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Na quinta-feira, de madrugada, a PSP tirou à força um grupo pacífico da Praça João I. Montenegro, Pedro Duarte e Abreu Amorim reagiram sem contemplações, exigindo o cumprimentos da ordem. Mas dois dias depois, com mais gente nas ruas e nas “Acampadas”, a polícia decidiu não intervir — e o Governo entrou em silêncio. E agora?
Esta Comissão Política tem comentários de Eunice Lourenço, Cláudia Monarca e Paula Caeiro Varela, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de João Luis Amorim e a ilustração de Carlos Paes.
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Pedro Passos Coelho deu uma entrevista muito explícita a admitir a possibilidade de regressar, se o Governo não entregar resultados que ele considere positivos. O ex-primeiro-ministro defende um largo entendimento à direita, mas não coloca na equação a imprevisibilidade de André Ventura, ou mesmo a possibilidade de o Chega ficar à frente do PSD numas eventuais eleições. E isso pode acelerar o calendário.
Este episódio da Comissão Política conta com os comentários de Martim Silva, subdiretor da SIC, João Silvestre, editor-executivo do Expresso e de Eunice Lourenço, editora de Política, com moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.
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No podcast Comissão Política analisamos o discurso do Presidente da República no 5 de Outubro, a viabilização do Orçamento do Estado e a futura revisão constitucional.
O Presidente tem pedido palavras ao centro, diálogo, consenso e compromissos. É tempo de pousio eleitoral e de fazer sementeira, disse António José Seguro no discurso do Dia da República. É desse discurso que parte a análise da Comissão Política desta semana.Rita Dinis, João Pedro Henriques e David Dinis debatem a “sementeira” do Presidente, mas também a viabilização do Orçamento do Estado e a eventual revisão constitucional, para a qual Luís Montenegro deu o sinal que José Luís Carneiro pedia. Mas em que não bastam dois para aprovar.A ilustração é de Carlos Paes e a sonoplastia desta edição do podcast é de Tomás Delfim.
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Os preços dos combustíveis não descem e começam a ter efeitos sobre toda a economia. Os governos baixam nas intenções de voto e Montenegro já nem é o líder partidário mais popular. Haverá saída para isto? O Governo terá margem orçamental para fazer mais? E o que se diz dentro do núcleo político da AD?
Este episódio tem comentários de Eunice Lourenço, Liliana Valente e Paula Caeiro Varela, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Tomás Delfim e João Luís Amorim, a ilustração de Carlos Paes.
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“A liderança da oposição é o cargo político mais difícil que há para exercer em Portugal” – a frase já passou por muitas vozes da política portuguesa, Conta-se que se deve a Francisco Sá Carneiro, mas também já a ouvimos a António Costa. Há dias foi aplicada pelo social-democrata Miguel Relvas a José Luís Carneiro, líder do PS.O lugar – da liderança da oposição – é neste momento discutido entre o líder do PS e o presidente do Chega, envolvidos numa corrida sobre propostas de combate ao aumento do custo de vida.
Nas sondagens, contudo, Carneiro está a ganhar a dianteira. Nada que faça o socialista ceder a impulsos de momento numa estratégia que parece ter traçado de oposição responsável, bem-comportada, paciente, que não cai em “tentação”, nas palavras do próprio.
O caminho de Carneiro, mais apostado numa maratona do que numa corrida de velocidade, é o tema central da edição desta semana da Comissão Política, com os comissários residentes Vítor Matos e David Dinis e o jornalista João Pedro Henriques. A moderação é de Eunice Lourenço, a sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração é da responsabilidade de Carlos Paes.
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Pedro Passos Coelho apareceu outra vez a pedir aceleração nas reformas a Luís Montenegro, que a semana passada fez o tradicional autoelogio, no debate da moção de censura, dizendo que Portugal é a economia com o melhor desempenho da Europa. Em contramão, o ex-primeiro-ministro e ex-líder do PSD, escreveu no prefácio de um livro que o tempo urge, enquanto está a coordenar um estudo que será uma espécie de programa de Governo.
Este episódio conta com os comentários de Paula Caeiro Varela e Rita Dinis, jornalistas do Expresso, e de David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vìtor Matos. A sonoplastia é de Tomás Delfim e Salomé Rita, e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.
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Esta terça-feira o Chega censura o Governo por causa dos casos que envolvem Luís Neves. Sabendo o final dessa parte da história, nesta Comissão Política vamos para lá dela. Discutimos se o tema que andamos a analisar há quase dois meses merece todo esse tempo (e o que ainda virá), também as consequências para os vários protagonistas. E ainda sublinhamos outros temas que mereciam mais destaque na atualidade política e mediática.
Este episódio tem comentários de Eunice Lourenço, Vítor Matos e Rita Dinis, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita, a ilustração de Carlos Paes.
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Esta Comissão Política analisa os silêncios do primeiro-ministro, no seu discurso na Universidade de Verão do PSD, quando não queria falar "disto, daquilo e daqueloutro" e mais parecia o homem a quem aconteceu não sei o quê, dos Gato Fedorento. Luís Montenegro foge do tema "casos Luis Neves", evita falar do Orçamento do Estado e das condições (facílimas) colocadas por José Luis Carneiro, e ignora a moção de censura anunciada por André Ventura. O que quer o líder do PSD dizer, ao sublinhar que não fala daquilo que toda a gente quer saber?
Os comentários deste episódio são de Margarida Coutinho e João Pedro Henriques, jornalistas do Expresso, Eunice Lourenço, editora de política, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Tomás Delfim e Salomé Rita, e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.
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Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio do 45 Graus publicado originalmente a março de 2026.
Veja também em youtube.com/@45_graus
Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006.
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António José Seguro já defendeu a demissão de ministros à mínima suspeita. O ministro da Administração Interna, Luís Neves, tem cinco investigações a correr sobre a sua atuação sobretudo como diretor da Polícia Judiciária e, na última, semana juntou -se mais um caso: a utilização de um carro apreendido pela Polícia Judiciária. O Presidente pede rapidez nas conclusões.
Com a sua atitude perante os casos de Luís Neves, Seguro parece calar o que defendia antes de ser sequer candidato a Belém.
Na Comissão Política debatemos a atitude e o pensamento do Presidente, numa conversa que conta com o comissário residente Vítor Matos e os jornalistas Rita Dinis e Hélio Carvalho. A ilustração é de Carlos Paes e a sonoplastia de Salomé Rita.
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