Willyan da Silva Barbosa não tem 30 anos de idade ainda, mas já passou mais da metade da vida fora do Brasil. Nascido no Pará e se destacando na base do Bahia, era cotado para a Seleção Brasileira de base, quando apresentaram um raro projeto de futebol na Europa.
Sem passaporte europeu e sem contatos por lá, o entrevistado acreditou no sonho vendido e viveu a adolescência no Torino da Itália, onde também chamou a atenção de outros clubes, afinal o raro estrangeiro também tinha um raro talento.
Quando já chegava perto da idade de jogar no time adulto, apesar de treinar bastante com o time principal, era sempre encaminhado para a equipe de base (na Liga Primavera) e optou por ser emprestado para um time em Portugal.
Com passagens pelo Beira-Mar, Nacional da Madeira e Vitória de Guimarães, Willyan chegava aos 23 anos então com boa bagagem profissional e decidiu ir para o futebol grego, atuando pelo Panetolikos.
A passagem pelo novo país acabou sendo curta, pois o interesse do Gwangju da Coreia do Sul mudaria sua trajetória pessoal e profissional de maneira duradoura. Tendo sido campeão pelo time novo e depois atuando por Gyeongnam, Daejeon Hana Citizen e agora FC Seoul, o atacante chega ao seu quinto ano e a 100 jogos completados no futebol coreano.
Falando da capital do país, Willyan conta sobre a vida, a adaptação e admiração pela Coreia do Sul e a vontade de vencer pelo novo time.
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