Nossas Mudanças Climáticas

Nossas Mudanças Climáticas

By Heloisa FischerScienceNatural Sciences
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Nossas Mudanças Climáticas episodes

  • Episódio #9 – Xô, escolhas infelizes! É hora de regenerar.

    Heloisa apresenta a “Grande Virada”, conceito de Joanna Macy, que nos chama a parar de destruir e começar a regenerar o planeta e a sociedade. Com referências a Vanessa Andreotti e Bayo Akómòlafe, ela mostra que o momento atual, apesar dos colapsos, traz uma oportunidade histórica de transformação. Comenta os impactos ocultos de práticas como voos baratos e turismo de massa, evidenciando os danos que precisamos enfrentar. Heloisa adianta que os próximos episódios vão trazer atitudes concretas para incorporar essa virada no dia a dia.

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    Locução na vinheta: Arthur, 9 anos, estudante.
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    12 min
  • Episódio #8 – Como você chama a crise do clima?

    Heloisa mostra como a escolha das palavras molda nossa forma de entender e agir diante da crise do clima. Termos como “mudança”, “emergência”, “colapso” ou “metacrise” não são neutros: revelam intenções, emoções e graus de consciência. Com referências a George Lakoff, Bruno Latour e ao marketing político, ela convida a refletir sobre o poder dos enquadramentos. Nomear com mais precisão pode ser o primeiro passo para agir com mais lucidez. O mais importante é escolher a palavra que melhor expresse o seu sentir.

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    Locução na vinheta: Julia Fonseca, especialista em Linguagem Simples e Divulgação Científica.
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    12 min
  • Episódio #7 – Falar sobre o clima transforma vidas

    Heloisa propõe uma mudança simples e poderosa: falar sobre a crise climática no dia a dia. Mesmo sendo comunicadora engajada, reconhece como esse tema ainda é difícil de trazer para conversas informais. A partir do primeiro encontro do projeto Nossas Mudanças Climáticas, ela reflete sobre como o diálogo pode transformar emoções e ações. Cita Katherine Hayhoe e Humberto Maturana para mostrar que mudar as conversas muda também o modo como sentimos e agimos. Ao incluir o tema no cotidiano, ele se torna menos assustador e mais presente. Cada um encontrará seu jeito, sem pressa. O importante é começar — juntos.

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    Locução na vinheta: Paulo Brandão, músico, e Elizah Rodrigues, cantora.
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    11 min
  • Episódio #6 – Me informo, logo mudo?

    Heloisa fala sobre o tempo longo e irreversível das mudanças climáticas, lembrando que seus efeitos já moldam nossas vidas. Mostra como a informação científica, embora essencial, nem sempre mobiliza. É preciso chegar às emoções. Ao longo do episódio, costura dados, metáforas e vivências para mostrar que entender a crise é só o começo, destacando o valor da comunicação com afeto, humor e criatividade. Destaca que as mudanças pessoais, embora pareçam pequenas ou até desprezíveis diante da escala do problema, são essenciais. E reforça: ninguém enfrenta esse desafio sozinho, as soluções se constroem em coletivo.

    Links
    Yellow Dot Studios: https://www.instagram.com/weareyellowdot
    Filme “Não olhe para cima”: https://pt.wikipedia.org/wiki/Don%27t_Look_Up
    ACT Climate Labs: https://www.actclimatelabs.org/

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    Locução na vinheta: Carla Vivacqua Larica, engenheira
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    12 min
  • Episódio #5 – Mudar é tão difícil quanto inevitável

    Heloisa reflete sobre as mudanças profundas que a crise climática nos exige: da revisão de hábitos e valores individuais à transformação de modelos coletivos de convivência. Compartilha sua própria trajetória de reconexão com a natureza, marcada pelo desafio de abandonar o conforto e a familiaridade em nome de um viver mais consciente. Ao final, convida à construção conjunta de caminhos para enfrentar essas mudanças, lembrando que não precisamos atravessá-las sozinhos.

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    Locução na vinheta: Túlio Villaça, crítico cultural
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    11 min
  • Episódio #4 – Adaptação Profunda: resgate, cura e retomada

    Heloisa conclui a série sobre Adaptação Profunda explorando os eixos da Restauração, Reconciliação e Retomada. Ela compartilha reflexões sobre como resgatar saberes do passado, curar feridas pessoais e coletivas, e recuperar o poder de decidir como viver em meio à crise climática. A partir de experiências pessoais, convida a olhar para dentro e para o entorno, buscando caminhos de cura, reconexão e ação transformadora.

