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Neste novo episódio falamos sobre um dos temas mais urgentes do nosso tempo: o futuro do capitalismo. O modelo tradicional, centrado na maximização do lucro a qualquer custo, começa a revelar suas fragilidades!
Aumento da desigualdade social, esgotamento de recursos naturais e crises climáticas cada vez mais frequentes. Diante desse cenário, ganha força um movimento global: o capitalismo consciente. É essa transição que o documentário “Muito Além do Lucro”, dirigido por Mara Mourão, explora. O filme reúne 29 vozes globais para mapear caminhos reais e possíveis para os negócios do futuro.Solta o Play!
Neste episódio fazemos uma análise sobre o ano de 2025 na sustentabilidade e meio ambiente. Um ano dissonante, em que governos deram sinais diversos no combate a mudança climática, em que fundos para proteger as florestas foram criados, mas segue o planejamento de aumentar a exploração do petróleo, inclusive em novas fronteiras como a Amazônia, e a cereja do bolo a morte do licenciamento ambiental no Brasil, a maior derrota do combate ao desmatamento e da defesa do meio ambiente em muito tempo!Dá o play, compartilha e comente com sua opinião sobre esse ano!
Vivemos rodeados por materiais que moldam o mundo moderno: metais, vidros, madeiras e papéis e, claro, os polímeros, que conhecemos como plásticos. Apesar de sua utilidade, os plásticos também geram problemas ambientais sérios, especialmente quando descartados de forma incorreta. Nesta conversa com Rui Katsuno, Fundador do Instituto Soul do Plástico, trazemos informações para ajudar a desmistificar e entender este material que se tornou o grande vilão da nossa sociedade.
Ftalatos, bisfenol, BPA, aditivos, plástico biodegradável, oxi-biodegradável, plástico verde.... Vem com a gente para entender de vez estes termos e o beabá dos resdíuos plásticos.
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O Brasil é o 4º maior produtor global de tintas, um setor que movimenta R$ 40 bilhões por ano e emprega 600 mil pessoas. Mas essa produção em larga escala tem um custo ambiental: a fabricação de tintas emite gases de efeito estufa em todas as etapas, desde a extração de matérias-primas até o transporte e aplicação final.
E neste contexto que a Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas) lançou recentemente o primeiro inventário de emissões de carbono do setor. O Luiz Cornachionni, Presidente-executivo da Abrafati, nos conta essa jornada pela sustentabilidade e muito mais!
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O Brasil foi sede da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Belém, no Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025. Um momento histórico, pois a maior cúpula climática do mundo ocorreu pela primeira vez na Amazônia, colocando o país no centro das discussões sobre justiça climática, biodiversidade e o futuro da floresta tropical. E nós do Beabá trouxemos um resumo de tudo que aconteceu para você, que esteve distante das notícias nas últimas semanas!
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O Brasil é sede da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Belém, no Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025. Um momento histórico, pois a maior cúpula climática do mundo ocorre pela primeira vez na Amazônia, colocando o país no centro das discussões sobre justiça climática, biodiversidade e o futuro da floresta tropical. A COP 30 em Belém representa um marco decisivo para a ação climática global, e as empresas têm um papel indispensável nessa equação. Diante de um cenário de emergência climática e crescentes desigualdades, reformular modelos de negócios tornou-se uma questão de sobrevivência estratégica, não apenas para o planeta, mas para a própria perenidade dos negócios.E para fechar essa série especial, conversamos com a Cinthia Gherardi, Co-CEO do Sistema B Brasil, a respeito deste movimento que está transformando a essência do capitalismo, com empresas que comprovam que é possível ser lucrativa e gerar impacto positivo socioambiental.Solta o Play!
O Brasil é sede da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Belém, no Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025. Um momento histórico, pois a maior cúpula climática do mundo ocorre pela primeira vez na Amazônia, colocando o país no centro das discussões sobre justiça climática, biodiversidade e o futuro da floresta tropical.
E neste episódio conversamos com Guilherme Carvalho, diretor executivo da Abong (associação brasileira de ONG´s), sobre um ator fundamental na luta por justiça climática: as Organizações Não-Governamentais (ONGs).
Enquanto governos e empresas negociam acordos globais, são as ONGs que trazem a voz das comunidades para o centro do debate. E não é exagero dizer que sem a pressão da sociedade civil, acordos como o de Paris não existiriam.
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O Brasil é sede da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Belém, no Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025. Um momento histórico, pois a maior cúpula climática do mundo ocorre pela primeira vez na Amazônia, colocando o país no centro das discussões sobre justiça climática, biodiversidade e o futuro da floresta tropical.
E como falar de COP e emissões, sem falar do nosso consumo? Segundo a ONU, mais de 60% das emissões globais de gases de efeito estufa estão ligadas aos padrões de consumo — da alimentação à energia, passando pelo transporte e pelo lixo que geramos.
Neste episódio conversamos com Lucio Vicente, diretor geral do Instituto Akatu, que nos traz a visão de como o consumo impacta diretamente as emissões e como podemos atuar para que esta pauta seja cada vez mais olhada pelos governos e empresas!
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O Brasil é sede da COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Belém, no Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025. Um momento histórico, pois a maior cúpula climática do mundo ocorre pela primeira vez na Amazônia, colocando o país no centro das discussões sobre justiça climática, biodiversidade e o futuro da floresta tropical.
Para traduzir a urgência e a complexidade deste evento para o grande público, o Museu do Amanhã (Rio de Janeiro) criou a Ocupação Esquenta COP.
Neste episódio, conversamos com Cristiano Vasconcelos, diretor do Museu do Amanhã, que detalha como o museu decidiu usar a arte como principal linguagem para este debate crucial. A programação intensa — que inclui exposições, rodas de conversa, e atividades educativas — busca preparar a sociedade para a COP 30 de forma poética, visual e acessível.
Neste episódio do Conexão Árvores, Juliana Gatti conversa com o professor Adriano Chiarello, referência em ecologia e conservação de mamíferos neotropicais.
Uma jornada entre florestas, campos e corredores de vida, onde ciência e sensibilidade se encontram para compreender o papel invisível, mas essencial, de espécies como tamanduás, preguiças e tatus na manutenção dos ecossistemas.
Mais que uma entrevista, um convite para olhar a natureza com o mesmo rigor e encantamento de quem a estuda para protegê-la
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