e alcançar pontos que um número menor de pessoas acabam frequentando. Sem contar nas pescarias, passeios em ilhotas, paisagens de mangues, restaurantes de pequenas comunidades litorâneas, avistamento de pássaros, golfinhos, fazer snorkel e mergulho… tudo isso em qualquer lugar do mundo.
Realmente é uma experiência completa. Claro, quem nunca pensou em viajar de veleiro já possuem muitas dúvidas. Imagine morar nele? Justamente por isso, convidamos Adriano Plotzki, que mora em um veleiro para nos esclarecer algum questões que merecem ser respondidas para garantir ainda mais tranquilidade para quem já está pensando em adicionar essa experiência ao sua vida.
Sobre o convidado:
Adriano Plotzki é o criador do canal #SAL que é um canal produzido no mar, mas que fala sobre muito mais do que veleiros, mares e outros assuntos náuticos. É uma coleção de histórias que nos inspiram a mudar a nossa forma de enxergar a vida.
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Nosso e-mail: [email protected] Edição: Renan Cirilo
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Nesse episódio Extra da programação do Natrilha, convidamos Lucas Porto para falamos sobre sua travessia do Espírito Santo na modalidade Hike and Fly.
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Edição: Renan Cirilo Alves
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Bora pra cima? Nesse episódio do Bate Volta da programação do Natrilha, que é um programa mais curto e de debates simples sobre os temas propostos, recebemos nosso ouvinte/amigo Leonardo Chisté para nos motivar na realização de atividades outdoor.
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Quais espécies predominam no Brasil e erros comuns em acidentes ofídicos?
No meio do nosso bate papo, Cláudio nos contou que o Brasil possui uma das maiores faunas do mundo com mais de 400 espécies de serpentes. E quase 90% não possuem veneno. Entre os grupos venenosos está a Jararaca.
Nos alertou se caso um trilheiro ou pessoa comum for picado, no Brasil é obrigatória a notificação por acidente ofídico. O médico preencherá uma ficha que será encaminhada para o Ministério da Saúde para alimentar o banco de dados. Esses dados auxiliam na distribuição do soro antiofídico nas regiões de maior ocorrência. E para cada tipo de cobra existe um soro específico.
Disse também que no Brasil o soro é aplicado somente no serviço público, mas não em todos os hospitais, para isto deve pesquisar os polos no ministério da saúde, Instituto Vital Brasil, onde consta os estados e municípios que contém o soro.
Também nos advertiu para algo grave: a falta de informação e o apego a crendice como a borra de café. Que segundo o mito é quando coloca-se borra de café no lugar da picada e cura-se do veneno.
Outra crendice é sobre a identificação das cobras venenosas. Onde segundo o mito é onde toda a cobra de cabeça triangular é venenosa. Porém, como um dos exemplos, a Jibóia também tem a cabeça triangular e não é venenosa.
E um terceiro problema é que nas universidades federais nos cursos de medicina não existe nenhuma disciplina inteira que aborda sobre animais peçonhentos. E qual é a consequência disto? Médicos que na maioria das ocasiões, não sabem como atuar devidamente com acidentes ofídicos. E isso pode trazer consequências graves para esses pacientes.
Sobre o convidado: Cláudio Machado
Esbanjando simpatia, Cláudio Machado, biólogo, e apresentador do canal Papo de Cobra no Youtube, contou um pouco da sua história como estudioso de répteis, anfíbios e sua especialização em acidentes ofídicos.
Nos seus mais de 30 anos de carreira atuou na criação das serpentes e chefiou equipes para divulgação científica no Instituto Vital Brasil um dos quatro maiores produtores de soro no Brasil.
Durante o papo ele nos contou que neste trabalho desempenhou várias análises dos acidentes ofídicos.
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Guia de Aventura: João Alberto Binda, Luiz Gadetto.
Instrutor: Mario Ferraro.
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Edição: Danilo Pastor - Nativa Multimídia
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Mais um perrengue pra conta?Nesse episódio do Bate Volta da programação do Natrilha, que é um programa mais curto e de debates simples sobre os temas propostos, recebemos nosso ouvinte/amigo Wilson Iwazawa Jr para relatar sua experiência vivida em sua viagem ao Nepal. Lembramos que essa atração do Natrilha é um bate papo leve e dinâmico e qualquer "escorregada" é possível na intenção de entreter e divertir o público que nos acompanha.
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Produção e Edição: Renan Cirilo Alves
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Enduro a pé para todos os públicos.
Sendo uma competição que geralmente consiste entre 3 e 6 pessoas, independentemente do sexo ou idade, onde equipes percorrem um caminho previamente traçado em planilha, de acordo com o tempo previsto. Essa é uma das formas mais comuns de serem apresentadas para que você conheça o Enduro a pé. As equipes têm que percorrer o caminho dentro do tempo especificado, e a organização apresenta os detalhes do caminho na planilha, incluindo distâncias, direção, descrição do ambiente e velocidades médias.
As equipes começam em horários diferentes, geralmente com um intervalo de 2 a 3 minutos entre elas. O tempo que cada equipe passa em cada Posto de Controle (PC) ao longo da rota é registrado. Os PC's são pessoas da organização organizadora que registram a hora, minuto e segundo que cada equipe passa por sua estação.
O Enduro a Pé é caracterizado pela regularidade. A equipe vencedora não será a mais veloz, e sim a que passar pelos PC's no tempo mais próximo estipulado pela organização. De modo que a cada segundo adiantado ou atrasado possuem penalidades de perda de número de pontos, vencendo o time que perder o menor número de pontos.
O mais importante não é a intensidade ou o melhor preparo físico, mas sim a regularidade ao longo do percurso.
Da mesma forma, aprendemos com este episódio do podcast Natrilha sobre a diferença entre parapente e paraquedas, conceitos que geraram dúvidas na hora de explicar alguma dessas atividades
Depois de todas essas informações exclusivas para você, contamos com seu apoio em nossas redes sociais. Não custa nada, é de graça. Um segundinho só! Abre o Instagram e deixa UM comentário. Só um.
Desta forma você ajuda o Natrilha a criar cada vez mais conteúdos e trazer mais convidados para seguirmos na evolução das atividades de aventura.
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