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Na primeira noitada pós-Barcinski, o cabaré abre as portas para que Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato relembrem a final de um dos campeonatos argentinos mais eletrizantes da história: o Apertura de 2006 e a final entre Estudiantes e Boca Juniors.
A parte final da participação do jornalista, crítico de cinema/musical, documentarista e escritor André Barcinski em "No Cabaré de Blas Giunta" tem sensacionais histórias. Desde a épica cobertura do Notícias Populares no GP Brasil de F-1 em 1991, às lembranças de futebol, João Saldanha e um pouco mais do motivo inicial da conversa com Sergio Trivelato, Bruno Rodrigues e Alex Sabino: o Brasil x Chile de 1989, o clássico da fogueteira.
O patrão deixou as chaves com a gente e a casa abriu de manhã para receber a visita do jornalista, escritor, documentarista, crítico de cinema/musical e tricolor das Laranjeiras, André Barcinski. Ele se juntou a Alex Sabino, Sergio Trivelato e Bruno Rodrigues para falar em "No Cabaré de Blas Giunta" sobre o clássico da fogueteira, o Brasil x Chile de 1989. O papo foi tão bom e desviamos tanto do assunto que dividimos em duas partes. Esta é a primeira.
Em mais uma noitada de "No Cabaré de Blas Giunta" na podosfera, Bruno Rodriguez, Sergio Trivelato e Alex Sabino lembram do título de 1989 do Atlético Nacional na Libertadores e do "nascimento" do futebol colombiano impulsionado pelo dinheiro dos cartéis. Mas depois o papo descambou para anões, Ilha da Fantasia, documentário sobre o pop brasileiro e Nelson Ned.
Se Blas Armando Giunta Rodríguez faz aniversário, nosso episódio tem de ser o Boca Juniors e a final da Superliga de 2020, no último final de semana do futebol sul-americano com públicos nos estádios. A noite em que, dizem as más línguas, o River recuperou o apelido de gallina. Blas mandou abrir as portas do cabaré para Alex Sabino, Bruno Rodrígues e Sergio Trivelato relembraram uma noite de seis meses atrás. Mas parece que faz seis anos...
Como um gentleman que é, Blas Giunta abriu as portas do cabaré na quinta-feira para que Alex Sabino, Bruno Rodriguez e Sergio Trivelato pudessem relembrar a final da Copa América de 2016, entre Argentina e Chile. Mas na verdade (e sem surpresa), o jogo foi apenas uma desculpa para falar sobre Messi, Messi e mais Messi.
A ideia era falar sobre o Dia Internacional do Canhoto no 19º episódio de "No Cabaré de Blas Giunta", mas as coisas saíram de controle. Alex Sabino, Bruno Rodrigues e Sergio Trivelato lembraram da noite do Mundial de Clubes de 2000 e a maior vitória da história do Boca Juniors. Teve discussão a respeito da envelopagem da geladeira de Chelo Delgado, a importância de Sávio no Real Madrid e se uma brasileira azedou de vez a relaçãoe entre Riquelme e Palermo, o canhoto que motivou a escolha do jogo.
Com muito huevo, huevo, huevo, o cabaré abriu mais uma noite para a lembrança de quando, sob as bençãos do papa, a maldição do San Lorenzo acabou. Bruno Rodrigues, Sergio Trivelato e Alex Sabino falam sobre o momento em que o Ciclón, há seis anos, enfim, ganhou a América.
Na 17ª noitada do cabaré, Alex Sabino, Sergio Trivelato e Bruno Rodrigues voltam a glorificar o Mundial de 1990 (o Bruno menos) e lembram uma das maiores zebras da história: Argentina x Camarões. Na mesa, além da garrafa de Old Eight, a possibilidade de incluir Blas Giunta no grupo de WhatsApp e a lembrança de quando Caniggia sofreu a mais bela falta que a Copa do Mundo já viu.
Passamos das duas horas de novo "No Cabaré de Blas Giunta", mas por bons motivos. Cappa, Defederico, Gareca e Gabriel Brazenas em uma das finais mais icônicas da história do futebol argentino: o Vélez x Huracán no Clausura de 2009. Mas também demos a maior dica cultural da história: o Castelo das Taras, o E o Vento Levou brasileiro.
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