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Será que vêm a minha casa mandar-me com tomates? Stay tuned, próximo 19 de Setembro, no podcast da vizinha.
perguntas que surgem: gostavam de ter um gel de banho que cheirasse a um falecido? sou eu, ou é a minha pessoa a.C. na fotografia do logo do pod?
O episódio de uma revoltada, ou pelo menos pareceu. Fui desde a depressão mais fútil, sendo que já estamos no final do verão e vemos tristemente o nosso bronze a desaparecer, à mais séria, falando da política de trabalho errada de muitas empresas. Quiet Quitting é o novo conceito "da moda" mas, espero eu, que não seja passageiro.
Voltei, e desta só se livram de mim se fizerem muita questão que me cale. Com este episódio quero que cheguem a várias conclusões: todos temos o nosso "nr do exagero", todos compramos produtos de papelaria que têm a vida útil de 1 dia, não podermos dizer que "a comida da nossa avó é maravilhosa" é das coisas mais dolorosas e, por fim, temos de assumir que somos todos inúteis enquanto co-pilotos. Também levam com umas deep thoughts no final.
Este episódio pode parecer-vos com um pouco de auto-tune, mas é só mesmo a minha voz às 7h e tal da manhã.
Cenas da minha semana. Tentem encontrar pausas neste episódio, duvido que consigam. Foi um monólogo demasiado fluído, estava a adorar falar comigo própria.
Explico a importância das aulas de história (aquela importância que eu não dei) e alerto também à importância de começar a haver mais noção nas redes sociais. Vida de paraíso e de irrealidade no virtual. Ter um limite de palavras para fazer um texto, passar o limite, e fingir que não, quem nunca.
P.s: digo mil palavrões neste episódio. Que brutidade, Bibi.
Neste episódio não se passa lá grande coisa, como passamos a vida no geral.
O que se passou: pus o diálogo que ia ter na consulta no tradutor, a minha ótica sobre relações abertas (gostava bastante de ouvir o ponto de vista de alguém que é apologista deste tipo de relação) e ainda, a não compreensão por não vivermos colados ao telemóvel.
Tutorial de como comer um bollycao. Batatas smile (no fundo, quase todo o episódio sobre as comilonas que somos). Viver junto. Verbo "panar" (em breve, em todos os dicionários).
hoje contamos com notícias da atualidade, bem como da antiguidade, naquela altura em que o maior flex que dávamos era por termos o cd dos Morangos com Açúcar com cheiro a morango. Quem puder dar esse flex hoje em dia, porque ainda tem o cd e porque, este ainda "cheira que tresanda" a morango, leva os brindes todos daquelas máquinas que nunca ninguém conseguia agarrar nada, mas achava que se continuasse a pôr moedas, ia conseguir.
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