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Problemas no cabaré. Eletricidade caiu, as Schneiders esquentaram e as empanadas estragaram, mas Blas Giunta liberou mesmo assim a presença de Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato para prestar homenagem a Paolo Rossi e seus três gols no jogo contra o Brasil, em 1982.
Blas Giunta não queria abrir o cabaré de manhã, mas quando soube que o convidado era Paulo Andrade, narrador da ESPN e a voz da Premier League no Brasil, abriu uma exceção, Com Alex Sabino, Sergio Bruno Trivelato e Bruno Rodrigues, Andrade lembrou do começo de carreira narrando jogos do São Caetano e da noite em que o Azulão esteve perto de ganhar a Libertadores, mas não levou.
Em uma noitada extraordinária do cabaré, Blas Giunta abriu as portas, com lágrimas nos olhos, para Bruno Rodrigues, Sergio Trivelato e Alex Sabino se lembrarem da vida e obra de Diego Armando Maradona.
Blas Giunta mandou abrir o cabaré para Bruno Rodrigues, Sergio Trivelato e Alex Sabino falarem sobre a final mais inusitada da história do futebol sul-americano: CSA e Talleres, pela Copa Conmebol de 1999. Um torneio que quase nenhum time queria participar.
Com baldes de Schneider intercalados com garrafas de Old Eight, o cabaré recebeu a presença de Frederico Maróstica, o criador do Museu da Macaca, para falar com Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato sobre a Ponte Preta na Copa Sul-Americana de 2013 e a final contra o Lanús.
O cabaré teve sua noite mais inusitada e ignorou pela primeira vez o futebol sul-americano graças à presença do jornalista Filipe Barini, do jornal O Globo. Ele apareceu para bater um papo com Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato sobre o jogo que ninguém viu: o Coreia do Norte x Coreia do Sul realizado em 2019 em Pyongyang. Mas o Filipe fez mais do que isso: discutiu geopolítica, os mitos sobre a terra de Kim Jong-un e as cervejas da Coreia do Norte.
Em uma das noites mais especiais da história do cabaré, Blas Giunta mandou abrir as portas para comemorar o aniversário de 60 anos de Diego Maradona. Mas Sergio Trivelato, Bruno Rodrigues e Alex Sabino não seriam suficientes. Era necessária uma presença ilustre. Ilustríssima, na verdade. Ezequiel Fernandez Moores, um dos maiores jornalistas argentinos da história, escritor e com 11 Copas do Mundo no currículo, apareceu para falar sobre o momento em que Maradona foi mais Maradona: o jogo contra a Inglaterra na Copa de 1986, La Mano de Dios e o gol mais bonito de todos os mundiais.
O cabaré abriu as portas para voltarmos 25 anos no tempo. A lembrança é do Grêmio campeão da Libertadores de 1995 o título obtido sobre o Atlético Nacional, em Medellín. Mas houve tempo para falar do quebra-pau com o Palmeiras e da briga Dinho x Valber. Não bastasse isso, Sergio Trivelato e Bruno Rodrigues fizeram Alex Sabino contar histórias de quando viajava para jogos com a Torcida Jovem do Santos.
Señor Blas Giunta mandou abrir as portas do cabaré para a primeira parte de uma trilogia: as cacetadas da França sobre a seleção brasileira em Mundiais. Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato secaram uma garrafa de Old Eight e outra de Dreher para debater tudo o que cercou o confronto entre as equipes na Copa de 1986.
Com Jorge Sampaoli líder do Campeonato Brasileiro n Atlético-MG, sr.Blas abriu as portas do cabaré para lembrar de quando o careca de Casilda despontou para a fama: a Universidad de Chile campeã da Copa Sul-Americana de 2011 sobre o Olímpia. Claro que o jogo foi apenas o ponto de partida para Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato viajarem por assuntos correlatos. É o que uísque nacional faz com as pessoas...
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