Como projetar o futuro, a partir de novas tecnologias?
Podemos, assim, definir três tipos de tecnologia:
as periféricas – que permitem pouca alteração da espécie;
as intermediárias – que aumentam a taxa de mutação da espécie, tal como a da energia, alimentação e médica;
e as centrais – que alteram profundamente e, de forma disruptiva, como o surgimento de uma nova mídia e, no futuro, a engenharia genética ou o surgimento de ciborgues – uma nova espécie com independência (se for o caso).
Ao olharmos para as novas tecnologias temos que entender que tipo de demandas reprimidas poderão “sair do armário”. Quanto mais centrais elas forem, mais demandas sairão.
PS – o papel das tecnologias da sociedade faz parte do ramo Filosofia da Tecnologia, que tem a missão de entender a essência destas para uma tecnoespécie.
É isso, que dizes?
http://bit.ly/artigonepo220221
Venha ser um Futurista Bimodal, com a melhor formação sobre o futuro do Brasil. Nós somos a nave Nabucodonosor, aquela mesma que te tira e te deixa fora de Matrix. Bora?
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