Começamos nos anos 1930, na Argélia sob o jugo colonial francês, com O Estrangeiro (2025), de François Ozon; daí seguimos para a Alemanha hitleriana de Riefenstahl (2024), onde Leni Riefenstahl, mulher corajosa e cobarde, intrépida e mitómana, celebrou, com a sua câmara, o III Reich, para depois passar o resto da vida a negar o seu nazismo. Conversa-se ainda sobre Histórias do Vale Bom, de José Luis Guerín (2025); a edição de Flores Silvestres, livro de poesia de Abbas Kiarostami; e o fenómeno da imitação na pintura e no cinema. Por fim, dá-se nota do ciclo de cinema e debates Quem és tu, […]