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Neste episódio monotemático sobre a seleção nacional, Tomás da Cunha e Blessing Lumueno analisaram os primeiros dois jogos com Jorge Jesus que, de repente, pareceram fazer de João Félix um intocável. Falámos também do papel que o treinador reservará para Vitinha e da sua convivência com João Neves, da bitola alta a que Diogo Costa responde e de como um avançado, seja ele Gonçalo Ramos ou não, tem de oferecer o que a versão atual de Cristiano não oferece
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Ambos os rivais gozaram de domínio durante o clássico. A melhor entrada do Benfica não teve continuidade devido à expulsão de Lenglet. No FC Porto, o difícil é escolher o melhor jogador em campo após uma exibição em que até André Silva sobressaiu. Por Alvalade, a crise adensou-se após o Sporting empatar contra o Arouca, equipa cujos desempenhos valorizam a continuidade de Vasco Seabra. Já o Torreense vai deixando a Europa boquiaberta. As atenções viram-se agora para as seleções. Portugal tem um novo selecionador e é quase certo que Jorge Jesus faça mudanças no estilo de jogo, embora com jogadores semelhantes
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Os leões voltaram a deixar-se empatar, cedendo pontos em Famalicão, enquanto FC Porto e Benfica lograram reviravoltas, com o pequeno argentino das águias novamente em grande. Tomás da Cunha e Lídia Paralta Gomes analisam, também, a estreia do Torreense na Europa e a primeira lista de convocados de Jorge Jesus. Emissão conduzida por Pedro Barata
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Analisados o FC Porto onde há sempre um momento Diogo Costa, o Sporting cujo futebol ofensivo é ligado pelo colombiano a quem é dada liberdade total e o Benfica que tem Prestianni e Schjelderup na mesma frequência, falámos do Manchester City e do Galatasaray, os adversários dos portugueses na Champions. Depois, houve tempo para a Serie A que está com muitos golos: os de Lautaro Martínez, figura do Inter, e da AS Roma de Gian Piero Gasperini, uma equipa já de autor com Dybala, Malen e Rodrigo Mora. Ainda falámos do regresso do Deportivo da Corunha à La Liga com o ‘jovem’ Pierre-Emerick Aubameyang
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Uma jornada sem surpresas foi marcada por vários protagonistas. O FC Porto prossegue fiel ao seu modelo, com um médio a fazer esquecer o debate em torno de Mora, o Sporting goleou com um avançado que é muito mais que um homem de área, o Benfica convence, apesar do excesso de golos sofridos. No futebol internacional, destaque para a saída de Messi da seleção. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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O melhor jogo da época dos dragões foi aquele em que demorou mais tempo a fazer um golo, mostrando que tem mais potencial ofensivo do que se julgava. E os leões, mesmo voltando a sofrer, conseguiram a exibição mais estável do processo transformativo com Rui Borges. Depois de matutarmos sobre a possível primeira titularidade de Schjelderup no Benfica, falámos da pujança do Santa Clara de Petit e Gonçalo Paciência, do Famalicão a soluçar com Carlos Carvalhal e do AC Milan de Ruben Amorim, sempre fiel ao 3-4-3. Episódio conduzido por Diogo Pombo
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Na goleada do Benfica ao Casa Pia houve, ainda assim, um Sudakov algo desencaixado do que a posição onde joga pede, na análise de Tomás da Cunha e do convidado deste episódio, Blessing Lumueno. Falámos de como nos perfis dos jogadores do Sporting tem havido um certo colapso mental e pouca resistência ao contexto competitivo onde estão, e de como os adversários do FC Porto ainda não sabem como travar os dragões. Destaque também para o Arouca de Vasco Seabra. Emissão conduzida por Diogo Pombo
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A primeira jornada da I Liga trouxe um campeão com a fórmula conhecida, com Diogo Costa em destaque. As águias cederam pontos apesar da boa dinâmica ofensiva, vítimas da escassa contundência defensiva, enquanto os leões, pela 16.ª vez com Rui Borges, desperdiçaram uma vantagem. Análise de Lídia Paralta Gomes e Tomás da Cunha. Emissão conduzida por Pedro Barata
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O FC Porto venceu a Supertaça deixando claro que não pretende trazer para a nova época nada de muito diferente. Quem pode sofrer é Rodrigo Mora, o talentoso dragão que tem cada vez menos espaço para crescer. Enquanto os azuis brancos têm uma identidade vincada, o Benfica lida com os erros na abordagem à temporada, lacunas que estão a prejudicar a afirmação de Marco Silva. O Sporting, estranhamente, evitou a turbulência na mudança de ciclo e subiu o nível físico do plantel para tentar atingir outros patamares. Eis a análise de Tomás da Cunha e Pedro Barata
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Numa final do Mundial de 2026 em que a Argentina destruiu alguma da imagem que Lionel Scaloni deixou ao longo do tempo, a Espanha confirmou a sua superioridade coletiva, num Mundial tantas vezes marcado pelas figuras individuais. Tomás da Cunha faz um rescaldo da final e do próprio torneio, melhor dentro dos estádios do que fora deles. Emissão conduzida por Lídia Paralta Gomes
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O futebol é um jogo simples que muita gente complica. Por isso vamos analisá-lo e descomplicá-lo com a ajuda de quem sabe. Todas as semanas, Tomás da Cunha e Rui Malheiro vão explicar tudo sobre os…

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