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    Locução na vinheta: André Fischer, gestor cultural
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    11 min
  • Episódio #3 – Adaptação Profunda: o que fica e o que vai embora?

    Heloisa segue explorando o conceito de Adaptação Profunda, com foco nos eixos da Resiliência e da Renúncia. A partir de exemplos do seu cotidiano, ela compartilha o que tem escolhido preservar — como a alegria, o pertencimento e a realização pessoal — e o que tem deixado ir, como o uso frequente do avião e o consumo de carne. É um convite para rever hábitos, valores e crenças à luz das crises climáticas e imaginar novas formas de viver.

    Email: nossasmudanç[email protected]
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    Locução na vinheta: Andrea d’Egmont, jornalista de gastronomia
    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)

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    11 min
  • Episódio #2 – Eis-me cá, Adaptação Profunda

    RESUMO: Neste episódio, Heloisa compartilha como foi lidar com o impacto emocional do seu “momento Deu Merda” e o que veio depois: noites sem sono, busca por sentido e a vontade de agir. É aí que ela encontra o conceito de Adaptação Profunda, criado por Jem Bendell. A partir dos 5 Rs — Resiliência, Renúncia, Restauração, Reconciliação e Reivindicação — ela começa a reorganizar a vida e convida quem ouve a refletir junto. O tema será aprofundado nos próximos episódios.

    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)
    Locução na vinheta: Ricardo Soneto, pesquisador de música e artes narrativas

    Email: nossasmudanç[email protected]
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    LINKS MENCIONADOS:

    Podcast Team Human – Douglas Rushkoff conversa com Jem Bendell (em inglês)
    https://www.teamhuman.fm/episodes/270-jem-bendell
    Ex-professor de Liderança em Sustentabilidade e autor de Breaking Together: A Freedom-Loving Response To Collapse, Jem Bendell nos convida a parar de fingir e aprender a lidar com a crise climática por meio da Adaptação Profunda.

    Artigo Deep Adaptation (2018) – Versão em português disponível no site de Jem Bendell
    https://lifeworth.com/DeepAdaptation-pt.pdf
    Resumo: O objetivo deste artigo conceitual é fornecer aos leitores uma oportunidade de reavaliar seu trabalho e sua vida diante de um inevitável colapso social de curto prazo devido à mudança climática. A abordagem do artigo é analisar estudos recentes sobre mudanças climáticas e suas implicações para nossos ecossistemas, economias e sociedades, como fornecido por revistas e publicações acadêmicas, direto dos institutos de pesquisa. Essa síntese leva a uma conclusão, de que haverá um colapso a curto prazo em nossa sociedade com sérias ramificações para o futuro da população. Este artigo revê algumas das razões pelas quais a negação do colpaso existe em particular nos campos de pesquisa, profissões e práticas que envolvem o tema da sustentabilidade, e por isso levando a crer que o argumento do colapso ambiental e dos efeitos em cadeia que esse fato incorre, foram excluídos destes campos até agora. O artigo oferece um novo meta-enquadramento das implicações para a pesquisa, prática organizacional, desenvolvimento pessoal e políticas públicas, o qual denominamos de Agenda de Adaptação Profunda. Seus principais aspectos de resiliência, renúncia e restaurações são explicadas. Esta agenda não procura se construir sobre os estudos de “adaptação climática”, pois tem como premissa a visão de que o colapso é agora inevitável. Acredito que este é um dos primeiros trabalhos no campo da gestão da sustentabilidade que conclui que o colapso social induzido pelo clima é agora inevitável a curto prazo e, portanto também, para convidar estudiosos para explorar as implicações.

