Futurismo e as novas leis da história humana
Os pensadores da Escola de Pensamento de Comunicação Canadense (da qual os Bimodais aqui no Brasil são filosoficamente adeptos) sugerem novas premissas e leis para a história humana.
Partindo das seguintes premissas filosóficas:
Tecnologias são proativas e não neutras na história humana;
Mídias são tecnologias;
Mídias, portanto, também são proativas e não neutras, podemos considerar que são a placa-mãe da espécie, na qual rodam os ambientes organizacionais;
O ser humano, portanto, é uma tecnoespécie;
E, por ser tecnoespécie, pode crescer demograficamente, de forma interdependente, algo que as outras espécies não conseguem.
Tais premissas criam novas leis criando uma nova Teoria da História, a nosso ver, fundamentais para entender o Digital:
Toda vez que aumentamos a população e, por sua vez, a complexidade demográfica somos obrigados a, mais dia menos dia, a criar novas mídias (canais e linguagens) para promover Revoluções Civilizacionais, com o objetivo de alinhar os modelos de comunicação e administração com o novo patamar de complexidade demográfica;
Quando novas mídias se massificam temos um Fenômeno Social Recorrente, que denominamos Revolução Civilizacional Midiática, alterando todas as organizações sociais no curto, médio e longo prazo, na direção da descentralização das decisões – o que facilita o gerenciamento da complexidade demográfica.
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https://nepo.com.br/2019/07/10/futurismo-e-as-novas-leis-da-historia-humana/