    Grupo Deep Adaptation no Facebook (em inglês)
    https://www.facebook.com/groups/deepadaptation/
    Esta página faz parte do Deep Adaptation Forum (https://www.deepadaptation.info), uma comunidade virtual internacional dedicada à adaptação profunda diante do colapso social causado pela crise climática. Aqui, o foco está nos aspectos emocionais, psicológicos e espirituais de enfrentar esse colapso, além de compartilhar formas práticas de cuidar do bem-estar individual e coletivo nesse contexto. O espaço promove ações compassivas, mas não divulga notícias sobre o estado do clima ou exemplos de colapso — o objetivo é apoiar a adaptação, não documentar a crise. O grupo é voltado para maiores de 18 anos. Para os mais jovens, recomenda-se o site Fridays for Future

    Site do professor Jem Bendell
    https://jembendell.com/

    TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO: https://docs.google.com/document/d/1rCpaEY1jZzBX8CaBgH4FWy4a8ofHbh4Lk-XMYCjZGX8/edit?usp=sharing

    O post Episódio #2 – Eis-me cá, Adaptação Profunda apareceu primeiro em Nossas Mudanças Climáticas.

    11 min
  • Episódio #1 – O meu momento Deu Merda

    RESUMO: Neste episódio, Heloisa compartilha como despertou para a crise climática ao participar do Mural do Clima. Fala sobre o impacto emocional desse “momento deu merda” e o tempo necessário para processar tudo. Reflete sobre o que muda por dentro quando a gente entende a gravidade da situação. E convida quem ouve a dividir suas próprias vivências com o clima.

    Trilha: “Fantasia para 2 flautas”, por Orchestralis (Envato)
    Locução na vinheta: Mónica Baña, intérprete de conferências

    Instagram: https://instagram.com/nossasmudancasclimaticas
    Site: https://nossasmudancasclimaticas.com.br

    LINKS MENCIONADOS:

    Mural do Clima
    Participe de uma oficina online para entender as causas e consequências das mudanças climáticas com base nos dados do IPCC.
    https://climatefresk.org/pt-br/

    Livro Climate Vocabulary for the Future, de Herb Simmens
    Uma coletânea de termos e neologismos para compreender e comunicar a crise climática.
    https://www.herbsimmens.com/a-climate-vocabulary-of-the-future-2nd-edition/

    TRANSCRIÇÃO: Oi, aqui é a Heloisa, esse é primeiro episódio do Nossas Mudanças Climáticas. A ideia aqui é comentar o impacto da emergência climática na vida cotidiana, abordando variados temas.

    Meu objetivo ao fazer monólogos temáticos como esse é só mesmo delimitar o tipo de conversa que estou propondo. Tem tanta abordagem possível pra conversar, tanto ponto de vista, tanta crença e descrença envolvidas.

    Tudo bem, podcast não é lugar de conversar, mas sim de ouvir. Tô sabendo. Mas a minha proposta envolve a gente também conversar em encontros mensais. A princípio esses encontros acontecem por Google Meet. Você pode ver a data do próximo encontro no nosso site ou no Instagram. Os links estão na descrição deste episódio.

    Então, aqui no podcast eu só lanço uns temas que podem ser ponto de partida pra conversar depois….ou não. A conversa olho no olho pode ser sobre outros assuntos.

    E tudo bem se você só quiser ouvir o podcast e nem pensar em participar desses encontros. Por outro lado, quem quiser ir só nos encontros sem acompanhar o podcast, tranquilo. A gente vai indo aqui conforme a vontade do freguês e da freguesa.

    Tudo que eu compartilhar contigo deriva da minha vivência desde que eu despertei para a enormidade da crise climática. Foi em uma noite no mês de outubro de 2023, quando eu participei de uma oficina online do Mural do Clima.

    O Mural é um jogo de cartas com causas e consequências das mudanças climáticas, usando dados científicos do painel climático da ONU, o IPCC – Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas.

    O Mural no Clima surgiu na França, criado pelo francês Cedric Rigenbach em 2018. É pra ser jogado em grupo e leva 3 horas. Na descrição do episódio tem um link pra você conhecer o Mural do Clima e participar de uma oficina online.

    Já nos primeiros minutos fazendo o Mural do Clima eu fui vendo o quadro se desenhar a partir do que eu e os colegas que estavam naquela sessão íamos conversando e percebendo, os links que íamos estabelecendo a partir das cartas do mural, que são puramente dado científico. Não tem opinião nem ideologia no Mural do Clima: são só fatos cientificamente documentados que geram consequências.

    Cheguei ao fim da oficina entendendo que a crise era bem maior do que só um desequilíbrio nos sistemas do clima – e esse SÓ é bem entre aspas, porque a instabilidade do sistema climático já bagunça tudo.

    Eu passei pelo momento que o escritor Herb Simmens define em inglês como OH SHIT MOMENT. Traduzindo em português claro, seria Momento Deu Merda (desculpa o palavrão).

    O Herb Simmens tem esse livro chamado CLIMATE VOCABULARY FOR THE FUTURE, publicado em inglês, sem edição em português quando eu gravei esse episódio. Tem o link pro livro aqui na descrição. É uma compilação de termos relacionados às mudanças climáticas, alguns neologismos já em circulação e termos inventados pelo autor para descrever a nova situação climática que o mundo vive. Livro bem interessante, viu? Bem humorado e leve na medida do possível.

    O Verbete OH SHIT MOMENT diz o seguinte:

    O “Momento Deu Merda” é aquele instante em que a pessoa sente, nas entranhas, o peso da crise climática — a realidade imensa, a urgência esmagadora e o horror do que está acontecendo. E como é difícil enfrentar tudo isso. Esse baque costuma vir junto com uma sensação de impotência, ou uma estranheza que faz parecer que nada é real. Nessas horas, pode ser fundamental ter apoio de amigos ou familiares pra conseguir processar tudo. A expressão foi usada pela primeira vez pelo jornalista americano Mark Hertsgaard, em 2009.

    Acho essa definição maravilhosa, perfeita.
    Voou complementar aqui com a minha vivencia pessoal.

    O “Momento Deu Merda” é quando você se sente atordoada, com angústia e medo. Fica sem processar direito o que tá acontecendo, mas já sentindo que uma coisa muito grande saiu do trilho. E imediatamente depois vai se dando conta de que várias outras coisas muito grandes estão saindo ou já saíram do trilho quase ao mesmo tempo.
    Quando a gente se dá conta disso tudo, pode ajudar saber se outras pessoas pensam e sentem igual. Saber o que elas estão fazendo, como conseguem lidar com tudo isso, se conseguem. Se pessoas próximas a elas estão reagindo de forma parecida. E, principalmente, o que elas já estão fazendo no dia a dia delas para se adequar da melhor forma possível, garantindo a sua qualidade de vida daqui pra frente.
    Só que antes, a gente precisa de um tempo interno para respirar, processar, assimilar, deixar essa poeira toda assentar. Esse tempo pode levar dias, semanas, meses. Há quem viva esse tempo interno de forma solitária, há quem prefira viver de forma solidária, compartilhando com mais gente.
    Depois, parte-se para ação.
    O momento 'Deu Merda" nos desafia a firmar o pé no chão, mas em um outro chão diferente do que a gente veio pisando até agora.

    A partir do meu momento OH SHIT, e fui estudando, refletindo, conversando, me angustiando. Fui aprendendo a sossegar um pouco essa angústia. ao me dar conta e aceitar que o clima mudou e a minha vida tinha que se adaptar. E olha, eu encontrei caminhos para me sentir mais feliz do que antes desse despertar que é sempre tão pesado, por estranho que pareça.

    No próximo episódio eu vou comentar como cheguei a esse lado bom da aceitação de um desmoronar de contexto geral, do qual o clima é só o principal indício.

    Nem sei quantas milhares de horas eu já acumulei tendo contatos com conteúdos sobre as mudanças climáticas. Esse novo conhecimento se mesclou à minha bagagem profissional. Tenho mais de 30 anos tornando assuntos difíceis mais fácies de entender, primeiro na música clássica e mais recentemente na informação governamental com a lente da Linguagem Simples.

    Mas, claro, processar o peso da crise climática requer apoio, pessoas com quem trocar e conseguir metabolizar o que a gente vai se dando conta. Eu achado difícil encontrar gente com quem dialogar em português,

    E você, já viveu algo parecido com esse momento DEU MERDA em relação à crise climática?

    Ou será que você está agora em um momento diferente. Com preocupação quanto ao extremo de calor, enchente, seca e incêndio que já impactou a sua rotina, mas sem saber muito bem o que fazer com essas sensações.

    Vou gostar muito de conhecer a sua história.

    Basta escrever para o email [email protected] ou comentar no Instagram @nossasmudancasclimáticas.

    Te agradeço a companhia e te espero no nosso próximo episódio. Até lá.

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    12 min

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